Vinho italiano Memoro Rosso recebe medalha de ouro e 95 pontos da revista Decanter

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Criado para celebrar os 150 anos da unificação italiana, em 2011 é um vinho que combina uvas de quatro regiões diferentes da Itália

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Importado pela Vinci, o tinto italiano Memoro Rosso da vinícola Piccini, é um vinho já muito conhecido nas nossas degustações.

Vinho macio e equilibrado que acabou de receber a medalha de ouro e 95 pontos  da prestigiada revista inglesa Decanter.

Não poderia ser diferente. Um vinho extremamente agradável e elaborado com as uvas  Primitivo (40%) sendo parcialmente passificadas, da região da Puglia, Montepulciano (30%), de Abruzzo, Nero d’Ávola (20%), da Sicília, e Merlot (10%) do Veneto.

Confesso que não sou fã das uvas primitivo e Nero d’Avola, mas o vinho é surpreendente bom em seu blend. Vinho frutado e aveludado que “desce” deliciosamente e é fácil de beber acompanhando qualquer momento.

Por sua denominação não é um vinho safrado.

Ótima opção para os dias frios e ideal para acompanhar pizzas, massas e carnes vermelhas.

Sobre a Piccini

Um dos nomes mais importantes da Toscana e do vinho italiano, Piccini é a vinícola familiar que é quase um sinônimo de rótulos inovadores, modernos e irresistíveis. As novidades produzidas mostram que é possível combinar a tradição com as mais modernas técnicas para originar vinhos cheios de fruta, fáceis de gostar e com preços atraentes.  Produz deliciosos Chiantis e diversos outros vinhos nas diferentes denominações.

Onde encontrar:

Vinci Pamplona

Rua Pamplona, 917 – Jardim Paulista – (11) 3130-4500

Estacionamento: Unique Park – Rua Pamplona, 833

www.vinci.com.br

 

Casa Scalecci apresenta vinhos excepcionais da Sicília

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Empresa familiar existe a mais de um século

Os vinhos da Casa Scalecci chegam ao mercado brasileiro vindos da Sicília, Sul da Itália, lugar de solo e clima favoráveis para a produção de uvas de qualidade. O sol intenso do mediterrâneo auxilia o plantio e colheita no seu ponto exato onde o solo é fertilizado e atingido pelos ventos vindos do Norte da África, na costa meridional da ilha.

A produção é controlada acima de tudo pela qualidade e não pelo volume. Uma rica combinação entre um solo calcário com a mineralidade pétrea das vinhas plantadas em solos graníticos permite que a água deslize com facilidade, alcançando resultados impressionantes na qualidade final dos vinhos. O que pode ser comprovado na taça.

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Estive na apresentação oficial dos vinhos no Banana Café em São Paulo. Mas mesmo antes disso pude provar e comprovar a qualidade dos produtos em feira realizada em São Paulo e com muitas risadas e um grande bate papo com o proprietário, pude conhecer um pouco deste produtor e seus vinhos que me agradaram de pronto!

Os vinhos realmente impressionam pela qualidade apresentada. Os brancos têm estrutura e frescor, apresentando uma exuberância em suas notas aromáticas e gustativas. São elegantes, intensos e marcantes.

Os tintos são de uma complexidade que pouco vi nos vinhos da Sicília, trazem intensidade nos aromas e nos sabores e enchem a boca em agradável sensação de fruta e vigor nos vinhos.

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A degustação se deu com frios e queijos especialíssimos do Banana Café.

HISTÓRIA

Em 1920 o avô do atual proprietário, Rosario Assennato, comprou o “Feudo Scalecci” de uma princesa siciliana junto com alguns irmãos. Desde então o solo da região vem surpreendendo, mostrando-se cada vez mais apto a cultivar uvas de qualidade. Durante a guerra, a Casa sobreviveu vendendo sua produção em forma de mosto aos franceses, que buscavam na Sicília boas uvas para seus próprios vinhos. Na época foi construído um canal para transportar o vinho diretamente ao Porto de Marzamemi, cidade costeira próxima a Pachino. O atual proprietário da Casa Scalecci, Rosario Assennato, ampliou os planos de seus antepassados e aumentou ainda mais a capacidade de produção da vinícola.

OS VINHOS

 

Rocío – Uvas Sauvignon Blanc e Grillo, cor amarela clara com reflexos verdes. Possui aroma que remete a flores como o jasmim e frutas como cerejas e castanhas. Aromático, equilibrado e consistente, ao mesmo tempo em que mantém o frescor.

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Chardonnay – Gostei muito desse vinho. Talvez por ser um amante da casta Chardonnay, mas também pelo equilíbrio apresentado na taça e em todas as suas variáveis.

Elegante e frutado mostra uma tonalidade amarelo brilhante com reflexos dourados. Seu aroma remete a frutas como pêssego e na boca traz notas de abacaxi e banana. Mostra equilíbrio entre refrescante e ácido.

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Massasaro – Uvas Nero D’Ávola e Cabernet Sauvignon. Notas de grama e groselha, frutas vermelhas e especiarias. Na boca é abundante e rico, com sabor frutado, picante e persistente. O tom vermelho rubi reflete forte característica da mineralidade do solo. Perfeito para harmonizar com carnes vermelhas.

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Cierzo – Uvas Sauvignon Blanc (50%) e Chardonnay (50%). Aroma de frutas e ervas e um sabor que remete a frutas tropicais, mel, pera e pêssego. Acompanha pratos de peixe e frutos do mar.

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Sauvignon Blanc – Monovarietal que se caracteriza por uma cor amarelo claro com reflexos verdes e dourados. Aromas herbáceos, frutas tropicais, mel, pera e nectarina. Na boca é doce e ácido, com notas cítricas e ótimo frescor.

Provei outros tintos também, mas esses ainda não estão no Brasil!

http://www.casascalecci.com

 

 

 

Franciacorta é amor a primeira vista

Franciacorta

Love, life and Franciacorta. Perfume, elegância e delicadeza, dentro e fora da taça

Como falar de amor e vinhos sem mencionar a Itália e minhas raizes?

Pensei bastante nas uvas que gosto, na Chardonnay, na Pinot Noir e nos vinhos em geral e só pude imaginar uma uva, ou uvas,  para descrever o que e quem me representaria no amor.

Descobri que o amor é feito de blend, é mescla, mistura, corpo e alma, é passado, presente e futuro. É tradição, são histórias contadas, é o tempo.

Uni meu gosto pessoal e alguns contrastes, bem como certos aspectos individuais que seriam a minha complementação.

Pensei mais uma vez na Itália, berço do vinho, nos significados, nos sinais e claro, no sentimento.

Pensei nos aromas, comparei perfumes, pele, cor, sabor e textura.

Pensei na forma, no corpo, na alma, nas pernas ou lágrimas, na intensidade, no toque nos lábios, nas revelações, nas descobertas ou redescobertas.

Na evolução… na taça, na garrafa… no ontem, no hoje e no amanhã.

Pensei nas borbulhas, na picância, no desejo…

Me dei conta que assim como no amor, o vinho não pode ser enjoativo, ele tem que ser crescente, tem que permanecer, fazer sua graça, dançar na leveza e nas borbulhas, na língua, no olhar, no corpo em si.

Pensei ainda na autenticidade, na profissão, no ensino e aprendizado constante.

No conhecimento da língua, nas origens e onde tudo começou.

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Onde o amor começou… ele sempre!

Meu pensamento não alcança, mas meu coração e sentimento sabem que a visão do hoje é reflexo de um passado distante, e veio de pai para filho, tal qual a terra em suas gerações, emanações do passado em reflexo presente.

Aí sim pensei: O amor é blend e como mistura leva a característica de várias uvas, semelhantes as qualidades, cada uma em sua parcela onde uma complementa a outra.

Franciacorta, método tradicional, “Champenoise” que o tempo prepara, espera, invade, torna sutil e complexo.

O conteúdo, nele, com ele, completo nele.

Nada como representar o amor pelo perlage, as borbulhas, lembrando do impacto do beijo, o estalo na língua.

Mil vidas, mil..cor..ações em ações que um Deus compreende na composição das telas, das teias, da terra, da vida!

Vem da Chardonnay, da Pinot Noir e da Pinot Blanc, algo que vai da característica individual à complexidade da estrutura formada, feita, lapidada.

Da essência à vivência.

Provar um Franciacorta, é mudar a perspectiva de tudo aquilo em que já se acreditou, vivenciou, viveu.

De taça em taça, em paradas muitas, sem sentido, sem emoção, sem verdades e sem esperanças… até chegar aqui, provar, sentir, se deliciar…complementar.

Franciacorta é a experiencia que muda uma vida e sua visão de mundo, sua ótica, sua perspectiva, seu sentir

É redundância, é pele, são corações.

É alma gêmea.

É amor a primeira vista!

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Consórcio com representação de 17 vinícolas da Itália aposta no mercado brasileiro

Chianti

Produtores de Chianti desembarcam em São Paulo para reuniões e degustações

O Consorzio Vino Chianti desembarca em São Paulo no dia 19 de outubro, uma sexta-feira, com uma comitiva de representantes de 17 de suas mais expressivas vinícolas para uma série de ações que incluem reuniões com importadores de diversos estados do Brasil, além de degustações para profissionais do segmento.

Com reuniões B2B entre agentes das vinícolas e importadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul, o consórcio tem o objetivo de promover negócios e ampliar a presença dos vinhos de Chianti na América Latina.

Além disso, haverão degustações conduzidas por enólogos que irão apresentar as principais características dos rótulos de Chianti ao mercado brasileiro.

As vinícolas que integram a programação de atividades em São Paulo são:

Tenuta di Artimino, Camperchi, Villa Travignoli, Cantina Sociale Colli Fiorentini – Valvirginio, Val di Botte, Casa Vinicola Bartali, Podere Marcialla, Vi&Mo – Azienda F.lli Cei, Fattoria L’Arco, Guidi 1929, Il Palazzo, Fattoria Betti, Fattoria Montecchio, Podere dell’Anselmo – Fabrizio Forconi, Vino Sorelli, Pieve de’ Pitti e Fattoria Il Muro.

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Os vinhos de Chianti

Considerar a história dos vinhos italianos é considerar a história do próprio país. Os vinhos da Itália estão entre os melhores do mundo por conta do solo e clima favoráveis, ampla variedade de uvas e práticas de viticulturas trazidas há milhares de anos pelos gregos, que já conheciam a importância da viticultura quando batizaram a região de “Enotria” ou “Terra dos Vinhos”. Além da qualidade, o país se tornou um dos maiores produtores de vinhos no mundo. Em 2017, foi o principal produtor do continente europeu, à frente da França e da Espanha.

Com territórios nas províncias de Florença, Siena, Pisa, Pistoia, Prato e Arezzo, a região de Chianti é uma denominação controlada, ou seja, só podem ser chamados vinhos de Chianti os rótulos elaborados ali e que atendam a determinadas especificidades de microrregiões e envelhecimento.

Atualmente, são protegidos pelo Conzorcio Vino Chianti cerca de 3 mil fabricantes, com mais de 15.500 hectares de vinhedos, que produzem 80.000 hectolitros de vinhos Chianti – que tem a uva Sangiovese como uma das responsáveis por seu sucesso.

As uvas que predominam nos vinhos de Chianti são: Sangiovese, Canaiolo (Tintas), Trebbiano e Malvasia (Brancas).

Galo

A Lenda do Galo

Em meados do século XVII, as disputas políticas envolvendo as cidades de Siena e Firenze (Florença) quanto à extensão territorial de cada uma alcançaram também a denominação dos vinhos Chianti. Para resolver essa questão, foi proposta a realização de uma prova para a delimitação das fronteiras.

A prova, uma corrida, envolveria um cavaleiro de cada cidade que deveria sair em direção à outra assim que o galo cantasse na alvorada. A fronteira seria o ponto onde eles se encontrassem. Acertado isso, o povo de Siena elegeu um galo bonito, jovem, bem nutrido para cantar na alvorada enquanto que o povo de Firenze escolheu um galo negro, magro e mal alimentado. É claro que o galo de Firenze acordou mais cedo, pois tinha fome, e cantou antes do galo de Siena fazendo com o que o cavaleiro de Firenze tivesse boa vantagem.

Essa vantagem fez com que os cavaleiros se encontrassem já bem perto de Siena e, como consequência, a cidade de Firenze conquistou um território maior que a vizinha. Dizem que essa disputa também levou para Firenze a exclusividade do nome Chianti que é representada nas garrafas por um galo negro.