Maison Charles Heidsieck desembarca no Brasil com seus cuvées mais emblemáticos

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Brut Réserve, Rosé Réserve e Blanc de Blancs apresentam um estilo marcado por profundidade, alta proporção de vinhos de reserva e vocação gastronômica

Champagne

A casa francesa Maison Charles Heidsieck chega ao Brasil introduzindo um estilo dos mais consistentes e reconhecíveis da região de Champagne.

São três rótulos centrais de sua linha Classics:  Brut Réserve, Rosé Réserve e Blanc de Blancs, que expressam com clareza seu perfil técnico e identidade enológica.

Conhecida por trazer uma abordagem que privilegia estrutura e complexidade em seus produtos, a Charles Heidsieck construiu sua reputação com Champagnes de caráter mais amplo e gastronômico, com presença consolidada em restaurantes e hotéis de alta gastronomia ao redor do mundo, como El Celler de Can Roca (Girona), George V (Paris), Alain Ducasse at the Dorchester (Londres) e Osier (Tóquio).

Esse posicionamento se reflete em rótulos que apresentam maior densidade, textura e capacidade de evolução, ampliando suas possibilidades de harmonização.

Os cuvées que chegam ao Brasil seguem a tipicidade da região: Brut Réserve e Rosé Réserve são elaborados a partir de blends de Pinot Noir, Chardonnay e Meunier, enquanto o Blanc de Blancs é produzido exclusivamente com Chardonnay.

Em comum, os três rótulos apresentam consistência de estilo e elevado reconhecimento da crítica especializada, com pontuações acima de 90 pontos.

O tempo como quarta varietal do Champagne

O principal diferencial da Charles Heidsieck está na gestão do tempo dentro do processo de vinificação. Os seus rótulos têm uma proporção de 40% de vinhos de reserva no blend, em comparação à média de 15% a 20% dos champagnes da concorrência. Apenas a primeira prensagem de cada lote de uvas é utilizada e os vinhos de reserva têm idade média de 10 anos (um mínimo de 4 anos para os non vintage), enquanto a maioria dos rótulos premium não safrados de outras produtoras envelhecem apenas por 24 a 30 meses.

O tempo de maturação nas caves é crucial, por isso o dégorgement também ocorre mais  tarde, retardando a absorção de oxigênio e evitando a oxidação.

Após o dégorgement, outras maisons geralmente colocam seus cuvées imediatamente no mercado, mas , neste caso, passam por quase um ano de repouso adicional para aperfeiçoar o equilíbrio e manter o frescor: para Brut, Rosé e Blanc de Blanc, um mínimo de 6 a 9 meses; para vinhos de safras especiais, de 9 a 12 meses.

“Na Charles Heidsieck, tudo vai além das exigências e restrições da Appellation Champagne. Nosso Brut Réserve é composto por 50% de vinhos de reserva, alguns com mais de 20 anos. Nenhuma outra casa em Champagne leva esse princípio tão longe em um vinho que serve como introdução à gama da Maison”, Émilien Érard, chef de caves “Todas as nossas durações de envelhecimento, sejam safras, sejam cuvées de prestígio, são de três a cinco vezes mais longas que as normas regulamentares da denominação.”

Sobre a Charles Heidsieck

Fundada em 1851, em Reims, a Charles Heidsieck mantém uma produção deliberadamente limitada e orientada à qualidade. Parte essencial desse estilo está nas históricas caves da Maison — antigas pedreiras de giz que oferecem condições ideais de temperatura e umidade para o envelhecimento, contribuindo para o perfil elegante e profundo que caracteriza seus Champagnes.

A marca foi a primeira da região de Champagne a conquistar a certificação de Empresa B, reconhecimento que reflete práticas voltadas à preservação ambiental, como o cuidado com a biodiversidade dos vinhedos e a adoção de processos com menor impacto ambiental.

Atualmente sob o grupo familiar EPI, a casa segue como uma referência entre as grandes Maisons, com presença consolidada em mercados internacionais e reconhecimento consistente da crítica. Com sua chegada ao Brasil, amplia-se o acesso a um estilo de Champagne que privilegia tempo, precisão e expressão enológica.

Caves

Serviço

Vendas pela Importadora V3D ou representantes:
Tel.: 11-991584182
E-mail: v3d.dist@gmail.com

Valores

Brut Réserve: R$ 675
Brut Réserve Magnum: R$ 1.499
Rosé Réserve: R$ 875
Blanc de Blancs: R$ 875

 

 

Zanotto, marca da Vinícola Campestre apresenta vinhos dos Campos de Cima da Serra

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Apresentação ficou por conta de André Donatti, enólogo-chefe e diretor geral da empresa

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Em mais uma daquelas noites memoráveis, a Zanotto, marca da Vinícola Campestre, promoveu em São Paulo um encontro entre vinhos e harmonizações em noite agradável e marcante.

Entre convidados e jornalistas, André fez uma explanação sobre a empresa, seus objetivos e projetos, sobre o terroir dos Campos de Cima da Serra, a história e particularidades da vinícola e claro, sobre cada um dos vinhos degustados.

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Logo na entrada dois vinhos especiais, o vinho Zanotto Nature Sur Lie (R$ 179,90), excepcional espumante com pouquíssimas garrafas disponíveis (foram elaboradas apenas 250 delas) e o Zanotto Gewürstraminer 2025 (R$ 89,90), vinho elegante e muito agradável, ambos “escoltaram” as entradinhas, formadas por vários queijos, frutas, embutidos e pães.

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Para a harmonização propriamente dita, iniciamos com o vinho branco Zanotto Reserva Barricado Sauvignon Blanc (R$ 189,90), vinho com passagem de 6 meses em Carvalho Francês (Seguin Moreau) que confere uma complexidade pouco experimentada no já diferenciado Sauvignon Blanc da marca.

O vinho apresenta coloração amarelo palha com reflexos dourados. No nariz, flores brancas, frutas cítricas maduras, casca de laranja e especiarias doces.

Em boca é uma explosão deliciosa com boa acidez, untuosidade e elegância, completada pela diferenciada barrica que confere um pouco mais de corpo e notas amanteigadas.

Harmonizou perfeitamente com a bruschetta de queijo brie e damasco, aumentando a sensação em boca com agradável equilíbrio.

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Em seguida o vinho Zanotto Reserva Pinot Noir 2023 (R $ 139,90), vinho que estagiou 12 meses em Carvalho Francês de segundo uso. A coloração é de um vermelho claro, límpido e brilhante. No nariz notas de frutas vermelha e especiarias. Percebe-se toda a delicadeza com um leve toque de cogumelo nos aromas,

Em boca boa acidez, leveza, agradável frescor e equilíbrio nos taninos.

Para a harmonização uma polenta crocante, bem temperada com parmesão.

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O segundo tinto foi o Zanotto Reserva Corte 2022 (R$ 149,90), elaborado com as uvas Tannat, Merlot, Malbec e Syrah. Vinho que envelhece em Carvalho Francês e Americano por 12 meses.

A cor é um vermelho rubi profundo com reflexos sutis alaranjados. No nariz café e especiarias.

Em boca taninos macios, equilíbrio na fruta madura, final persistente e longo. Harmonizou com o bolinho de mandioca com carne suave e farinha Panco.

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Finalizamos com o Espumante Zanotto Brut Método Tradicional que acompanhou mini tortinhas de maça.

Mas a noite não terminou por aí, o último vinho foi o emblemático Zanotto Troppo Maturo (Preço médio de R$ 550,00).

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Vinho elaborado com as uvas desidratadas no próprio vinhedo no parreiral. Passagem de 34 meses em barricas de carvalho francês e mais um ano de descanso nas caves. Corte das uvas Tannat e Merlot. É sedoso e macio, com taninos potentes e grande complexidade. Um vinho longevo, único e muito especial. Um excelente vinho para brindar a agradável noite.

Sobre Campos de Cima da Serra

O terroir destaca-se pela alta altitude (geralmente acima de 900 metros), clima frio e elevada amplitude térmica. Essas características, incluindo invernos rigorosos e verões com noites frias, proporcionam uma maturação lenta das uvas, resultando em vinhos de altitude com acidez vibrante, estrutura tânica e grande potencial de longevidade.

SERVIÇO

Endereço: Avenida Pedroso de Morais, 1047 – Pinheiros – São Paulo – SP

Contato: (11) 91960-1651

 

 

Grand Cru promoveu Wine Dinner com vinhos da Pizzorno do Uruguai

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Jantar no Paparoto Cuisine reuniu convidados e jornalistas

Pizzorno

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Estive na sexta da semana passada no Paparoto para encontrar o Francisco Pizzorno, da Vinícola Pizzorno do Uruguai e provar alguns dos seus vinhos harmonizados com s pratos do Paparoto.

Em sala ampla e privada dentro do restaurante, fui recebido pelo pessoal da Grand Cru e pude provar logo na entrada, um rose maravilhoso que acompanhou em seguida as entradas e a salada.

A experiência foi completa, das entradas a sobremesa e o café.

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O primeiro vinho foi o Pizzorno Mayúsculas Rose, de Canelones, Uruguai. Vinho corte das uvas Pinot Noir e Malbec. Os vinhedos sofrem influência pela proximidade ao Rio da prata, o solo é limo-argiloso.

Vinho com coloração rosa pálido com reflexos salmão. No nariz notas de frutas vermelhas frescas, um toque cítrico e flores brancas. Em boca é refrescante, leve e com acidez bem equilibrada, bem seco é agradável e fácil de beber. Harmonizou com o presunto cru perfeitamente, que foi servido de entrada.

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Em seguida um branco, o Pizzorno Reserva Albariño, também de Canelones. Uvas provenientes do vinhedo Don José, vinhedo novo com condução de espaldeira. O vinho amadurece em barricas de carvalho francês novas, por 3 meses.

A coloração é de um amarelo-palha, com notas cítricas no nariz e um floral bastante expressivo. Em boca um toque salino, refrescante, vibrante mineral. Com boa acidez tem final longo e apresenta também uma maça verde, notas de lima, revelando toda a sua complexidade e untuosidade.

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Harmonizou com uma salada deliciosa com figos, nozes e queijo de cabra, deliciosa!

No meio da degustação uma surpresa, o vinho Pizzorno Tannat de maceração carbônica, um vinho desta uva “encorpada” mas feito de forma leve e descontraída.

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Por último o Pizzorno ReservaTannat,de Canelones. Proveniente de vinhedos de 23 anos, este vinho tem condução do vinhedo por Lyra. Amadurece por 12 meses em barricas de carvalho americano. De coloração vermelho-rubi com reflexos violáceos, apresenta no nariz notas de frutos de bosque, tabaco, charuto e especiarias.

Apresenta um volume de boca marcante e equilibrado. Os taninos são maduros e o final persistente.

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Harmonizou com a carne de cordeiro assada bem macia, escoltada por uma massa bem levinha e o molho do cozimento da carne.

No final do jantar um delicioso Creme Brülée com panettone e café.

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Sobre o produtor

Pizzorno Family Estates é um nome forte e emblemático desta conceituada Bodega do Uruguai. Em sua quarta geração, tem como seu líder, Carlos Pizzorno, pai do Francisco Pizzorno que nos recebeu. Uma propriedade de mais de um século de existência e histórias.

O respeito pela natureza e a busca constante por inovação, são os conceitos que orientam a família e sua adequação aos tempos atuais globalizados.

Sobre a Grand Cru

Fundada em 1998, a Grand Cru é a maior importador e varejista de vinhos finos da América Latina. Com mais de 1300 rótulos em seu portfólio, de diferentes terroirs do mundo. Se destaca pela curadoria criteriosa, alta qualidade dos seus produtos, oferecendo uma experiência única aos seus clientes, consumidores e amantes do vinho.

Carmen promove jantar para jornalistas e apresenta novidades

Vinhos carmen

Chardonnay de Limari foi a estrela da noite

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Sob o comando da enóloga Ana María Cumsille em seu primeiro projeto junto a vinícola, foi apresentado um Chardonnay 100% de uma das melhores origens no Chile para a variedade, o Vale do Limarí.

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Vinho da safra 2024, jovem e especialmente elegante, este vinho é proveniente de solos calcários e localizado em região de clima frio próximo ao Oceano Pacífico, o que traz características do mar como sanilidade, e também proporciona frescor, acidez e mineralidade.

Se apresenta no nariz com notas cítricas, pêssego e maçã verde, sutil influência de madeira e caráter mineral. Em boca, é vibrante, equilibrado e persistente, acidez marcante e textura sedosa.

Desde sua primeira safra, foi eleito entre os melhores Chardonnays do Chile pelo Guia Descorchados.

A colheita é manual e as uvas foram colhidas nas primeiras horas da manhã. Os cachos foram prensados inteiros e parte do mosto fermentou em cubas de aço inox. A outra parte fermentou em barricas de carvalho francês de quarto e quinto uso.

A vinificação ocorreu em processo oxidativo. O vinho permaneceu com a lias por 10 meses antes de ser engarrafado. Teor alcoólico de 12,5%.

Um vinho sensacional que me impressionou muito pelo conjunto e versatilidade, bem pela qualidade e cuidado na elaboração.

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Provei mais dois vinhos, o Delanz Carmenérè 2021 (71% Carmenérè, 15% Syrah, 9% Petite Verdot e 5% Cabernet Sauvignon). Vinho do Valle de Apalta, um tinto já conhecido de outras degustações e provei o Delanz Alto Jahuel D.O. Maipo 2019, um blend das uvas Cabernet Sauvignon 72%, Cabernet Franc 23%, Petit Verdot 3% e Petit Sirah 2% e teor alcoólico de 13,5%.

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Na parte de harmonização, entradinhas como empanadas de queijo e carne, linguiças variadas, saladinha, batatas e a famosa carne do Pobre Juan, neste caso o da Vila Olímpia.

Leia mais sobre a vinícola e os vinhos acessando o link:

http://vinhodosanjos.com.br/2024/08/22/degustacao-harmonizada-com-vinhos-icones-da-vinicola-carmen/

Saúde!