Drink “The Farmer’s Mule” com vodka sem glúten

Stoli

O clássico atemporal Moscow Mule é um coquetel que nunca sai de moda e dá origem a diversas variações em torno da ideia original.

Criado nos Estados Unidos, na década de 1940, já chama a atenção pela forma com que é servido: em canecas de cobre. Mas independente da parência, o “líquido” é o que realmente faz toda a diferença.

O drink que consegue ser doce e refrescante ao mesmo tempo e agradando aos diversos paladares. Aqui a versão saudável criada com vodka Stolichnaya Glúten Free, o The Farmer´s Mule.

De fácil preparo, basta colocar em uma coqueteleira 60 ml de Stolichnaya Glúten Free, 45 ml de suco fresco de limão, açúcar a gosto e um pedaço pequeno de gengibre macerado com limão.

Primeiro coloque na coqueteleira o gengibre e macere. Adiciona todos os demais ingredientes e bata. Coe e sirva sobre o gelo moído em uma caneca Moscow Mule.

Finalize enfeitando com uma fatia de limão.

Receita The Farmer's Mule

Um pouco sobre a vodka Stolichnaya Glúten Free

Stolichnaya é a única vodka do mundo a obter o certificado Alpha Grade Spirit, rígido padrão russo de qualidade que estabelece um novo patamar, levando os níveis de pureza a resultados jamais vistos. E tal feito só é possível graças à comunhão entre a mais avançada tecnologia na destilação com o rigor na seleção dos ingredientes da mais alta classe. Com esse histórico, Stoli não poderia deixar de ser também a primeira vodka 100% glúten free do mercado.

Uma vodka feita em pequenos lotes, mais artesanal, destilada a partir de um blend de milho e trigo sarraceno, ingredientes naturalmente sem glúten.

www.aurora.com.br/marcas/stolichnaya/

Whisky The Macallan: Dicas para o momento de consumo

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Gianpaolo Morselli, Brand Embassador da marca The Macallan, dá dicas e orientações de como melhorar a experiência de quem degusta este líquido tão precioso.

Algumas dúvidas sempre aparecem quando se fala do whisky. Algumas porque realmente criaram-se mitos, outras simplesmente por falta de maior conhecimento. Abaixo algumas dicas e orientações que podem melhorar a experiência no momento do consumo.

Afogamento

Já há algum tempo que se sabe que a água, ao contrário do que se acredita, não é inimiga de um bom single-malt. Pingar algumas gotas no copo pode abrir o aroma e sabor, mas a conta é 30% de água do volume total da dose.

“Excesso é ruim, não a presença. Água no whisky é igual sal na comida, o objetivo é realçar e não cobrir o sabor”, explica. Mas atenção. É preciso saber escolher a água. Quanto mais minerais (ferro, cálcio, manganês, etc), mais interferência a água terá no sabor da bebida.

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Longo ou curto?

Nenhum dos dois. O melhor copo para tomar um whisky super premium, deve ter uma superfície em grande contato com o ar. Enquanto o copo longo é para drinks ou whiskies standard, que recebem muito gelo, um copo curto muito fechado também compromete a experiência.

“Quanto mais aromática é a bebida, mais interessante é que você a coloque em um copo que tenha uma superfície em contato grande com o ar”, comenta o especialista. Uma taça de vinho tinto, que não apenas abra, mas retenha o aroma, é a melhor aposta. A taça Bordeaux, por exemplo, é muito melhor que o copo baixo, que não tem bojo.

Favor não chacoalhar

O whisky tem no mínimo 40% de álcool. O vinho tem no máximo 16%. Quando você chacoalha um líquido que tem tanto álcool como um single-malt, vem à tona muito mais o aroma do álcool do que do whisky. Portanto, diferente do vinho, para liberar o aroma da bebida, o correto é girar o copo 45 graus, para molhar toda a superfície interna da taça e assim fazer com que os aromas evaporem uniformemente.

Idade, teor alcoólico e seus mitos

Associar o tempo de envelhecimento sinalizado na garrafa à quantidade de álcool é um mito. O componente serve para fixar o aroma e sabor, tal qual acontece com perfumes. Ou seja, quanto mais “corpo” a bebida tem, mais álcool é preciso para que o single-malt não volatilize perdendo os sabores. É essa a mesma razão de afirmar que, ao contrário do que se pensa, é o maior teor alcoólico que torna a bebida mais agressiva. A verdade é que um whisky 40% (12 anos), por exemplo, é mais agressivo que um 50 ou 55%. Também não é o tempo de envelhecimento que garante um bom whisky. É a madeira na qual ele envelhece que confere mais aroma, estrutura e qualidade, pois quanto mais velha a árvore, mais resinas e óleos essenciais do carvalho ela contém, conferindo mais complexidade à bebida. A árvore de carvalho da madeira do barril do The Macallan, por exemplo, tem que ter no mínimo 100 anos.

Gianpaolo reforça que um toque pessoal é sempre bem vindo. O especialista, por exemplo, tem um ritual pessoal para suas doses de The Macallan: abrir, servir, e deixar a dose descansar cerca de 40 minutos. “O líquido respira, fica mais doce, menos volátil, ou seja, estabiliza”, comenta.

Informações: Aurora Importadora – http://www.aurora.com.br/ e (11) 3048-2288

Sobre The Macallan

Fundada em 1824, às margens do rio Spey no nordeste da Escócia, The Macallan iniciou sua vida como uma empresa pequena, fornecendo à vizinhança um whisky single malt que rapidamente alcançou fama por sua excelente qualidade. Os primeiros donos compartilhavam a determinação na fabricação do melhor produto possível, um legado que foi passado através de gerações. Hoje, a reputação de The Macallan pela qualidade e caráter distintivo é apreciada por “connoisseurs” do mundo todo *e é reforçada pela sua constante aparição no Guiness Book, o livro dos recordes, na categoria garrafa de whisky mais cara já vendida. O último recorde mundial foi de USD 628 mil. Tal feito toma como base o trabalho dos antigos mestres para que sejam usufruído pelas futuras gerações.

 

 

Vem aí mais uma edição do VINÍLICO: Vinho & Música

Vinilico

Em sua segunda edição, o Vinílico se firma como excelente opção aos amantes de vinho e música.

O público poderá degustar vinhos importados e nacionais ao som de músicos da cena autoral em SP, trocar e comprar discos de vinil ao som de pocket shows.

O evento acontece dia 5 de maio, um sábado, das 15 às 19 horas, em São Paulo (SP), no charmoso pátio da Unibes Cultural (ao lado do Metrô Sumaré) e como não poderia deixar de ser, nós do Vinho dos Anjos estaremos presentes e prestigiando este evento.

Os vinhos que darão o tom e o sabor da tarde de sábado serão apresentados pela Cantu Importadora, pela vinícola Quinta da Companhia, o wine bar Vino! e pelas lojas Santé Vinhos, Bendito Vinho e Wine Lovers, que vão levar ao Vinílico rótulos selecionados e exclusivos.

Além de degustar a ampla oferta de vinhos, será possível adquirir produtos a preços especiais contando, e utilizando R$ 10,00 do valor do ingresso como crédito na compra de vinhos.

Ao palco vão subir os músicos e compositores Maria ÓLulina, Lara AufrancIgor CaracasDanilo Penteado e Guilherme Kafé. Entre os expositores de vinil, estão confirmados a Animal Discos, Mafer Records e Marafo Records, que levam suas coleções para troca ou venda.

“Seguindo a crescente demanda de apreciadores de vinho no Brasil e de colecionadores da mídia musical dos anos 40, surge o Vinílico, o primeiro evento que une os dois mundos em uma tarde com muita música boa. Esperamos que a segunda edição do festival repita o sucesso da primeira, e que renda muita energia boa e troca de ideias com pessoas que compartilham os mesmos gostos”, resume Mauricio Tagliari, idealizador do evento e curador das atrações musicais.

O ingresso para o Vinílico custa R$ 60 e dá direito a degustação de vinhos + shows + R$ 10,00 para compra de vinhos’.

Festival Vinílico

Dia 5 de maio, sábado, das 15 às 19 horas

Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2.500

Ingressos: R$ 60,00 (R$ 10,00 podem ser usados para comprar vinhos)

Haverá venda no dia do evento na bilheteria (dinheiro e cartões de débito e crédito)

Vendas: https://vinilicosp.minhalojanouol.com.br/home

Até lá! Saúde!

 

 

Marcas de vinhos mais admiradas do mundo: Cono Sur e Emiliana

La pastina logo

As vinícolas Cono Sur e Emiliana estão entre as 50 marcas de vinho mais admiradas do mundo, segundo a Revista Drinks International. O “The World’s Most Admired Wine Brands” é um ranking anual feito com a participação de renomados especialistas do mundo do vinho, e no ranking de 2018, as marcas importadas com exclusividade pela La Pastina, se destacaram entre as vinícolas mais prestigiadas do mundo, como a Chateau Lafite e Chateau Margoux.

A lista é construída com base numa série de critérios que orientam os jurados durante o processo de escolha. São avaliados: a qualidade consistente e crescente dos vinhos, a região ou país de origem, as necessidades e gostos dos consumidores, além da comercialização e distribuição dos vinhos.

Eu sou suspeito em falar dessas duas vinícolas, em minhas postagens sempre faço minhas harmonizações com os vinhos da Cono Sur ou Emiliana, por serem versáteis e fáceis de combinar e ainda terem um excelente custo X benefício.

Emiliana

A Cono Sur foi a primeira vinícola no Chile a produzir o Pinot Noir Premium e a primeira a exportar. A vinícola acabou se especializando nessa cepa, tanto que é a maior proprietária de vinhedos desta uva no mundo, produzindo 5 milhões de garrafas por ano.

Já a Emiliana é considerada a maior vinícola orgânica do mundo, produzindo vinhos com caráter e personalidade únicos, com a máxima expressão do terroir. Toda a produção é marcada por elevados padrões de qualidade que se refletem em seu extenso portfólio de vinhos de qualidade e elegância, além de serem sustentáveis, orgânicos e biodinâmicos.

A distribuição dos produtos é uma das chaves do sucesso, as marcas podem ser encontradas em muitos pontos de venda sem a necessidade de se desgastar para encontrar.

Serviço:

La Pastina
Site: www.lapastina.com
SAC: 0800-7218881