Máscara de Ferro Espumante Brut é sinônimo de elegância, fruta e frescor

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O espumante Máscara de Ferro é o primeiro de uma linha premium e seu terroir é o da Serra Gaúcha no Vale dos Vinhedos. 

Uma região com diversidade de altitudes e variação de temperaturas, ideais para a produção de vinhos de qualidade. O local é cercado por descendentes de italianos que foram os pioneiros da viticultura no Rio Grande do Sul.

A Origem ao nome Máscara de Ferro, tem ligação direta com a região de Champagne-Ardenne, na França, famosa pela produção da bebida.
No século XVII, os monges beneditinos cultivavam uvas e produziam vinhos para consumo próprio, porém, por um detalhe peculiar, acabaram fazendo uma descoberta borbulhante. Como eram produzidos com teor de açúcar residual, ao serem engarrafados e armazenados, os vinhos
voltavam a fermentar com a elevação das temperaturas da primavera e verão. Em consequência, aumentava a pressão nos recipientes devido à produção do gás, fazendo com que grande parte das garrafas estourassem. Com o risco de lesões, os produtores passaram a utilizar máscaras de ferro ao manusear as garrafas para se protegerem dos estilhaços.

Em sua composição é formado pela uva Chardonnay (70%) e Pinot Noir (30%), com 12,5% de álcool, 12 meses de autólise e maturação por 360 dias.

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No nariz a clássica e agradável sensação de frutas cítricas, notas de padaria/pão e agradável frescor. Em boca é denso e estruturado, com perlage fino e peristente.
Coloração amarelho palha claro com perlage persistente.
Em boca apresenta cremosidade, frescor e final prolongado.

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Provei o espumante brut em duas situações diversas: Com uma salada de folhas e tomatinhos, bem colorida que levou também manga e com um tartar de salmão.

Em ambas as harmonizações ele se saiu muito bem, ressaltando o frescor em boca, a cremosidade e perlage em combinação perfeita com afruta e as folhas, e no caso do tartar, com o cream chesse e o salmão com seu toque de “gordura”, super integrado á mostarda e alcaparras, ingredientes que compuseram o tartar.

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A Vinícola Máscara de Ferro nasceu da paixão do enólogo Fabiano Zamberlan pelo mundo dos espumantes. Combina tradição histórica e pesquisa científica.

Além dos espumantes produz vinhos finos com foco na elegância, no frescor e fruta bem definida.

Os espumantes Máscara de Ferro (Brut Clássico, Brut Rosé e Première) são elaborados principalmente pelo método Champenoise, com longos períodos de maturação que garantem borbulhas finas, complexidade aromática e final cremoso. A marca também oferece vinhos varietais, como Pinot Noir e Chardonnay, que se destacam pela pureza da fruta e equilíbrio.

ONDE ENCONTRAR:

@mascaradeferro.oficial

Tel.: (11) 99220-1982 Raquel  / Joelci (51) 99291-9092 (RS / Portão)

 

 

 

Harmonização Chardonnay da Vinícola Torcello com Moqueca Capixaba

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Ingredientes e vinho ressaltam sabores e evidenciam a qualidade

Que sou um apaixonado pela uva Chardonnay não é uma novidade. Nas diversas viagens que fiz tanto para a Bahia como para Vitória no Espírito Santo, tive a oportunidade de provar versões diferentes da moqueca, baiana e capixaba, e ressalto o sabor de ambas, elaboradas de formas diferentes. Mas minha preferência é maior pela moqueca capixaba.

A diferença está nos ingredientes. Enquanto a moqueca baiana utiliza o leite de coco, o azeite de dendê e pimentões, a capixaba usa apenas o azeite e o urucum para dar cor ao prato.

Mas como eu gosto do azeite de dendê e acho primordial o uso de pimentões (no caso usei o amarelo, o vermelho e o verde), fiz uma mescla: Não utilizei nem o leite de coco e nem o urucum, optei mesmo pelo uso do azeite de dendê e os pimentões, cujos sabores na moqueca me atraem bastante, mesmo sem a panela de barro, que seria ideal ao processo.

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O resultado? Sensacional!

Esta percepção de sabores foi cuidadosamente sentida nestes ¨giros de viagens¨ que aguçaram minha percepção e definiram minha moqueca ideal.

E como a Chardonnay é sim a minha uva branca preferida, nada melhor que unir estas duas grandes paixões de vinho e gastronomia em uma única refeição.

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Sobre o vinho

O Chardonnay 2023 da Linha Premium da Vinícola Torcello é elaborado em Bento Gonçalves, no Vale dos Vinhedos/RS. Foram produzidas 10 mil garrafas deste vinho 100% Chardonnay, que tem passagem em barricas de carvalho americano por 4 meses. Teor alcoólico de 13%. Preço sugerido de R$ 225,00.

O resultado é um vinho de coloração amarelo dourado claro, que apresenta aromas de baunilha, leve toque amendoado, notas de chocolate branco amanteigado e leve toque de fruta cítrica, contido pelo uso da madeira que trouxe complexidade e equilíbrio ao vinho, sem excessos.

Em boca é untuoso, elegante, acidez na medida, leve toque de limão e com um retrogosto envolvente e delicioso. É persistente e pode além de harmonizar com a moqueca (neste caso) ser apreciado tranquilamente sozinho sem ser enjoativo.

Tem uma tendência enorme para evoluir em garrafa, o que espero poder sentir se tiver a oportunidade de provar esta mesma safra daqui 1 ou 2 anos.

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A harmonização

Quando buscamos harmonizar um prato com um vinho específico ou vice e versa, temos a necessidade de conhecer a ambos no que se refere aos ingredientes do prato e sua composição, bem como as características do vinho escolhido. Sem isso fica difícil harmonizar com maior possibilidade de acerto, sendo o desequilíbrio, o erro no resultado final onde um se sobrepõe ao outro.

A ideia na harmonização é buscar o crescimento nas sensações olfativas e gustativas, fazendo com que tanto prato como vinho, cresçam nessas sensações e na sinergia entre seus elementos.

Foi com grande envolvimento que neste caso, o resultado foi surpreendente bom!

A cada gole da taça e a cada garfada, uma expressão de felicidade por ter alcançado um ápice de sabores em boca, trazendo o ¨Umami¨ como o quinto elemento, salivando e traduzindo pela expressão: Que delícia!

Sobre a Torcello e seu nome

A história da Vinícola Torcello inicia com a chegada do primeiro imigrante italiano da Família Valduga ao Brasil (Marco Valduga), em 1875.

No caso, a Vinícola Torcello foi fundade no ano de 2000 por Rogério Carlos Valduga, quarta geração da Família Valduga.

Uma das menores ilhas de Veneza chama-se Torcello, sendo a vinícola uma das menores vinícolas instaladas no Vale dos Vinhedos, e uma alusão a ilha. Já a escolha do símbolo da Vinícola, Leão Alado de São Marcos, deu-se pelo fato de o Leão representar proteção. Sendo assim, o símbolo remete a proteção do Leão Alado sobre os vinhos lá elaborados.

Os primeiros vinhos vieram em 2005, e a abertura do varejo aconteceu em 2007. Hoje a Vinícola elabora vinhos, espumantes e sucos em pequena escala, buscando sempre a qualidade.

Saiba mais em:

www.torcello.com.br

 

 

 

Grupo HEINEKEN dá dicas de como harmonizar cerveja e chocolate

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Experiência sensorial traz curiosidades sobre harmonização de chocolate com cerveja

A Baden Baden, marca referência em cerveja artesanal no Brasil, traz uma proposta inovadora para os amantes da boa gastronomia: a harmonização de chocolate com cerveja.

Apesar de não ser uma combinação tradicional, essa prática tem conquistado cada vez mais adeptos que buscam experiências sensoriais únicas.

Segundo Paty Sakakura, sommelière de cerveja do Grupo HEINEKEN, existem várias possibilidades de harmonização, incluindo abordagens por semelhança, intensidade, contraste ou complementação. Essa diversidade permite considerar que praticamente todos os estilos de cerveja podem ser harmonizados com diferentes tipos de chocolate.

Para iniciar qualquer harmonização, Paty explica que devemos analisar o gosto básico principal e secundário do chocolate e da cerveja: “O gosto principal é doce, amargo, ácido ou salgado? Em seguida, analisamos os aromas de ambos: há notas de frutas? Quais frutas, cítricas? Tropicais? Há notas de especiarias? Há notas de castanhas, de mel ou de cereais?” questiona. A partir da identificação desses sabores individuais, a sommelière indica pensarmos na harmonização como uma receita de prato, em que os ingredientes se equilibram em conjunto.

Paty comenta que um erro comum na hora de harmonizar é não se atentar a proporção do gole da cerveja com o pedaço do chocolate. “Esta proporção faz toda diferença na experiência e isso evitará que o chocolate ou a cerveja se sobressaia na boca.” Outro ponto de atenção é a temperatura da cerveja. “Quanto mais gelada, menos será percebido os aromas dela. Em geral, recomendamos degustar a cerveja entre 2 e 5 graus”, complementa.

Há diretrizes para a harmonização, mas segundo Sakakura, o gosto pessoal deve sempre prevalecer sobre elas. “Se o consumidor não é fã de café, não é recomendado harmonizar cervejas escuras com chocolates amargos, mesmo que esta seja uma harmonização bem-sucedida. De modo geral, recomendo harmonizar por semelhança e por complemento, ou seja, cervejas adocicadas, escuras ou frutadas irão harmonizar bem com chocolates ao leite, com chocolate com mix de nuts ou com chocolate com adição de frutas.”

As notas de canela e frutas vermelhas da Baden Baden Golden, por exemplo, harmonizam perfeitamente com chocolate ao leite. “Por ser uma cerveja adocicada e com frutas, esse tipo de chocolate oferece equilíbrio de sabores na boca, trazendo um frutado para a experiência. O mesmo acontece com a harmonização do chocolate branco com frutas cítricas e a Baden Baden Witbier, em que as notas de laranja e coentro da cerveja irão se assemelhar e complementar o chocolate com frutas cítricas”, explica a sommelière. As cervejas estilo pilsen, por sua vez, podem ser muito leves se comparadas ao dulçor do chocolate, por isso, não são recomendadas para esse tipo de harmonização.

Quanto às vantagens da harmonização entre chocolate e cerveja em relação a outras bebidas, Paty explica que o teor alcoólico é uma delas: “Bebidas menos alcoólicas, como a cerveja, permitem harmonizações mais diversas, com chocolates menos intensos, por exemplo, enquanto bebidas mais intensas podem se sobressair ao sabor do chocolate na harmonização.”

Outra vantagem apontada pela sommelière é a variedade de aromas e sabores da cerveja. A Baden Baden, por exemplo, possui cervejas com laranja e coentro, com pêssego, com canela e frutas vermelhas. “Essa diversidade de sabores possibilita uma ampla gama de harmonizações com um único tipo de chocolate, tornando a experiência mais democrática, além da comparação de preços em relação a outras bebidas”, conclui Sakakura.

Sobre o Grupo HEINEKEN

Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 14 mil empregos e tem 14 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias e duas microcervejarias. A companhia também já iniciou a obra da sua 15ª cervejaria em Passos (MG), a unidade mais sustentável da companhia até agora.

No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken®, Heineken® 0.0, Sol, Amstel, Amstel Ultra, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, Lagunitas, Blue Moon e Tiger. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Skinka, os refrigerantes Itubaína, Viva Schin, FYS e o recém-lançado Clash’d. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, maior cervejaria da Europa.

 

Com vinhos da Mistral, veja o que harmoniza com bacalhau e delícias da Páscoa

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Entre brancos, rosados e tintos a combinação fica perfeita, seja com o bacalhau, com peixes, frutos do mar, carnes vermelhas e chocolates

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Da Mistral, seguem sugestões de vinhos para o tradicional e clássico almoço da Sexta-feira Santa, em que o bacalhau junto a outros pescados e frutos do mar traduzem a data especial. Para o Domingo de Páscoa, rótulos que acompanham pratos mais encorpados, especialmente carnes vermelhas e massas, além de vinhos que combinam com chocolate, que nunca pode faltar na comemoração.

Para celebrar a data, a importadora traz também diretamente do Piemonte a Colomba Pascal preparada artesanalmente pela família Albertengo com o Moscato d’Asti Moncalvina, da vinícola Coppo.

Confira sugestões dos vinhos para cada momento:

BACALHAU

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Angelica Zapata Chardonnay 2020 (Catena Zapata, Argentina) – R$ 364,25

Considerado o melhor branco da Argentina, esse elegante Chardonnay é muito concentrado e potente, com textura redonda e macia e um leve toque amanteigado. As uvas são do vinhedo Adrianna, que está localizado a 1480m de altitude e leva o título de “primeiro Grand Cru da América do Sul”.

www.mistral.com.br/p/vinho/angelica-zapata-chardonnay-2020-catena-zapata

Tapada de Coelheiros branco 2020 (Tapada de Coelheiros, Portugal) – R$ 530,07

Elaborado a partir de Arinto e Roupeiro provenientes da Vinha da Sobreira, é um branco reconhecido pela sua elegância, untuosidade e capacidade de envelhecimento. Tem nariz complexo, que evidencia a fruta tropical combinada a notas de toranja e frescor da casca de lima. Com paladar cremoso, apresenta final longo e persistente.

www.mistral.com.br/p/vinho/tapada-de-coelheiros-branco-2020-tapada-de-coelheiros

Ferme rouge

La Vieille Ferme Rouge 2020 (La Vieille Ferme, França) – R$ 152,01

Elaborado com as uvas Cinsault, Grenache, Carignan e Syrah colhidas em vinhedos do Rhône, é um tinto autêntico e saboroso com a assinatura da Família Perrin (do famoso Château de Beaucastel). Bem equilibrado, com taninos macios, tem cor vermelha bem profunda e aroma fresco de frutas vermelhas maduras com notas de cerejas.

www.mistral.com.br/p/vinho/la-vieille-ferme-vin-de-france-rouge-2020-la-vieille-ferme

Pato Rebel Tinto Beira Atlântico IGP 2020 (Luis Pato, Portugal) – R$ 275,81

Com taninos muito sedosos, esse tinto é uma revolucionária interpretação da uva Baga. Tem ótima acidez e deliciosas notas que lembram cerejas maduras, resultando em um vinho de grande aptidão gastronômica.

www.mistral.com.br/p/vinho/pato-rebel-tinto-beira-atlantico-2020-luis-pato

PEIXES E FRUTOS DO MAR

Paço de Teixeiró Branco 2021 (Quinta do Côtto, Portugal) – R$ 176,32

Elaborado na região do Vinho Verde. É um branco repleto de aromas de frutas cítricas e tropicais, com notas florais. Na boca tem ótima estrutura, com delicioso frescor e final longo.

www.mistral.com.br/p/vinho/paco-de-teixeiro-branco-2021-quinta-do-cotto

Furmint

Tokaji Furmint Mandolás 2020 (Tokaj Oremus/Vega Sicilia, Hungria) – R$ 524,54

Encorpado, repleto de aromas e grande finesse, mostra perfeita acidez e uma leve cremosidade. Um dos vinhos pioneiros a mostrar a uva Furmint vinificada como vinho seco. Um branco que surpreende com seu charme, frescor e vocação gastronômica.

www.mistral.com.br/p/vinho/tokaji-furmint-mandolas-2020-tokaji-oremus-vega-sicilia

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Boya Rosé 2022 (Garcés Silva Family Vineyards, Chile) – R$ 170,79

Elaborado com corte majoritário de Pinot Noir na fria região do Vale do Leyda – San Antonio, este vinho rosado não passa por barrica de carvalho. É leve, refrescante e seus aromas remetem a frutas vermelhas, em um estilo convidativo e fácil de gostar.

www.mistral.com.br/p/vinho/boya-rose-2022-garces-silva-family-vineyards-amayna-boya

Côtes de Provence AOC Rosé 2022 (Miraval, França) – R$ 469,27

Em poucos anos, se tornou um dos vinhos rosados mais procurados do mundo. Com generosos aromas florais e de frutas silvestres, aliados a uma refrescante nota mineral e toques de frutas cítricas do Mediterrâneo, é um rosé da Provence na sua melhor versão. Criação do ator Brad Pitt, recebeu 90 pontos de Robert Parker na safra 2022.

www.mistral.com.br/p/vinho/cotes-de-provence-aoc-rose-2022-miraval

Para o Domingo de Páscoa Aruma, Château Marjosse Rouge e Valpolicella Ripasso Classico Superiore

CARNES VERMELHAS E MASSAS

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Aruma 2021 (Bodegas Caro Catena & Rothschild, Argentina) – R$ 181,85

Ao contrário dos outros vinhos das Bodegas Caro, este tinto é elaborado apenas com a casta Malbec, em um estilo bem francês, com a elegância que é a assinatura dos vinhos dos Domaines Barons de Rothschild.

www.mistral.com.br/p/vinho/aruma-2021-bodegas-caro-catena-ch-lafite-rothschild

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Château Marjosse Rouge Bordeaux AOC 2020 (Château Marjosse, França) – R$ 273,61

Elaborado por Pierre Lurton, responsável por alguns dos maiores ícones de Bordeaux, é uma verdadeira joia de Bordeaux. Combina saborosas notas de fruta madura com bastante elegância, sendo um vinho “macio, suculento e maravilhosamente refrescante” para Robert Parker, que classificou a safra com 91-93 pontos.

www.mistral.com.br/p/vinho/chateau-marjosse-rouge-bordeaux-aoc-2020-chateau-marjosse

Famille Perrin Gigondas AOC La Gille 2019 (Famille Perrin, França) – R$ 524,54

Produzido com uvas de um dos mais preciosos vinhedos da Famille Perrin, com solo arenoso e calcário. A uva Grenache deste terroir combina grande profundidade com um toque sedoso e delicado no palato. O retrogosto com notas de cerejas é a marca registrada de La Gille.

www.mistral.com.br/p/vinho/famille-perrin-gigondas-aoc-la-gille-2019-famille-perrin

Sassoaloro

Sassoalloro Oro 2019 (Castello di Montepò, Itália) – R$ 883,82

Primeiro vinho lançado para celebrar os 30 anos do consagrado Sassoalloro, este tinto é elaborado apenas com uvas de uma seleção das vinhas mais antigas de “Aia di Clemente”, de solo 100% Galestro. É desenvolvido com uma técnica que garante uma cor mais clara – típica dos Sangiovese mais tradicionais – mas com muita profundidade e complexidade. Com uma produção de pouco mais de 1.000 caixas, é uma raridade que deve evoluir por muitos anos em adega.

https://www.mistral.com.br/p/vinho/jacopo-biondi-santi-sassoalloro-oro-toscana-2019-castello-di-montepo-jacopo-biondi-santi

CHOCOLATE

Porto

Graham’s Fine Tawny (Graham’s/Symington, Portugal) – R$ 173,01

Um pouco mais claro e seco que o Ruby devido ao maior tempo de envelhecimento, este Porto tem ótimo bouquet, que lembra nozes e frutas secas. Apresenta grande persistência na boca e fica ainda melhor quando servido na temperatura de adega.

www.mistral.com.br/p/vinho/grahams-fine-tawny

Valpolicella Ripasso Classico Superiore DOC 2020 (Campagnola, Itália) – R$ 248,18

O Valpolicella Ripasso é elaborado a partir de uvas frescas com posterior adição das cascas passificadas do Amarone. O resultado é um vinho que reúne a complexidade e a potência do Amarone com o frescor e elegância do Valpolicella.

www.mistral.com.br/p/vinho/valpolicella-ripasso-classico-superiore-doc-2020-campagnola

COLOMBA AL MOSCATO D’ASTI

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A Colomba Pascal produzida artesanalmente pela família Albertengo na região do Piemonte tem fermentação de três dias, realizada a partir de uma levedura-mãe cultivada há muitos anos e alimentada diariamente. Antes do crescimento da massa, garrafas de Moscato D’Asti Moncalvina da vinícola Coppo são abertas uma a uma e incorporadas ao preparo, assim como as famosas amêndoas típicas da região. O resultado é uma massa molhadinha, leve e muito saborosa (R$ 259,00).

www.mistral.com.br/p/vinho/colomba-al-moscato-dasti-1-kg-coppo

Colomba artesanal da família Albertengo com vinho Coppo

MISTRAL

Site: www.mistral.com.br | Televendas: (11) 3174-1000