Cervejaria brasileira conquista medalha de ouro na Copa do Mundo da Cerveja, nos EUA

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Cerveja maturada em castanheira compõe projeto que coleciona medalhas nos quatro maiores concursos do mundo

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A Terminus 2026, cerveja criada pela Daoravida Brewpub, de Campinas (SP), conquistou medalha de ouro no World Beer Cup 2026, nos Estados Unidos, na categoria Wood-and-Barrel-Aged Strong Beer. Conhecida como Copa do Mundo da Cerveja, a competição de maior prestígio internacional reuniu 8.166 amostras de 1.644 cervejarias de 50 países.

Maturada em barris de castanheira, a Terminus 2026 combina notas de caramelo, toffee, rapadura, frutas secas e chocolate amargo com nuances da madeira brasileira, que remetem a castanhas, amêndoas torradas e leve caráter resinoso. De corpo alto e textura aveludada, apresenta final longo e persistente, com equilíbrio entre a doçura inicial, o calor alcoólico e o toque seco da madeira.

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“Vencer em uma das categorias mais disputadas do mundo usando uma madeira do Brasil reafirma a nossa identidade e mostra que o país já tem uma assinatura sensorial potente e respeitada lá fora”, afirma Wagner Falci, co-fundador e cervejeiro da Daoravida.

O ouro nos Estados Unidos completa a coleção de conquistas do projeto Terminus que começou em 2021. As duas últimas safras conquistaram medalhas nos quatro “Grand Slam” da cerveja, as competições mais relevantes do mundo: World Beer Cup, World Beer Awards, European Beer Star e Brussels Beer Challenge. A Terminus tem sido premiada em praticamente todos os concursos de que participa desde 2022, incluindo competições continentais como Copa Guarani de Cervezas e Concurso Brasileiro de Cervejas.

No último Concurso Brasileiro de Cervejas a Terminus 2025 conquistou bronze e prata e só foi superada pela Terminus 2026 ficou com o ouro na mesma categoria. “Nossa cerveja mais premiada até então foi superada pela nova safra. Isso mostra que o projeto continua evoluindo”, comemora Michele Gimenez, co-fundadora da Daoravida.

O prêmio traz visibilidade internacional para a produção local e para as cervejarias independentes do Brasil e reforça que a excelência técnica independe do tamanho da fábrica. A Daoravida, operando em formato de brewpub, um bar que produz a própria cerveja, conseguiu superar estruturas industriais de diversos países.

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O concurso
Criado em 1996 pela Brewers Association, o World Beer Cup é considerado a competição cervejeira de maior prestígio no mundo e reúne cervejarias de diferentes países em uma avaliação técnica realizada às cegas. Em 2026, o concurso completou 30 anos e recebeu 8.166 inscrições, avaliadas às cegas por 255 jurados, sendo 128 internacionais, de 37 países, ao longo de 14 sessões em sete dias. Este ano o Brasil foi o quinto país com mais amostras inscritas na edição, com 164 cervejas de 37 cervejarias.

Daoravida Brewpub
Fundada em Campinas (SP), a Daoravida Brewpub desenvolve receitas autorais com foco em fermentações complexas, maturações prolongadas e experimentação com madeiras brasileiras. A medalha no World Beer Cup reforça um trabalho que vem posicionando o brewpub entre os nomes brasileiros presentes em concursos internacionais de referência e chama atenção para o potencial de madeiras nativas na produção cervejeira.

 

 

Abertas as inscrições para o maior festival gastronômico de destinos de inverno de SP, RJ, MG, RS e SC

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Consolidado na região Sudeste, evento, promovido pela Sabores da Montanha durante a temporada de inverno, incluirá neste ano as serras Gaúcha e Catarinense  

Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha, que será realizado entre os dias 3 de junho e 26 de julho de 2026, em dezenas de destinos de inverno dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A novidade, neste ano, é a inclusão das serras Gaúcha e Catarinense no circuito.

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As inscrições podem ser feitas clicando aqui ou no site oficial do evento: https://saboresdamontanha.com.br até o próximo dia 24 de maio. A exemplo de edições anteriores, o festival acontece entre os próprios restaurantes participantes, como forma de incentivar o público a frequentar os estabelecimentos para degustar os pratos inscritos e, desta forma, também conhecer outras opções do cardápio.

Em 2025 participaram restaurantes, bares, gastrobares, cafeterias, hamburguerias artesanais, pizzarias, chocolatarias, cervejarias, vinícolas, meios de hospedagem e produtores artesanais de 18 municípios dessas regiões, com 81 estabelecimentos inscritos. A cidade de Campos do Jordão é o hub do festival, ou seja, a sede do evento.

O Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha é considerado o maior evento do gênero em destinos de inverno, com participação de municípios da Serra da Mantiqueira (SP), Serra da Bocaina (SP e MG), Serra Verde Imperial (Petrópolis/Teresópolis), Serra da Canastra (MG), Circuito das Águas Paulista (com destaque para Socorro e Serra Negra), Sul de Minas Gerais e Visconde de Mauá e Região.

Serras Gaúcha e Catarinense

Consolidado na região Sudeste, o festival incluiu em 2026 os municípios das serras Gaúcha e Catarinense, ampliando sua cobertura e aumentando o número de estabelecimentos participantes.

“As serras Gaúcha e Catarinense são a grande inspiração do Festival Gastronômico Sabores da Montanha, levando ao Sudeste a essência da culinária de montanha, marcada pela tradição, pelos ingredientes de origem e pela forte identidade cultural que consagrou as duas regiões como um dos principais destinos gastronômicos do país”, explica Reginaldo Pupo, da organização do evento.

De acordo com Pupo, as serras Gaúcha e Catarinense representam um verdadeiro símbolo da gastronomia brasileira, marcadas pela herança europeia e pelo cuidado com os ingredientes.

“Seus sabores intensos, técnicas tradicionais e clima de montanha inspiram chefs e restaurantes participantes. Essa influência ajuda a construir a identidade do festival, aproximando diferentes regiões por meio da cultura culinária. Assim, o evento reafirma a importância da região Sul como uma das grandes matrizes da gastronomia de montanha no país”, completa.

O 4º Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha tem correalização do Grupo Cozinha da Mantiqueira em Campos do Jordão e da Astur (Associação de Turismo) de Socorro, com apoio institucional da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico Campos do Jordão, da ACE (Associação Comercial e Empresarial de Campos do Jordão), Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau e Portal Hora Campinas, com patrocínio da Revista Travel for Life.

SERVIÇO

4º Festival Gastronômico Folha Sabores da Montanha

Data: 3 de junho e 26 de julho de 2026

Local: restaurantes participantes

Inscrições: de 24 de fevereiro a 16 de maio

Informaçõeswww.saboresdamontanha.com.br

Instagram@saboresdamontanha_br

 

Maison Charles Heidsieck desembarca no Brasil com seus cuvées mais emblemáticos

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Brut Réserve, Rosé Réserve e Blanc de Blancs apresentam um estilo marcado por profundidade, alta proporção de vinhos de reserva e vocação gastronômica

Champagne

A casa francesa Maison Charles Heidsieck chega ao Brasil introduzindo um estilo dos mais consistentes e reconhecíveis da região de Champagne.

São três rótulos centrais de sua linha Classics:  Brut Réserve, Rosé Réserve e Blanc de Blancs, que expressam com clareza seu perfil técnico e identidade enológica.

Conhecida por trazer uma abordagem que privilegia estrutura e complexidade em seus produtos, a Charles Heidsieck construiu sua reputação com Champagnes de caráter mais amplo e gastronômico, com presença consolidada em restaurantes e hotéis de alta gastronomia ao redor do mundo, como El Celler de Can Roca (Girona), George V (Paris), Alain Ducasse at the Dorchester (Londres) e Osier (Tóquio).

Esse posicionamento se reflete em rótulos que apresentam maior densidade, textura e capacidade de evolução, ampliando suas possibilidades de harmonização.

Os cuvées que chegam ao Brasil seguem a tipicidade da região: Brut Réserve e Rosé Réserve são elaborados a partir de blends de Pinot Noir, Chardonnay e Meunier, enquanto o Blanc de Blancs é produzido exclusivamente com Chardonnay.

Em comum, os três rótulos apresentam consistência de estilo e elevado reconhecimento da crítica especializada, com pontuações acima de 90 pontos.

O tempo como quarta varietal do Champagne

O principal diferencial da Charles Heidsieck está na gestão do tempo dentro do processo de vinificação. Os seus rótulos têm uma proporção de 40% de vinhos de reserva no blend, em comparação à média de 15% a 20% dos champagnes da concorrência. Apenas a primeira prensagem de cada lote de uvas é utilizada e os vinhos de reserva têm idade média de 10 anos (um mínimo de 4 anos para os non vintage), enquanto a maioria dos rótulos premium não safrados de outras produtoras envelhecem apenas por 24 a 30 meses.

O tempo de maturação nas caves é crucial, por isso o dégorgement também ocorre mais  tarde, retardando a absorção de oxigênio e evitando a oxidação.

Após o dégorgement, outras maisons geralmente colocam seus cuvées imediatamente no mercado, mas , neste caso, passam por quase um ano de repouso adicional para aperfeiçoar o equilíbrio e manter o frescor: para Brut, Rosé e Blanc de Blanc, um mínimo de 6 a 9 meses; para vinhos de safras especiais, de 9 a 12 meses.

“Na Charles Heidsieck, tudo vai além das exigências e restrições da Appellation Champagne. Nosso Brut Réserve é composto por 50% de vinhos de reserva, alguns com mais de 20 anos. Nenhuma outra casa em Champagne leva esse princípio tão longe em um vinho que serve como introdução à gama da Maison”, Émilien Érard, chef de caves “Todas as nossas durações de envelhecimento, sejam safras, sejam cuvées de prestígio, são de três a cinco vezes mais longas que as normas regulamentares da denominação.”

Sobre a Charles Heidsieck

Fundada em 1851, em Reims, a Charles Heidsieck mantém uma produção deliberadamente limitada e orientada à qualidade. Parte essencial desse estilo está nas históricas caves da Maison — antigas pedreiras de giz que oferecem condições ideais de temperatura e umidade para o envelhecimento, contribuindo para o perfil elegante e profundo que caracteriza seus Champagnes.

A marca foi a primeira da região de Champagne a conquistar a certificação de Empresa B, reconhecimento que reflete práticas voltadas à preservação ambiental, como o cuidado com a biodiversidade dos vinhedos e a adoção de processos com menor impacto ambiental.

Atualmente sob o grupo familiar EPI, a casa segue como uma referência entre as grandes Maisons, com presença consolidada em mercados internacionais e reconhecimento consistente da crítica. Com sua chegada ao Brasil, amplia-se o acesso a um estilo de Champagne que privilegia tempo, precisão e expressão enológica.

Caves

Serviço

Vendas pela Importadora V3D ou representantes:
Tel.: 11-991584182
E-mail: v3d.dist@gmail.com

Valores

Brut Réserve: R$ 675
Brut Réserve Magnum: R$ 1.499
Rosé Réserve: R$ 875
Blanc de Blancs: R$ 875

 

 

Zanotto, marca da Vinícola Campestre apresenta vinhos dos Campos de Cima da Serra

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Apresentação ficou por conta de André Donatti, enólogo-chefe e diretor geral da empresa

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Em mais uma daquelas noites memoráveis, a Zanotto, marca da Vinícola Campestre, promoveu em São Paulo um encontro entre vinhos e harmonizações em noite agradável e marcante.

Entre convidados e jornalistas, André fez uma explanação sobre a empresa, seus objetivos e projetos, sobre o terroir dos Campos de Cima da Serra, a história e particularidades da vinícola e claro, sobre cada um dos vinhos degustados.

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Logo na entrada dois vinhos especiais, o vinho Zanotto Nature Sur Lie (R$ 179,90), excepcional espumante com pouquíssimas garrafas disponíveis (foram elaboradas apenas 250 delas) e o Zanotto Gewürstraminer 2025 (R$ 89,90), vinho elegante e muito agradável, ambos “escoltaram” as entradinhas, formadas por vários queijos, frutas, embutidos e pães.

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Para a harmonização propriamente dita, iniciamos com o vinho branco Zanotto Reserva Barricado Sauvignon Blanc (R$ 189,90), vinho com passagem de 6 meses em Carvalho Francês (Seguin Moreau) que confere uma complexidade pouco experimentada no já diferenciado Sauvignon Blanc da marca.

O vinho apresenta coloração amarelo palha com reflexos dourados. No nariz, flores brancas, frutas cítricas maduras, casca de laranja e especiarias doces.

Em boca é uma explosão deliciosa com boa acidez, untuosidade e elegância, completada pela diferenciada barrica que confere um pouco mais de corpo e notas amanteigadas.

Harmonizou perfeitamente com a bruschetta de queijo brie e damasco, aumentando a sensação em boca com agradável equilíbrio.

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Em seguida o vinho Zanotto Reserva Pinot Noir 2023 (R $ 139,90), vinho que estagiou 12 meses em Carvalho Francês de segundo uso. A coloração é de um vermelho claro, límpido e brilhante. No nariz notas de frutas vermelha e especiarias. Percebe-se toda a delicadeza com um leve toque de cogumelo nos aromas,

Em boca boa acidez, leveza, agradável frescor e equilíbrio nos taninos.

Para a harmonização uma polenta crocante, bem temperada com parmesão.

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O segundo tinto foi o Zanotto Reserva Corte 2022 (R$ 149,90), elaborado com as uvas Tannat, Merlot, Malbec e Syrah. Vinho que envelhece em Carvalho Francês e Americano por 12 meses.

A cor é um vermelho rubi profundo com reflexos sutis alaranjados. No nariz café e especiarias.

Em boca taninos macios, equilíbrio na fruta madura, final persistente e longo. Harmonizou com o bolinho de mandioca com carne suave e farinha Panco.

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Finalizamos com o Espumante Zanotto Brut Método Tradicional que acompanhou mini tortinhas de maça.

Mas a noite não terminou por aí, o último vinho foi o emblemático Zanotto Troppo Maturo (Preço médio de R$ 550,00).

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Vinho elaborado com as uvas desidratadas no próprio vinhedo no parreiral. Passagem de 34 meses em barricas de carvalho francês e mais um ano de descanso nas caves. Corte das uvas Tannat e Merlot. É sedoso e macio, com taninos potentes e grande complexidade. Um vinho longevo, único e muito especial. Um excelente vinho para brindar a agradável noite.

Sobre Campos de Cima da Serra

O terroir destaca-se pela alta altitude (geralmente acima de 900 metros), clima frio e elevada amplitude térmica. Essas características, incluindo invernos rigorosos e verões com noites frias, proporcionam uma maturação lenta das uvas, resultando em vinhos de altitude com acidez vibrante, estrutura tânica e grande potencial de longevidade.

SERVIÇO

Endereço: Avenida Pedroso de Morais, 1047 – Pinheiros – São Paulo – SP

Contato: (11) 91960-1651