Do vinho rosé aos azeites: Vinícola Aurora se faz presente em cores, aromas e sabores

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A Vinícola Aurora apresenta o seu vinho rosé Aurora Reserva Rosé 2017 elaborado 100% com a uva Merlot.

Esse rosé chega para ser uma das boas opções em vinhos leves e despretensiosos em épocas de clima quente mas que, pela sua característica gastronômica e ampla gama de harmonizações, é ideal para todas as fases do ano.

Aurora merlot rose

Ideal para acompanhar os diversos pratos da cozinha asiática – tailandesa, japonesa, chinesa ou indiana – , a vasta culinária litorânea de várias origens (paellas, risotos com frutos do mar, ensopados de peixes e moquecas em geral) além de assados de carne branca e suína e massas com molhos leves e sem carne, além de diversas frituras presentes nas mesas de bar e nas festas, o Aurora Reserva Rosé também é excelente nas reuniões ao redor da piscina ou na praia, com sua leveza e frescor.

Na riqueza de aromas sedutores de frutas tropicais e forte presença de morango e de framboesa, além de toques florais nos seus aromas. Na estrutura revelada em boca com interessante acidez, toda a harmonia no corpo e na estrutura, formam um conjunto delicioso e faz deste rosé um vinho leve, impossível de provar só uma taça.

Aurora rose uvas merlot

Seu layout do rótulo foi pensado para destacar a leveza e a jovialidade.

Além disso, a Vinícola Aurora lança também seu azeite extra virgem chileno na linha Pequenas Partilhas Notáveis da América.

Maior vinícola do Brasil amplia sua linha com conceito de América do Sul incorporando a ela um azeite gourmet de alta qualidade, elaborado no Vale do Maule, no Chile.

As opções de embalagem são em garrafas de 500 ml de vidro escuro com o prático bico dosador vai e vem e em kits com 12 garrafinhas de 15 ml, ideais para consumir em doses únicas ou para presentear.

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Faz parte do projeto de ampliação da linha Pequenas Partilhas Notáveis da América, lançada em 2015 com vinhos tintos de uvas ícones de 4 países produtores sul-americanos: Cabernet Franc do Brasil, Carmenère do Chile, Malbec da Argentina e Tannat do Uruguai.

O objetivo desse projeto é o de atender aos clientes que apreciam produtos com diferenciais de qualidade, prezando pela saúde e bem estar, em todo o Brasil.

A opção de integrar a linha com azeite se deu em razão dessa sinergia natural e histórica entre vinho e azeite. O Chile foi o país escolhido para ser o fornecedor do azeite, em função de suas privilegiadas condições naturais e fitosanitárias.

O azeite extra virgem Pequenas Partilhas Meio Dia Notáveis da América é elaborado no Vale do Maule, com as variedades picual (70%) e arbequina (30%), e tem um índice de acidez máxima de 0,2%. É um azeite extra virgem de alta gama, muito bem equilibrado (com a picância da picual e a suavidade da arbequina) e agradável ao paladar, ideal para enriquecer o sabor de folhas verdes fortes, carnes vermelhas grelhadas e para compor vários tipos de molhos. Estará em breve à venda em lojas, empórios, restaurantes e em grandes redes de varejo de todo o Brasil.

Cooperativa Vinícola Aurora

Visite o site: www.vinicolaaurora.com.br

SAC: 0800 701 4555

Matriz Bento Gonçalves (RS): (54) 3455-2000

Filial São Paulo: (11) 3051-6124

Escritórios e representantes em todo o território nacional

 

 

 

 

 

Quando o valor da rolha se transporta e se revela na qualidade do vinho

Cortiça

A rolha de cortiça é mais do que um simples vedante esta e outras conclusões surgiram dos participantes do evento Neuroenological Tasting: The Grand Cork Experiment, conduzido pela Bompas & Parr, em colaboração da Apcor com a expert em experiências multissensoriais inglesa.

O evento se realizou no eclético bairro londrino do Soho e teve como objetivo a realização de uma pesquisa do psicólogo e professor Charles Spence, do Cross modal Research Laboratory da Universidade de Oxford.

“É impossível não sorrir quando ouvimos o espocar de uma rolha”, diz Sam Bompas, que, junto com Harry Parr, levaram conceitos de marketing e arquitetura para suas performances relacionadas com alimentos em todo o mundo.

Os participantes do Neuroenological Tasting foram levados a uma sala confortável, onde tomaram contato com as qualidades da cortiça ao som de música agradável. Levados a outra sala, puderam conhecer a cortiça em estado puro, como a casca do Quercussuber (o sobreiro), tocá-la, cheirá-la, observar seu comportamento físico. Do tato à audição, da visão ao olfato e ao paladar, cada participante pôde conhecer a cortiça em seus aspectos ecológicos, assim como de sua ligação histórica com o vinho.

 A percepção positiva da rolha não é um fenômeno isolado nem criado a partir de uma experiência sensorial apenas. Ao contrário, ela reforça o que as pesquisas dizem: o consumidor entende que um vinho com rolha de cortiça tem mais qualidade. Na China, levantamento mostrou que 96,8% dos consumidores acreditam que a cortiça melhora o vinho, em um país em que 95% dos melhores vinhos à venda no mercado são fechados com rolha de cortiça. Na Espanha, 95% dos consumidores preferem seus espumantes fechados com rolha de cortiça também. O instituto Opinion Way, em apuração realizada junto aos consumidores franceses, no primeiro semestre de 2017, apontou que 83% deles preferem seus vinhos fechados com rolhas de cortiça.

O experimento conduzido pelo professor Charles Spence, da Universidade de Oxford, pretendia saber se o que ouvimos pode nos influenciar a formar uma expectativa. No caso, tratou-se de saber, por meio de um estímulo sonoro, como o espocar de uma rolha de cortiça, era capaz de trazer sensações imediatas. Para tanto, usou dois vinhos de qualidade semelhante, cujos rótulos estavam encobertos, que ora estavam numa garrafa com rolha de cortiça, ora estavam numa garrafa com rosca de alumínio (screwcap). Se, no início, o som era o único estímulo, o visual (a abertura da garrafa na frente dos participantes) também foi incorporado na fase seguinte.

Ao todo, foram 140 participantes, de faixa etária abrangente (18-25, 25-35, 35-45 e mais de 45 anos de idade). No grupo havia de leigos aos que se consideravam bons conhecedores. Tanto no teste sonoro, como no que incluiu o visual, a maioria apontou o vinho da garrafa com rolha de cortiça como de melhor qualidade (mesmo quando os tipos de abertura foram invertidos, sem conhecimento deles, obviamente).

Em resposta à questão sobre a preferência pelo tipo de fechamento de garrafa, 113 disseram preferir cortiça, 13 optaram pela screwcap e 14 não souberam responder.

Outro resultado relevante da pesquisa foi a associação do espocar da rolha não só com a qualidade, mas com o tipo de humor e o clima de celebração. A cortiça remete à celebração, conforme atestou a pesquisa quando perguntou qual dos vinhos provados eram mais apropriados às festividades. Quando perguntados se, naquele momento, estavam propensos à celebração, o som da rolha de cortiça foi fator de influência no comportamento e na resposta dos participantes.

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Para o especialista em vinhos e embaixador da cortiça de Portugal no Brasil, Carlos Cabral, o casamento entre o vinho e a rolha não tem prazo para terminar. Pois não há nada mais charmoso do que abrir uma garrafa e ouvir o espocar de uma rolha de cortiça.

 Pesquisas atestam, a tecnologia que evolui dia a dia comprova, e tudo conspira para um futuro ainda mais promissor. O secular “casamento” entre o vinho e a rolha de cortiça, que já dura quase trezentos anos, tem tudo para continuar naquele clima de “felizes para sempre”. Isto quem diz é o especialista em vinhos e embaixador da cortiça no Brasil, o renomado professor Carlos Cabral.

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Embora a cortiça já fosse usada como um vedante natural desde o Egito, Cabral lembra que foi no século XVIII, quando o monge Dom Pérignon desenvolveu seu vinho espumante, o champanhe, que se tornou imperativo buscar um vedante que pudesse preservar o gás da bebida. “Na época, usavam-se pedaços de madeira para tapar os gargalos das garrafas, que começavam a ser produzidas. Dom Pérignon percebeu que era necessário algo mais eficaz. Mandou padronizar os gargalos, introduzir a rolha de cortiça e colocar um arame em torno delas para impedir que escapassem da garrafa”, ensina.

Cabral não vê risco de crise na relação entre a cortiça e o vinho. “É um casamento feito para durar para sempre! A rolha faz parte da alma romântica do vinho, ela é a testemunha de uma longa vida na garrafa e, mesmo após a sua utilização, vai para algum lugar especial. Cada rolha conta uma história.” Mesmo em relação aos outros tipos de vedante, Cabral não vê problemas. “Sempre alguém vai inventar uma coisa nova, mas nada irá desbancar a cortiça. Há todo um complexo de sofisticação, cultura e serviço em torno da rolha”, afirma Cabral.

Novas pesquisas atestam o crescimento da preferência pela rolha de cortiça, inclusive como um elemento agregador de valor ao vinho.

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O consumidor, hoje, de acordo com pesquisas internacionais, percebe o vinho selado com rolha de cortiça como um produto de maior qualidade e se dispõe até a pagar três dólares a mais por ele. “É um belo espetáculo abrir uma garrafa de vinho, ainda mais no Brasil, onde os consumidores da bebida são vistos como especiais e cultos”.

“Só que um saca-rolhas é acessível ao mais simples dos mortais e o vinho, especialmente na Europa, é uma bebida popular”, justifica. Hoje o consumidor começa a perceber, também, que a rolha de cortiça não apenas infere valor e glamour, mas também é um produto naturalmente ecológico. Sua produção libera menos carbono no processo, desde a árvore, de onde a cortiça é extraída, até a garrafa, bem menos do que os vedantes alternativos.  Além disso, seu uso acaba se tornando benéfico à natureza, já que as florestas de sobreiro (a árvore que produz a cortiça) são responsáveis pela manutenção de uma incrível biodiversidade, que abriga centenas de animais e outras plantas. E a boa notícia é que, nos últimos dez anos, a área do montado, ou seja, as florestas de sobreiros, tem crescido em média 3% ao ano. Nesse período, mais de 130 mil hectares foram plantados em Portugal e na Espanha. E cada hectare abriga de 120 a 150 sobreiros.

Obviamente eu valorizo muito as rolhas, principalmente nos vinhos de guarda ou que em toda a sua composição exijam um conjunto harmônico entre garrafa, rótulo, cápsula e rolha.

Amo pegar meu saca-rolhas e usar em um momento especial de consumo, meu momento, meu vinho, minha garrafa.

Para o Screwcap, não vejo problemas em vinhos a serem consumidos ainda na sua jovialidade, no âmbito do frescor e da modernidade.

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Sobre a APCOR 

A Associação Portuguesa de Cortiça (APCOR) foi criada para representar e promover a Indústria de Cortiça Portuguesa e que nasceu em 1956, em Santa Maria de Lamas, conselho de Santa Maria da Feira, no coração da indústria da cortiça.

A APCOR possui mais de 270 associados, que representam 80% da produção nacional e 85% das exportações de cortiça e que cobrem todos os subsetores da indústria – preparação,
Promover e valorizar a cortiça e os seus produtos, assim como representar e apoiar as empresas do sector nos mais variados domínios são os objetivos da APCOR. Suas principais áreas de intervenção: Internacionalização; Inovação e Desenvolvimento; Informação; Serviços de Apoio; Qualidade; Contratação Coletiva; e Cooperação Institucional.

Vínicola Góes lança seu elegante e suave vinho rosé Cabernet Franc Pétalas 2017

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Na elegância da cor, nos nuances delicados de seus aromas, na suavidade no paladar, surge o vinho Pétalas da linha Tempus, vinho rosé 100% elaborado com a uva Cabernet Franc, em uma composição que une beleza, atratividade, sensualidade, jovialidade, leveza e frescor.

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Dias quentes, sol no horizonte, o céu azul, o olhar no mar, o corpo na piscina, o vento que sopra leve, e as pétalas nas mãos, ungindo o momento especial onde o tempo para, a alma vibra o corpo pede, no frescor das tardes ou manhãs, uma taça, várias taças, do rosé especial, Pétalas.

Devo dizer que a escolha do nome não poderia ter sido mais feliz, une a suavidade desde a cor na garrafa, na taça, no nariz até a boca. Em notas suaves de frutas levíssimas, que reúnem a sutileza delicada do morango, da amora e da cereja, em um corpo leve e intenso, puxando no retrogosto uma persistência aromática que sobe por trás da boca e se eleva internamente ao nariz.

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Não é só o corpo que vibra, vibram os póros, a pele, na sutileza característica de uma flor em seu desabrochar lindo e incomparável.

Não é exagero dizer que me surpreendi em suas notas aromáticas e gustativas, Havia provado o vinho antes de estar pronto e naquele momento não criei estas expectativas.

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Quando de fala de um produto nacional, ainda mais proveniente de vinhedos localizados no interior de São Paulo, uvas viníferas, vinho brasileiro. Alguns poderiam torcer o nariz, na característica já existente do preconceito e da não experimentação.

Abaixo algumas características;

Vinho produzido em São Roque, São Paulo

Uva: 100% Cabernet Franc

Na vinificação o mosto permanece em contato com as cascas por 2 horas e também tem um curto período de maceração, conferindo a cor clara.

Graduação alcoólica: 12,4%

Por isso sempre falo. É preciso experimentar sem preconceitos, sem pudores ou ideias pré fixadas sobre algo, e deixar a alma dizer, o corpo ter a correspondência para julgar e perceber, o que tem e o que não tem valor.

Recomendo, recomendaria ainda mais se criar o instante de consumo, o ambiente prazeroso da abertura da garrafa, e desfrutar de todas estas palavras em cada gole.

Este vinho é poético, é poesia, são flores, são Pétalas!

Parabéns aos meus amigos da Góes, heroicos e dedicados profissionais do vinho, na busca pela excelência e pela qualidade!

 

Vinho Esporão Trincadeira 2016 é o novo lançamento da Qualimpor

Esporão Trincadeira 2016

Chega ao mercado brasileiro a nova safra do vinho Esporão Trincadeira.

Vinho varietal de grande expressividade e equilíbrio, revela o potencial da casta trincadeira, em completa consonância os solos e o clima da Herdade do Esporão.

Provém de uma vinha de 41 anos de idade, cujas uvas foram colhidas manualmente e vinificadas em concreto, onde também permaneceu para maturação durante seis meses.

Produzido sob supervisão dos enólogos David Baverstock e Sandra Alves o vinho Trincadeira 2016 possui aromas de frutas frescas e maduras, com nuances de ameixa e folha de chá.

Em boca é equilibrado, com textura sedosa e aveludada. O final é persistente e marcante.

torre do esporão

Importado exclusivamente pela Qualimpor, este vinho está disponível em garrafa de 750 ml, e pode ser encontrado nos principais empórios e restaurantes do Brasil.

Preço sugerido: R$ 106,00

QUALIMPOR – importação e exportação:
(11) 5181-4492
www.qualimpor.com.br
Sobre o Esporão: Fundado em 1973 por José Roquette e Joaquim Bandeira, o Esporão é uma das mais importantes empresas de vinhos em Portugal. Determinante na afirmação nacional e internacional do Alentejo, o Esporão é também hoje um embaixador da cultura Portuguesa, desenvolvendo a sua atividade dentro dos limites da sustentabilidade e construindo relações próximas com clientes e consumidores em todo o mundo.

O Esporão está presente na região do Alentejo, onde produz vinhos tão emblemáticos como o Esporão Reserva e o Monte Velho, assim como azeites virgens extra. Integrado nas adegas, está o Enoturismo da Herdade do Esporão. Na continuidade do projeto do Esporão está a Quinta dos Murças, propriedade na região do Douro, onde são produzidos vinhos de terroir com selo de garantia Esporão.

O Esporão comercializa os seus produtos em todo o tipo de lojas e restaurantes em mais de 50 países em todo o mundo. A abordagem holística na adaptação de uma alargada gama de práticas sustentáveis inovadoras do Esporão tem conduzido a vários reconhecimentos nacionais e internacionais, de onde se destacam o prestigiado prémio “Sustainability of the year award” nos “The Drinks Business Green Awards 2013”. Em 2014, o Esporão venceu os “European Business Awards for the Environment” na categoria de “Produtos e Serviços”.