Adobe Reserva Rosé: Força e elegância no Dia Internacional da Mulher

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A La Pastina através do produtor Emiliana, gigante vinícola orgânica chilena, traz o vinho Adobe Reserva Rosé, junto com a reformulação dos seus rótulos, em novo estilo e elegância.

A linha de vinhos vêm representada pela figura do galo em toda a sua audácia, elegância, majestade e força, símbolos dos valores sustentáveis da vinícola em sua busca constante pela melhoria de produtos e sustentabilidade, aliada à grande preocupação ao meio ambiente.

Nós não poderíamos deixar de falar do vinho, em data tão especial, o Dia Internacional da Mulher.

Não que o vinho rosé se caracterize ao sexo feminino, muito pelo contrário, apreciamos e muito todos os vinhos e principalmente os rosés bem feitos. Mais ainda por sua sutileza, aromas envolventes e todas as outras qualidades citadas acima que para nós, caracterizam entre tantas outras qualidades, o sexo feminino em toda a sua plenitude, vigor, feminilidade e inteligência.

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Harmonizamos o vinho com um prato especial, uma massa que levou Spaghetti ao molho de tomates e especiarias com creme de leite. Prato especialmente elaborado para unir as pessoas em seu amor verdadeiro e puro.

Unimos sabor, certa picância, dada com a calabresa sêca e a suavidade do creme de leite, o que harmonizou perfeitamente com o vinho em um conjunto único que soma o lado feminino ao masculino sem julgamentos, sem observações, só verdades e sutilezas únicas em quem tem respeito por tudo.

O vinho é orgânico e produzido pelo corte das uvas Syrah, Cabernet Sauvignon e Merlot.

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Fácil de beber, com uma cor excepcionalmente linda, frutado sem ser incomodativo, fresco e de final pronunciado que se somou ao prato elaborado e se somará a qualquer bom momento vivido de paz e respeito mútuo.

Por isto escolhemos este dia para falar deste vinho que desde sempre nos encanta e nos emociona. O vinho Adobe Rosé Reserva 2018.

E convidamos você leitor para experimentar o vinho e com suas habilidades desenvolver seus próprios pratos, descobrindo sabores e vivenciando experiências. Saúde!

La Pastina

www.lapastina.com.br

0800-7218881

Produtor: Emiliana Organic Vineyards, Chile

 

Harmonização: Fettuccine com camarões flambados ao Champagne e Chardonnay

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Toques & ClocherAutan Chardonnay e Receita de Fettucine

Foram produzidos quatro tipos de vinhos brancos, todos da uva Chardonnay e denominados os Toques & Clochers 4 Terroirs: Autan, Haute-vallée, Océanique e Meditterranéen, cada um com suas particularidades.

Falarei sobre o Toques & Clochers Autan e a harominização com um prato que criei.

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Complexo e refrescante, este vinho do Languedoc-Roussillon é elaborado 100% com a uva Chardonnay.

De coloração amarelo dourado intensa, tem aromas de frutas brancas e na boca é amanteigado com um toque mineral agradável, ótima acidez e notas de champignons frescos. Corpo médio e ótimo volume de boca, untuoso e vibrante.

O produtor combina o respeito à tradição e a utilização das mais novas e modernas tecnologias, a vinícola tem no seu processo de produção dos vinhos todo o cuidado necessário para que nada passe despercebido.

Considerada pioneira no território em termos de qualidade dos produtos e técnicas vitícolas, ela é responsável por abrigar uma área de, aproximadamente, 2.800 hectares com belíssimos vinhedos. A influência do Mediterrâneo, dos Pirinéus e do Oceano Atlântico é o que torna sua marca tão famosa e prestigiada.

Envelhecido por dez meses em barricas de carvalho francesas. Teor alcoólico de 13%. Faixa de preço acima de R$ 100,00.

Abaixo a receita que harmonizou perfeitamente com o vinho.

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Fettucce ao molho de camarões flambados ao Champagne

Rendimento: 5 porções bem servidas

Ingredientes:

– 500 gramas de massa da sua preferência, neste caso Fetuccine;

– 500 gramas de camarões frescos médios limpos, sem casca e sem cabeça;

– 5 tomates maduros e firmes

– 5 grandes cogumelos frescos brancos

– 2 cebolas médias

– 1 colher de manteiga fresca

– 1 colher de chá de pimenta calabresa seca

– 150 g de cebolinha e 150 g de salsa

– 1 lata de creme de leite

– 4 dentes de alho médios

– 1 cálice de rum para flambar

– 200 ml de Champagne (ou um espumante Brut)

– Azeite

– Sal a gosto

Modo de fazer: 

Pique a cebola, os 4 tomates em quadradinhos (O 5º tomate pique separadamente e grosseiramente em grandes cubos), fatie os cogumelos e reserve tudo.

Esprema o alho em uma panela grande com azeite para dourar e junte metade da cebola picada.

Junte os 4 tomates picados e deixe em fogo brando, mexendo algumas vezes para não grudar.

Em outra panela coloque a água e o óleo, bem como o sal e assim que ferver, coloque a massa.

Em uma frigideira grande coloque azeite e manteiga fresca e frite os camarões de forma que fiquem firmes e devem ter sido ligeiramente salgados ao seu gosto.

Adicione o rum á frigideira. Vire levemente a frigideira de forma que o líquido entre em contato com a chama do fogo, e deixa flambar. Cuidado!

Na panela da cebola e tomates, junte o cogumelo fresco em fatias e o tomate picado grosseiramente, adicione a 2/3 da cebolinha e da salsinha e a pimenta calabresa seca. Deixa cozinhar enquanto escorre a massa ao dente. Acrescente a todo este preparo 200 ml de Champagne e deixe ferver aumentando o fogo.

Após todo o molho pronto, acrescente 1 lata de creme de leite diminuindo um pouco o fogo até começar a ferver. Fervendo desligue o fogo.

Em um prato fundo coloque a massa e por cima o molho pronto de camarões e Champagne. Coloque cebolinha e queijo parmesão.

Pronto!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Buy Wine Florença, agenda lotada em dia produtivo – Parte III

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Na manhã seguinte seguimos para o local da feira, uma imensa construção que se assemelha a uma muralha, de fácil acesso do nosso hotel.

Cruzamos a estação de trem de Florença, um sol pálido surgia no horizonte e protegidos pelos nossos casacos do frio da manhã, seguimos cheios de expectativa para a feira.

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Ao chegarmos, nos deparamos com uma fila imensa de credenciamento para cada país de origem. Pensei que eu poderia me cadastrar como jornalista, além de comprador. Olhei o balcão de imprensa e ele estava vazio.

Segui para o balcão, me apresentei, troquei algumas palavras em inglês, conversa aqui, conversa ali e logo já estava com o crachá de imprensa e devidamente credenciado como jornalista.

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Complementei meu cadastro como comprador e ingressei na feira com dois crachás (ticket para dois almoços e quatro cafés). Eu era o único nesta condição, coisa de brasileiro…

Recebemos nossa pasta de trabalho e nossa programação já pré-definida e começamos nos apresentando para cada produtor de mesa em mesa. Seriam todos visitados por cada comprador, de meia em meia hora, e das 9:00 horas ás 16:00 horas da tarde ininterruptamente.

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Provei vários vinhos naquela manhã, entre Chiantis, Chiantis Reservas, vinhos brancos e Brunellos, perguntando sobre a produção, os rótulos, preços e condições comerciais, afinal, este era o grande trabalho a ser feito.

Tivemos uma hora de almoço, self-service, em um salão imenso lotado de compradores internacionais e comida á vontade. Retornamos as rodadas de atendimento e negócios, finalizando e contabilizando no mínimo 11 visitas a cada dia, pois além das visitas agendadas, encaixei algumas esporádicas que me pareceram interessantes.

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Naquele final de dia, seguimos para o hotel com a vontade de provarmos a legítima bisteca Fiorentina.

Tomamos nosso banho e através de uma indicação, seguimos para o restaurante indicado. Caminhamos muito em busca do endereço, por mais ou menos uma hora, e quando lá chegamos o restaurante estava fechado. Retornamos para próximo do nosso hotel, seguindo outra indicação e conseguimos provar no final da noite, a famosa bisteca. Com vinho, é claro!

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Seguimos a pé para o hotel e adormecemos cansados.

O segundo dia de feira não apresentou grandes surpresas em termos de acontecimentos, tudo funcionou como um relógio programado. Tirando o fato de um produtor italiano ter nos destratado quando solicitamos a troca do rótulo por algo mais comercial, ele disse: querem que eu coloque a bandeira do Brasil! Um estúpido que deixamos falando sozinho…

Mas nossa vontade era terminarmos o dia caminhando pelos monumentos e comendo bem. Nos forçamos a sair.

Busquei informações sobre restaurantes e nos reunimos na recepção partindo ás 20:00 rumo ao restaurante selecionado, o 4 Leone. Toquinha na cabeça, cachecol e uma dose temperada de humor.

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Trattoria 4 Leone

Caminhamos pouco, atravessando a Ponte Santa Trinitá e logo já estávamos no restaurante indicado, o Trattoria 4 Leone, localizado na Via dè Vellutini, 1r, 50125 (www.4leoni.com). Entramos e logo já conversávamos animadamente com o garçom enquanto degustávamos um vinho branco, chardonnay do Frescobaldi, o Pomino Bianco, dando muitas risadas.

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Entrada: Alcachofra gratinada com queijo

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Parma, creme e bolinho de queijo

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Massa com carne de javali

Pedimos as entradas, os pratos e nos deliciamos com a cozinha bem feita e o esmero na preparação de cada detalhe.

Lugar extremamente aconchegante e pratos deliciosos! Sensacional!

PB

Caminhamos retornando para o hotel, sem deixarmos de observar as vielas estreitas e vazias, coisa bem característica nesta região. Seguimos mais uma vez ao lado do rio, observando a noite gostosa e com temperatura por volta de 10°, muito agradável.

Lá estávamos novamente no Hotel Cavaliere para uma noite de sono.