Os motivos que tornam o Piccini Chianti Orange um vinho fora da curva

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Piccini Chinti é um vinho ajudou a transformar uma vinícola tradicional em marca global

Alguns vinhos ajudam a contar a história de transformação de uma vinícola tradicional. Este é o caso do Piccini Chianti Orange, rótulo que marcou uma virada na trajetória da casa italiana Piccini e ajudou a projetar a marca para o mercado internacional. Criado no início dos anos 2000, o vinho se tornou símbolo de modernização, e hoje figura entre os Chiantis mais reconhecidos do mundo.

O Chianti Orange vai além do sucesso comercial, representa um momento-chave da história da Piccini, quando a vinícola entendeu que precisava dialogar com o mundo e com as novas gerações sem abrir mão da própria identidade. Com uma nova interpretação para um estilo tradicional, ele agrada diversos paladares, por ser um vinho com muito frescor e bastante fruta. Diferentemente dos demais Chiantis, que também trazem esse frescor, este exemplar inovador não agrega notas muito terrosas ou taninos intensos.

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Uma vinícola centenária que decidiu mudar de tom

A história do Chianti Orange foge do roteiro comum do vinho italiano. O projeto nasceu de um desacordo familiar da Piccini sobre a identidade visual do rótulo. Enquanto Mario Piccini, atual presidente da vinícola, defendia um design na cor vermelha, Martina Piccini, sua irmã, queria algo vibrante, o amarelo. A solução veio do pai, Pierangiolo: adotar o meio-termo, um design laranja. A escolha, que parecia apenas estética, acabou se tornando um marco para a vinícola, destacando nas prateleiras o seu toscano moderno e fresco.

Um Chianti que conversa com novos consumidores

Apesar do visual ousado, o vinho respeita a tradição da D.O.C.G. Chianti. Elaborado com Sangiovese, Ciliegiolo e Canaiolo, entrega um perfil típico da Toscana: fruta vermelha, boa acidez e taninos macios. A diferença está na leitura mais direta e menos austera, pensada para quem busca um vinho fácil de beber, sem a intensidade de tintos mais tânicos. Isso acontece porque o vinho amadurece por um período de 6 a 9 meses exclusivamente em tanques de aço inoxidável e de cimento, o que auxilia a preservar o frescor natural, a acidez viva e as notas de frutas vermelhas (como cereja e framboesa) das uvas.

Presença fixa na França, um dos mercados mais disputados do mundo

Entre as curiosidades que cercam o Chianti Orange está sua presença permanente no varejo francês, algo raro para um tinto italiano. A França, conhecida por proteger sua própria produção, abriu espaço para o rótulo toscano, que se mantém até hoje nas prateleiras de grandes redes, consolidando seu status internacional.

Um vinho que ajudou a impulsionar a internacionalização

O sucesso do Chianti Orange coincidiu com a expansão global da Piccini. Hoje, o grupo exporta para mais de 90 países e concentra cerca de 70% de sua receita no mercado externo. O rótulo não foi o único responsável por esse crescimento, mas é frequentemente citado internamente como o primeiro grande sinal de que a vinícola poderia competir em escala global.

Um sucesso que agrada muitos paladares

Graças a sua acidez e perfil frutado, acompanha muito bem pratos clássicos da cozinha italiana, como pizzas, massas ao molho de tomate, lasanhas, carnes brancas mais intensas, embutidos, queijos e preparos de média estrutura. É um vinho que traduz bem a ideia de um Chianti contemporâneo: mantém a tradição toscana, mas com uma linguagem mais direta, moderna e democrática.

Disponível no mercado brasileiro por preço em torno dos R$ 100, considerado um ótimo custo-benefício para o seu perfil, o Chianti Orange reúne história, curiosidades e consistência. Mais do que um vinho bem-sucedido, ele se tornou um capítulo importante da transformação de uma vinícola centenária em uma marca global mostrando que, às vezes, sair do óbvio é a forma mais eficaz de permanecer relevante.

Onde encontrar:

https://www.samsclub.com.br/produto/vinho-piccini-chianti-750ml-147224

Sobre a Bodegas Grupo Wine

A Bodegas Grupo Wine é uma importadora e distribuidora de vinhos que combina tradição e inovação para oferecer rótulos exclusivos ao mercado brasileiro. Uma empresa do Grupo Wine, destaca-se pelo pioneirismo na distribuição digital para o mercado B2B e pelo rigor na seleção de vinhos. Com um modelo de autosserviço online, a Bodegas Grupo Wine otimiza a experiência de compra para bares, adegas, restaurantes e varejistas. Seu portfólio prioriza vinícolas da América do Sul, com destaque para a Argentina e Chile, mas também inclui rótulos da Itália, Portugal, França, Espanha, Uruguai e EUA. Mais informações em www.bodegasgrupowine.com.br.

 

Maycas Pinot Noir chega à La Pastina para celebrar o Dia da Pinot Noir

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Vinho proveniente do Vale do Limarí é produzido pela Vinícola Emiliana

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Amanhã, 18 de agosto, o mundo celebra a Pinot Noir, uma das uvas mais sedutoras e delicadas que existe.

A La Pastina incorpora ao seu portfólio o vinho Maycas Pinot Noir que traz em seu rótulo, a essência e o conceito de diferentes culturas, já que nesse lugar mágico em Limari, mais precisamente na Quebrada del Encanto, estiveram presentes culturas de civilizações como Molle, Ánimas, Diaguita e os Incas.

O rótulo é inspirado no calendário Inca, que mostra a colheita e as fases da lua, carregando em cada garrafa um pedacinho dessa memória ancestral.

Maycas faz parte de uma nova divisão da Emiliana Organic Vineyards – a maior vinícola orgânica do mundo, dedicada a vinhos de categoria superior, ao lado de rótulos emblemáticos como Gê, Coyam e 57 Rocas.

O projeto ligado a Vinícola Emiliana, já conta com o Maycas Chardonnay, ampliando o olhar da vinícola sobre o Vale do Limarí e suas diferentes expressões.

O Limarí fica no extremo norte do Chile, uma região vitivinícola que surpreende quem não conhece. Os vinhedos de Maycas estão a apenas 34 km da costa, ao lado de uma quebrada que deságua na margem sul do Rio Limarí. E é exatamente essa proximidade com o mar que dá a esse lugar um caráter único, construído em cima de três pilares.

O primeiro é a influência marítima, que molda o clima da região de um jeito bem particular. O segundo é a mineralidade, presente no solo e percebida em cada gole na taça. E o terceiro, talvez o mais curioso de todos, é a camanchaca, aquela neblina costeira típica do norte do Chile. Ela chega todas as tardes, envolve os vinhedos e ajuda a amenizar as temperaturas, trazendo umidade e favorecendo uma maturação lenta e equilibrada das uvas.

Some a isso a baixa altitude da Cordilheira da Costa, as serras transversais e a baixa pluviosidade da região, que favoreceu a formação de solos ricos em sais calcários. O resultado é um perfil salino bem característico, daqueles que a gente reconhece assim que prova. Tudo isso, junto, permite uma maturação mais lenta das uvas e dá origem a vinhos de personalidade e caráter fora do comum.

Maycas Pinot Noir é 100% orgânico, vegano e biodinâmico, do começo ao fim. Vem de vinhas localizadas nesse Limarí tão especial e chega com uma estrutura rica e densa, com nuances minerais e um final de boca longo e agradável.

A passagem por carvalho da estrutura e equilíbrio às frutas vermelhas presentes no vinho, sem nunca esconder o que faz do Limarí um terroir tão único e especial. Faixa de preço: R$239,00

Onde encontrar:

Maycas pode ser encontrado na Casa La Pastina Oscar Freire, no e-commerce da La Pastina www.lapastina.com e www.worldwine.com.br além dos principais empórios do país.

 

Bar Charles Edward promove Master Class de whisky Dewar’s 12, 15 e 18 anos do Grupo Bacardi

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Degustação com harmonizações evidencia as características próprias de cada uma das edições

Se a oportunidade de provar um whisky da qualidade de um Dewar’s já é por si só uma comemoração, imagina provar três edições e poder harmonizar com comidinhas especialmente preparadas para esta experiência.

Foi assim que neste último dia 12 de agosto, participei de uma Master Class no Charles Edward no Itaim.

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Conhecido também por seu tradicional Clube de Whisky, o bar foi palco desta experiência dedicada à bebida, reunindo convidados para uma noite de conhecimento, degustação e gastronomia.

Durante a experiência, os participantes acompanharam uma aula sobre whisky, conhecendo mais sobre o processo de produção, características e particularidades da bebida. A programação também contou com uma degustação das versões Dewar’s 12, 15 e 18 anos, harmonizadas com pratos preparados especialmente por Fernanda Veiga, sócia e chef do Bar Charles Edward.

A proposta foi apresentar diferentes perfis e nuances dos whiskies em uma experiência que uniu conhecimento, gastronomia e a atmosfera tradicional do Bar Charles Edward.

Degustações e harmonizações

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– Dewar’s 12 anos: Harmonizado com gravlax de salmão curado na casa com beterraba, molho holandês, picles de salsão e pepino.

Aqui a degustação demonstrou harmonia entre a textura macia do whisky, sua cremosidade e oleosidade em contraste com o defumado do salmão e a crocância do picles, tornando bem uniformes os sabores em boca.

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– Dewar’s 15 anos: Harmonizado com tomates glaceados com molho de ostra, maionese asiática, amendoim crocante e óleo de alho-poró. Uma harmonização perfeita que uniu a suavidade, o mel, o coco e a sensação final de doçura do whisky em boca, com o tomate glaceado, levemente doce, as notas do amendoim com sua untuosidade e o óleo do alho-poró. Tudo isso me surpreendeu em muito, elevando o patamar da harmonização ao juntar todos estes elementos.

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– Dewar’s 18 anos: Harmonizado com fudge de chocolate meio amargo, creme anglaise de café, doce de leite com gergelim e flor de sal. Aqui o destaque do caramelo, melamêndoas e nós moscada do whisky, harmonizam com a doçura e untuosidade de todos os elementos da sobremesa que não se mostrou nem doce e nem enjoativa e determinou um “grand finale” á degustação.

O que se pode tirar na prática de momentos como estes é que sim, é possível se elevar o padrão de uma degustação quando elementos se fundem e se incorporam de forma sinérgica ao se conhecer os elementos e características da bebida e do prato que será servido, tornando o momento prazeroso e ainda mais especial.

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Sobre o Bar Charles Edward

Fundado em 1995, o Bar Charles Edward é um dos pubs mais tradicionais de São Paulo, localizado no coração do Itaim Bibi. Conhecido por unir música ao vivo, coquetelaria de qualidade e ambiente descontraído, o espaço se tornou ponto de encontro para happy hours, confraternizações e noites animadas ao som do rock e pop rock. Com uma carta de drinques diversificada, gastronomia de alto padrão e iniciativas exclusivas como o Clube do Whisky, o Charles Edward consolidou sua marca como referência em experiências completas na vida noturna paulistana.

 

Wine Fest – VEJA Comer & Beber promove evento de degustação com mais de 150 rótulos

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Evento reúne pequenos produtores, importadoras e rótulos exclusivos

No próximo s dias 22 e 23 de Agosto, São Paulo recebe no Shopping JK Iguatemi evento de degustação com curadoria da VEJA Comer & Beber.

Serão 21 estandes com mais de 150 rótulos para degustação proporcionando ao visitante a experiência de estar junto aos produtores, importadores e profissionais dos vinhos para troca de informações e uma vivência única de muito aprendizado.

A proposta é reunir em um mesmo espaço o melhor da gastronomia e vinhos, incluindo queijos, charcutaria e azeites.

Reunindo uma seleção de rótulos nacionais, internacionais e restaurantes reconhecidos como o D.O.M. / Dalva e Dito (Alex Atala) e o Osso. A experiência promete alcançar que gosta de descobrir novos sabores e brindar o momento em boa companhia, harmonizando gastronomia e vinhos.

Será possível degustar vinhos de importadoras como a Anima Vinum, a Cave Léman, a Peso da Régua Vinhos e a Uva Vinhos, especializadas em rótulos franceses, além da Weinkeller Vinhos, com vinhos provenientes da Alemanha.

Do Brasil vinhos dos produtores gaúchos como a Vinhas do Tempo, em Monte Belo do Sul, a Era dos Ventos, de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, contando com a presença do nosso amigo e vinicultor Luís Henrique Zanini.

A curadoria do evento fica por conta de um velho amigo, o Léo Reis, profissional experiente que atua no mercado faz bastante tempo.

SERVIÇO

Wine Fest – VEJA Comer & Beber

Local: JK Iguatemi (Espaço JK Eventos)

Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Nova Conceição, São Paulo

Dias 22 e 23 de agosto / Das 13:00 h às 22:00 horas

Ingressos: https://veja.wine/

Valores a partir de R$ 125,00 (meia-entrada), inclui acesso ao salão de degustação e uma taça de cristal Tanyno

@vejawinefest