Road Show Inovini percorre várias cidades em sua edição de 2018

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Muitas degustações programadas nesta edição do Inovini Road Show 2018, com a presença de grandes produtores como a vinícola alemã Dr. Loosen, que pela primeira vez participa do Road Show. Sem dúvida imperdível!

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O evento acontece de 14 e 18 de maio, desembarcando em cinco cidades de quatro estados diferentes. Maringá e Curitiba, no Paraná; Balneário Camboriú, em Santa Catarina; Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul; e Campinas, em São Paulo, o Road Show mantém a ideia de prestigiar potenciais mercados, fugindo do eixo Rio – São Paulo.

Ao lado da Dr. Loosen todos poderão conferir os premiados vinhos da Argentina representada pelas vinícolas Achaval-Ferrer e Doña Paula, esta última apresentando seu novo Los Cardos Rosé of Malbec. Já a Achaval Ferrer mostra seu Achaval Ferrer Blend, um excepcional “entry level” de grande estilo.

Da Austrália participa Hardy’s e Kumala da África do Sul. As tradicionais Los Vascos e Undurraga virão representar o Chile. E a espanhola González-Byass aproveita o road show para lançar o vinho Pazo de Lusco. Um branco 100% Albariño produzido na região espanhola de Rías Baixas.

Apostando num formato de evento mais intimista, a Inovini valoriza o encontro direto entre os produtores, formadores de opinião e consumidores finais. Com bate-papo, degustações descomplicadas e comentadas favorece o networking entre os representantes das vinícolas e o público que frequenta o evento.

Haverá a venda com preços diferenciados onde os consumidores poderão adquirir vinhos com valores e condições pra lá de especiais.

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Agenda e serviços:

  • 14/5 – Maringá – Loja Século

Endereço: Av. Euclides da Cunha, 1203. Horário: das 17h às 22h. Preço: Antecipado R$ 100,00. Valor do ingresso será revertido em crédito de R$ 50,00 para compras dos vinhos participantes do evento. Válido somente no dia do evento. Valor não cumulativo.

  • 15/5 – Curitiba – Porcini Trattoria (evento à tarde para clientes do trade e imprensa)

Endereço: Rua Buenos Aires, 277- Batel.

  • 16/5 – Balneário Camburiú – Tedesco Marina Garden Park (em parceria com Casa Mayer);

Endereço: Av. Normando Tedesco, 1350 – Barra Sul. Horário: das 19h às 22h. Telefone: (47) 3367-1479. Preço: Antecipado R$ 100,00. Valor do convite será revertido em crédito de R$ 50,00 na compra de vinhos dos fornecedores do evento. Compras no dia do evento. Crédito não cumulativo.

  • 17/5 – Caxias do Sul – Boccati.

Endereço: Rua Antonio Ribeiro Mendes, 2043. Horário: das 19h30 às 22h30. Preço: Antecipado R$ 140,00. Valor do convite revertido em abatimento de compras acima de R$ 800,00. Compras até do dia do evento 17/05.

  • 18/5 – Campinas – Empório Sta. Therezinha

Endereço: Av. Guilherme Campo, 500 – loja RX 005- Shopping Don Pedro XX. Horário: das 19h às 23h. Preço Convite: R$ 180,00 sendo o valor de R$130,00 convertido em compras no dia do evento.

Sobre a Inovini

A Aurora, tradicional importadora presente no mercado brasileiro desde 1946, lançou em 2009 a marca INOVINI, divisão dedicada exclusivamente ao mercado de vinhos finos. A empresa que já atuava na importação e distribuição desse segmento optou por criar uma área específica para que o segmento ganhasse maior foco dentro da companhia. Com isto, agregou novas marcas ao seu portfólio e trouxe um time de profissionais com sólida experiência de mercado.

Serviços: Tel.: (11) 3623-2280

Site: www.inovini.com.br

 

 

Whisky The Macallan: Dicas para o momento de consumo

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Gianpaolo Morselli, Brand Embassador da marca The Macallan, dá dicas e orientações de como melhorar a experiência de quem degusta este líquido tão precioso.

Algumas dúvidas sempre aparecem quando se fala do whisky. Algumas porque realmente criaram-se mitos, outras simplesmente por falta de maior conhecimento. Abaixo algumas dicas e orientações que podem melhorar a experiência no momento do consumo.

Afogamento

Já há algum tempo que se sabe que a água, ao contrário do que se acredita, não é inimiga de um bom single-malt. Pingar algumas gotas no copo pode abrir o aroma e sabor, mas a conta é 30% de água do volume total da dose.

“Excesso é ruim, não a presença. Água no whisky é igual sal na comida, o objetivo é realçar e não cobrir o sabor”, explica. Mas atenção. É preciso saber escolher a água. Quanto mais minerais (ferro, cálcio, manganês, etc), mais interferência a água terá no sabor da bebida.

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Longo ou curto?

Nenhum dos dois. O melhor copo para tomar um whisky super premium, deve ter uma superfície em grande contato com o ar. Enquanto o copo longo é para drinks ou whiskies standard, que recebem muito gelo, um copo curto muito fechado também compromete a experiência.

“Quanto mais aromática é a bebida, mais interessante é que você a coloque em um copo que tenha uma superfície em contato grande com o ar”, comenta o especialista. Uma taça de vinho tinto, que não apenas abra, mas retenha o aroma, é a melhor aposta. A taça Bordeaux, por exemplo, é muito melhor que o copo baixo, que não tem bojo.

Favor não chacoalhar

O whisky tem no mínimo 40% de álcool. O vinho tem no máximo 16%. Quando você chacoalha um líquido que tem tanto álcool como um single-malt, vem à tona muito mais o aroma do álcool do que do whisky. Portanto, diferente do vinho, para liberar o aroma da bebida, o correto é girar o copo 45 graus, para molhar toda a superfície interna da taça e assim fazer com que os aromas evaporem uniformemente.

Idade, teor alcoólico e seus mitos

Associar o tempo de envelhecimento sinalizado na garrafa à quantidade de álcool é um mito. O componente serve para fixar o aroma e sabor, tal qual acontece com perfumes. Ou seja, quanto mais “corpo” a bebida tem, mais álcool é preciso para que o single-malt não volatilize perdendo os sabores. É essa a mesma razão de afirmar que, ao contrário do que se pensa, é o maior teor alcoólico que torna a bebida mais agressiva. A verdade é que um whisky 40% (12 anos), por exemplo, é mais agressivo que um 50 ou 55%. Também não é o tempo de envelhecimento que garante um bom whisky. É a madeira na qual ele envelhece que confere mais aroma, estrutura e qualidade, pois quanto mais velha a árvore, mais resinas e óleos essenciais do carvalho ela contém, conferindo mais complexidade à bebida. A árvore de carvalho da madeira do barril do The Macallan, por exemplo, tem que ter no mínimo 100 anos.

Gianpaolo reforça que um toque pessoal é sempre bem vindo. O especialista, por exemplo, tem um ritual pessoal para suas doses de The Macallan: abrir, servir, e deixar a dose descansar cerca de 40 minutos. “O líquido respira, fica mais doce, menos volátil, ou seja, estabiliza”, comenta.

Informações: Aurora Importadora – http://www.aurora.com.br/ e (11) 3048-2288

Sobre The Macallan

Fundada em 1824, às margens do rio Spey no nordeste da Escócia, The Macallan iniciou sua vida como uma empresa pequena, fornecendo à vizinhança um whisky single malt que rapidamente alcançou fama por sua excelente qualidade. Os primeiros donos compartilhavam a determinação na fabricação do melhor produto possível, um legado que foi passado através de gerações. Hoje, a reputação de The Macallan pela qualidade e caráter distintivo é apreciada por “connoisseurs” do mundo todo *e é reforçada pela sua constante aparição no Guiness Book, o livro dos recordes, na categoria garrafa de whisky mais cara já vendida. O último recorde mundial foi de USD 628 mil. Tal feito toma como base o trabalho dos antigos mestres para que sejam usufruído pelas futuras gerações.