IPA Day 2026 apresenta novo modelo de ingressos em uma experiência mais flexível e com novos perfis de público

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Festival dedicado às India Pale Ales estreia circuito nacional com seis etapas e inclui Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Paraná

O IPA Day São Paulo 2026, edição paulista do festival dedicado ao estilo India Pale Ale, será realizado em 8 de agosto, e pretendemos estar presentes novamente.

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Será no Centro Cultural Tendal da Lapa, em São Paulo, abrindo oficialmente a nova temporada do circuito nacional IPA Day. Desta vez com seis etapas em cinco diferentes estados brasileiros, ampliando a presença no País e reforçando a proposta de se consolidar como uma plataforma nacional de cultura cervejeira.

A edição estreia um novo modelo de ingressos e consumo que busca tornar a experiência mais flexível, ampliar a diversidade de público e criar diferentes formas de participação no festival. Pela primeira vez desde sua criação, o IPA Day abre mão do open bar e passa a operar com sistema de fichas, permitindo que cada participante personalize sua experiência de consumo. O festival terá três modalidades de ingresso, desenhadas para os entusiastas mais dedicados até visitantes interessados principalmente na programação cultural.

Criado em Ribeirão Preto em 2012, quando ainda havia poucas opções de IPAs no mercado brasileiro, o IPA Day nasceu reunindo todos os rótulos comerciais do estilo disponíveis no País. Desde então, transformou-se em uma plataforma que combina cerveja artesanal, música, gastronomia, arte e cultura urbana.

Já a edição paulista foi criada em 2019 e se consolidou como uma extensão urbana do festival nacional.

“O IPA Day sempre foi mais do que degustação. A cerveja é o ponto de partida para encontros, música, arte, gastronomia e cultura urbana. Agora estamos entrando em um novo ciclo, criando um modelo mais flexível e capaz de dialogar com diferentes públicos sem perder a essência do festival”, afirma Rafa Moscheta, criador e promotor do evento.

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Circuito nacional
Em 2026, o IPA Day passa a operar como circuito nacional, reunindo seis eventos em diferentes cidades brasileiras. Além de São Paulo, o calendário contará com etapas em Vitória e Belo Horizonte, em setembro; Petrópolis e Curitiba, em outubro, e Ribeirão Preto em 21 de novembro, onde acontece o IPA Day Brasil, edição nacional que encerra a temporada.

A proposta é fortalecer uma comunidade formada por apreciadores de cerveja artesanal, conhecidos como hopheads, ao mesmo tempo em que amplia a presença do festival em diferentes mercados e contextos culturais.

“O circuito é um passo importante para transformar o IPA Day em uma plataforma nacional. Cada cidade terá identidade própria, mas todas conectadas pela cultura cervejeira e pela experiência construída ao longo de mais de uma década”, diz Moscheta.

A edição paulistana ocupa posição estratégica nesse calendário. Além de abrir oficialmente a temporada, funciona como referência de linguagem, formato e experiência para as demais etapas do circuito.

Modelo de ingressos
O novo formato foi estruturado para contemplar diferentes formas de viver o festival. O ingresso “Copo Cheio” será voltado ao público mais interessado na degustação de cervejas. Inclui 50 fichas de consumo, além do copo colecionável oficial e água liberada durante todo o evento. Cada cerveja poderá custar uma, duas ou três fichas, dependendo do estilo, da graduação alcoólica e da complexidade do rótulo.

O sistema foi calibrado a partir do histórico de consumo das edições anteriores. As 50 fichas correspondem à média histórica de consumo do público no antigo modelo open bar.

Cada ficha dará direito a uma dose de 120 ml de cerveja. Em casos de consumo concentrado em cervejas mais leves, o volume consumido pode ser significativamente superior à média histórica projetada pela organização, estimada entre 2,5 e 2,8 litros ao longo do evento.

Já o ingresso “Meio Copo” terá 25 fichas e proposta intermediária, equilibrando consumo e experiência cultural. A modalidade busca atender visitantes interessados tanto nas cervejas quanto na programação artística, musical e gastronômica do festival.

A principal novidade é o “Copo Seco”, ingresso voltado a quem deseja participar do evento sem foco principal na degustação de cervejas. A modalidade inclui acesso completo à programação cultural e ao espaço do festival, com possibilidade de compra avulsa de fichas durante o evento. Pela primeira vez na história do IPA Day, o festival passa a ter uma modalidade pensada também para quem não bebe cerveja.

O festival mantém a opção BeerGeek, upgrade que garante entrada antecipada, acesso ao evento uma hora antes da abertura geral, uma exclusividade para quem gosta de degustar a primeira IPA com calma e com menor tempo de espera nos bares.

A mudança de formato também permitiu que o IPA Day passasse a aceitar menores acompanhados pelos pais ou responsáveis legais pela primeira vez em sua história. A entrada era restrita enquanto o festival operava no formato open bar.

Outras Bebidas
Outra novidade da edição 2026 será o Lado B, uma segunda experiência dentro do festival, com palco próprio, bar independente e programação intimista formada por DJs e apresentações ao vivo.

O espaço também marca a primeira vez em que o IPA Day terá outras bebidas alcoólicas além da cerveja artesanal. O bar do Lado B oferecerá drinks assinados por um patrocinador parceiro, ampliando a experiência para públicos interessados na música, no ambiente e na proposta cultural do festival.

A novidade busca atender especialmente grupos mistos e casais em que nem todos os participantes consomem IPA.

Tendal da Lapa
O festival será realizado no Centro Cultural Tendal da Lapa, espaço tombado pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo) em 2007 e considerado um dos principais polos culturais da zona oeste paulistana. Com cerca de 7 mil metros quadrados, o local possui galpões multiuso, área externa com palco e a Galeria de Arte Urbana, inaugurada em 2022.

O Tendal abriga o único mural original do artista e ativista estadunidense Keith Haring aberto à visitação pública na cidade de São Paulo. A obra foi pintada em 1984 e descoberta em 2017 atrás de um tapume, restaurada em 2019 e reconhecida oficialmente pela Keith Haring Foundation.

“A escolha do Tendal não é apenas cenográfica. O IPA Day sempre buscou criar conexão entre cerveja artesanal, cidade e cultura urbana. O espaço traduz exatamente essa proposta”, afirma Moscheta.

Além da relevância cultural, o local possui estrutura de mobilidade estratégica. Com capacidade para 2 mil pessoas, o Tendal fica a poucos minutos da Estação Lapa da CPTM, que aos sábados tem trens circulando até 1h da manhã, e do Terminal Lapa, o que proporciona ao público opções de transporte responsável, fundamental em um festival marcado pelo consumo de bebidas alcoólicas.

Serviço
IPA Day São Paulo 2026
8 de agosto de 2026
14h às 22h (BeerGeek a partir das 13h)
Centro Cultural Tendal da Lapa
Rua Guaicurus, 1100 — Lapa — São Paulo (SP)
Classificação: livre para menores acompanhados pelos pais
Ingressos: • Copo Cheio • Meio Copo • Copo Seco • Upgrade BeerGeek
Informações e vendas: https://eventiza.com.br/evento/ipa-day-sp-2026
Instagram: @ipadaysp

Agenda completa IPA Day:
IPA Day São Paulo — 8 de agosto
IPA Day Vitória — 12 de setembro
IPA Day Belo Horizonte — 26 de setembro
IPA Day Petrópolis — 10 de outubro
IPA Day Curitiba — 24 de outubro
IPA Day Brasil (Ribeirão Preto) — 21 de novembro

 

Cervejaria brasileira conquista medalha de ouro na Copa do Mundo da Cerveja, nos EUA

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Cerveja maturada em castanheira compõe projeto que coleciona medalhas nos quatro maiores concursos do mundo

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A Terminus 2026, cerveja criada pela Daoravida Brewpub, de Campinas (SP), conquistou medalha de ouro no World Beer Cup 2026, nos Estados Unidos, na categoria Wood-and-Barrel-Aged Strong Beer. Conhecida como Copa do Mundo da Cerveja, a competição de maior prestígio internacional reuniu 8.166 amostras de 1.644 cervejarias de 50 países.

Maturada em barris de castanheira, a Terminus 2026 combina notas de caramelo, toffee, rapadura, frutas secas e chocolate amargo com nuances da madeira brasileira, que remetem a castanhas, amêndoas torradas e leve caráter resinoso. De corpo alto e textura aveludada, apresenta final longo e persistente, com equilíbrio entre a doçura inicial, o calor alcoólico e o toque seco da madeira.

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“Vencer em uma das categorias mais disputadas do mundo usando uma madeira do Brasil reafirma a nossa identidade e mostra que o país já tem uma assinatura sensorial potente e respeitada lá fora”, afirma Wagner Falci, co-fundador e cervejeiro da Daoravida.

O ouro nos Estados Unidos completa a coleção de conquistas do projeto Terminus que começou em 2021. As duas últimas safras conquistaram medalhas nos quatro “Grand Slam” da cerveja, as competições mais relevantes do mundo: World Beer Cup, World Beer Awards, European Beer Star e Brussels Beer Challenge. A Terminus tem sido premiada em praticamente todos os concursos de que participa desde 2022, incluindo competições continentais como Copa Guarani de Cervezas e Concurso Brasileiro de Cervejas.

No último Concurso Brasileiro de Cervejas a Terminus 2025 conquistou bronze e prata e só foi superada pela Terminus 2026 ficou com o ouro na mesma categoria. “Nossa cerveja mais premiada até então foi superada pela nova safra. Isso mostra que o projeto continua evoluindo”, comemora Michele Gimenez, co-fundadora da Daoravida.

O prêmio traz visibilidade internacional para a produção local e para as cervejarias independentes do Brasil e reforça que a excelência técnica independe do tamanho da fábrica. A Daoravida, operando em formato de brewpub, um bar que produz a própria cerveja, conseguiu superar estruturas industriais de diversos países.

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O concurso
Criado em 1996 pela Brewers Association, o World Beer Cup é considerado a competição cervejeira de maior prestígio no mundo e reúne cervejarias de diferentes países em uma avaliação técnica realizada às cegas. Em 2026, o concurso completou 30 anos e recebeu 8.166 inscrições, avaliadas às cegas por 255 jurados, sendo 128 internacionais, de 37 países, ao longo de 14 sessões em sete dias. Este ano o Brasil foi o quinto país com mais amostras inscritas na edição, com 164 cervejas de 37 cervejarias.

Daoravida Brewpub
Fundada em Campinas (SP), a Daoravida Brewpub desenvolve receitas autorais com foco em fermentações complexas, maturações prolongadas e experimentação com madeiras brasileiras. A medalha no World Beer Cup reforça um trabalho que vem posicionando o brewpub entre os nomes brasileiros presentes em concursos internacionais de referência e chama atenção para o potencial de madeiras nativas na produção cervejeira.

 

 

Harmonização de cervejas e chocolate eleva a experiência da Páscoa

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GrupoPetrópolis dá dicas de combinações simples para valorizar e surpreender nas celebrações

A Páscoa carrega um significado especial na vida das pessoas, assim como nos almoços em família e o momento de provar os tradicionais chocolates, a data vem refletindo uma mudança no comportamento do consumidor, que busca por experiências gastronômicas mais completas.

A harmonização entre cervejas e chocolate pode parecer inusitada à primeira vista, mas, quando bem explorada, revela inúmeras possibilidades de combinações para todos os gostos, já que valorizam sabores, texturas e aromas, proporcionando uma degustação versátil, que se adapta a diferentes ocasiões e perfis de paladar, aguçando o lado sensorial dos consumidores.

Seguem algumas dicas que podem fazer toda a diferença no resultado:

O QUE COLOCAR PRIMEIRO NA BOCA: CHOCOLATE OU CERVEJA?

Na maioria dos casos, o ideal é iniciar com o chocolate, permitindo que ele envolva o paladar com sua cremosidade e dulçor. Em seguida, a cerveja entra como complemento, destacando novas camadas de sabor. No caso do chocolate branco, a dica é deixar derreter brevemente na boca antes de um gole, isso ajuda a integrar melhor os sabores entre os elementos do chocolate, que é mais doce, com notas de baunilha, frutas cítricas ou castanhas.

A TEMPERATURA DA CERVEJA IMPORTA?

A temperatura da cerveja influencia diretamente na experiência de harmonização. Quando muito gelada, pode reduzir a percepção aromática e acentuação do amargor. Já em temperaturas mais altas, pode perder o frescor. Por isso, respeitar a faixa indicada para cada estilo ajuda a equilibrar melhor a harmonização.

QUAIS OS MELHORES ESTILOS PARA HARMONIZAR COM CHOCOLATE?

Cervejas muito leves e suaves, como o estilo American Lager, tendem a desaparecer diante da intensidade do chocolate. O oposto também interfere: rótulos muito amargos, como as IPAs, podem gerar desequilíbrio, se sobrepondo ao dulçor e às nuances do cacau. O ideal é buscar estilos com maior presença de malte e perfil mais equilibrado.

Para facilitar, o Grupo Petrópolis reuniu algumas sugestões práticas de harmonização que podem ser replicadas facilmente em casa com rótulos da marca Black Princess – linha premium da companhia com ampla variação de sabores e estilos disponíveis, premiados pelos principais concursos de cerveja do Brasil e do mundo.

CHOCOLATE AMARGO – CONTRASTE QUE FUNCIONA

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O chocolate amargo possui sabor mais intenso, com amargor marcante e combina com cervejas mais adocicadas, como a Black Princess Tião Bock. A cerveja traz as notas de tosta e toffee em sua composição de maltes, além da adição de rapadura, um toque brasileiro num legitimo estilo alemão German Bock. O ideal para harmonização com chocolate é que a temperatura da cerveja esteja entre 8 °C a 10 °C.

CHOCOLATE MEIO AMARGO – CREMOSIDADE É DECISIVA NO MATCH

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Por sua vez, o chocolate meio amargo pede uma combinação que considere amargor, dulçor e cremosidade. Com amargor médio-alto e base maltada, a Black Princess APA-82 cria um contraste elegante, resultando em uma harmonização intensa e equilibrada. O ideal é que a temperatura da cerveja esteja entre 8 °C e 10 °C.

CHOCOLATE AO LEITE – CERVEJAS ESCURAS SÃO PRINCIPAL INDICAÇÃO

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Por apresentar um perfil sensorial mais suave, doce e cremoso, o chocolate ao leite harmoniza bem com cervejas escuras, especialmente aquelas que apresentam maltes torrados e alta carbonatação. Essas cervejas oferecem um caráter mais refrescante e ajudam a equilibrar o paladar. A cerveja Black Princess Dark é um exemplo de combinação ideal. Para melhor experiência sensorial, recomenda-se servir a cerveja entre 6 °C e 8 °C.

CHOCOLATE BRANCO – LEVEZA E FRESCOR

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Mais doce e naturalmente cremoso, o chocolate branco pede cervejas leves, refrescantes e aromáticas, como a Black Princess Doctor Weiss. Para aproveitar melhor a combinação, experimente deixar o chocolate derreter lentamente na boca e, em seguida, dar um gole da cerveja. O resultado é uma sensação de mais frescor e leveza, com sabores que se integram de forma delicada. Para a melhor experiência, sirva a cerveja entre 6 °C e 8 °C.

CHOCOLATES RECHEADOS – COMBINAR POR SEMELHANÇA

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Mesmo em suas variadas texturas, intensidades e ingredientes – como licores, frutas, castanhas ou caramelo -, as melhores combinações envolvem cervejas com características semelhantes. Chocolates com caramelo, por exemplo, harmonizam bem com a Black Princess Tião Bock, enquanto os recheados com frutas vermelhas ou castanhas possuem maior equilíbrio com a Black Princess Miss Blonde. A temperatura ideal está entre 8 °C e 10 °C, faixa que permite melhor notabilidade de aromas e nuances.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis.

SOBRE A BLACK PRINCESS – Criada na Serra Fluminense em 1882, desde então a Black Princess vem conquistando os mais exigentes apreciadores de cerveja. Hoje conta com oito rótulos: Black Princess Gold, Black Princess Dark, Black Princess Doctor Weiss, Black Princess Let’s Hop, Black Princess Miss Blonde, Black Princess Back to the Red, Black Princess Tião Bock e Black Princess APA-82. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejablackprincess.com.br e @cervejablackprincess

SOBRE A PETRA – A Petra é uma marca de cervejas desenvolvida seguindo a melhor tradição cervejeira mundial. Cada um dos estilos carrega a história de respeito aos preceitos essenciais de processos e matérias primas, sem ceder a modismos ou experimentações. Prezando pela harmonização, Petra apresenta rótulos que agradam aos mais exigentes paladares: Petra Origem Puro Malte, Petra Aurum, Petra Schwarzbier, Petra Bock, Petra Weiss Bier, Petra Stark Bier e Petra Origem Escura Premium. A Petra é parceira do Saber Beber, programa que incentiva o consumo consciente de álcool, reforçando que o ato de beber não é um problema, desde que seja feito de forma consciente e responsável. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejapetra.com.br e @cervejapetra.

 

O Olhar que Brota da Terra: Uma Celebração do Feminino e da Cultura Nordestina na Cerveja

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A Cervejaria Nacional apresenta sua nova Catharina Sour, criada por Karine Lins e Carla Daniele, em homenagem à riqueza cultural do Nordeste

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A Cervejaria Nacional apresenta a nova edição do projeto Musas do Verão. Em 2026, a criação é assinada por duas profissionais nordestinas que hoje atuam em São Paulo: Karine Lins, de Pernambuco, e Carla Daniele Silva, de Alagoas. Juntas, elas transformam trajetória, origem e deslocamento em uma cerveja que celebra identidade e diversidade brasileira. O Olhar que Brota da Terra: Uma Celebração do Feminino e da Cultura Nordestina na Cerveja Batizada de Sol de Araçá, a receita é uma Catharina Sour elaborada com polpa de araçá, fruta brasileira nativa da Mata Atlântica e presente em áreas de restinga, território de transição entre mar e mata.

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O nome araçá vem do Tupi-Guarani ara’sá, que significa “a fruta que tem olhos”. Presente nos quintais, nas festas, nas geleias e licores artesanais, o fruto atravessou séculos como fruta do mato, muitas vezes desvalorizada pelas hierarquias coloniais que exaltavam ingredientes importados como sinônimo de sofisticação. Pequeno, de acidez marcante e caráter intenso, o araçá sempre foi resistência silenciosa.

Assim como a fruta cresce em solos desafiadores, entre areia, vento e salinidade, milhões de nordestinos construíram suas trajetórias em São Paulo enfrentando desafios estruturais e culturais. A presença nordestina molda a cidade na gastronomia, na música, na construção civil, no comércio e na cultura cotidiana. Ainda assim, a história da migração interna no Brasil carrega episódios de estigmatização e preconceito. Sol de Araçá propõe um deslocamento simbólico: aquilo que esteve à margem ocupa o centro. Valorizar uma fruta brasileira historicamente associada ao quintal e à simplicidade é afirmar que pertencimento não depende de origem geográfica, mas de contribuição concreta. A acidez vibrante do araçá dialoga com o estilo Catharina Sour e reforça frescor, personalidade e autenticidade. Não é um sabor neutro. É direto, expressivo e marcante. Como as trajetórias que ajudaram a construir São Paulo.

Conheça as nossas musas nordestinas deste ano:

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Karine Lins iniciou sua jornada em 2012, no Recife, atuando com treinamentos para equipes de vendas e garçons. Especializada como sommelier de cervejas pela Doemens Akademie e Mestre Cervejeira pela Escola Superior de Cerveja e Malte, hoje desenvolve seu trabalho na produção cervejeira em São Paulo, unindo técnica, pesquisa de ingredientes nacionais e inovação. Também conduz degustações guiadas e harmonizações, ampliando o acesso à cultura cervejeira.

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Carla Daniele Silva é natural de Alagoas e reside em São Paulo desde 2018. Iniciou sua trajetória no universo cervejeiro com a formação em Tecnologia da Cerveja pela Escola Superior de Cerveja e Malte e posteriormente se especializou como sommelier de cerveja. Desde então, vem aprofundando conhecimentos técnicos e sensoriais, transformando a cerveja em sua principal área de atuação e paixão.

A participação de Karine e Carla no Musas do Verão 2026 reafirma o compromisso do projeto com o protagonismo feminino e com narrativas que conectam cultura, território e diversidade. Sol de Araçá nasce do encontro entre origem e futuro. É uma cerveja que reconhece que alimento é memória, e que sabor também é forma de resistência.