Decanter celebra 29 anos com 2 milhões de garrafas de vinho vendidas por ano e portfólio invejável de “joias mundiais” em vinhos

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Importadora comemora quase 30 anos em 22 de julho portfólio diferenciado, rede de distribuição e vinícola própria refletem o pioneirismo de seu fundador

A Decanter é considerada uma das importadoras responsáveis pela construção, fortalecimento e expansão da cultura do vinho no Brasil.

Celebrando 29 anos de uma trajetória sólida e visionária, marcada por parcerias de longa data e um portfólio composto por “joias da enologia” mundial, foi fundada em 1997 pelo catarinense Adolar Hermann. Destacou-se desde o início, por sua oferta única e por se antecipar às tendências, apresentando novos produtores e propostas diferenciadas de vinhos, consumo, venda e comunicação em torno da bebida.

Hoje, quase 30 anos depois, a Decanter registra números impressionantes: vende aproximadamente 2 milhões de garrafas por ano, e possui 80 produtores parceiros, de 14 países em seu catálogo, que chega a quase 550 rótulos.

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“Seguiremos nos posicionando cada vez melhor como uma das principais importadoras premium do Brasil, com estratégias alinhadas ao nosso conceito-chave de ‘joalheria de vinhos’. Queremos crescer ainda mais com qualidade e compromisso com nossos produtores, clientes e parceiros como temos feito ao longo desses quase 30 anos”, celebra Adolar Hermann.

Em seu portfólio, a Decanter reúne preciosidades como Luigi Bosca, uma das grandes referências do vinho argentino e primeiro produtor importado pelo grupo; Folonari, icônica e centenária vinícola italiana; Paul Mas, produtor de maior sucesso no Languedoc-Roussillon; Villard, viña-boutique pioneira no Chile; Pio Cesare, lenda do vinho italiano; Anselmo Mendes, maestro da uva Alvarinho; Viñedos de Alcohuaz, que tem à frente Marcelo Retamal, o mais genial enólogo chileno; além de tantos outros vinhos, histórias e projetos que a marca traz ao Brasil.

Pioneirismo: rede própria e única importadora a produzir vinhos no Brasil

Com uma história marcada pelo pioneirismo, a Decanter foi visionária ao apostar em uma rede própria de distribuição: as Enotecas Decanter. Atualmente, são 34 endereços no total; 2 unidades próprias, em Blumenau (SC) e em São Paulo (SP), e outras 32 localizadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Maranhão e Pará.

Outro marco importante que leva a assinatura de Adolar Hermann é a Vinícola Hermann, fundada em 2009 em Pinheiro Machado (RS), tornando a Decanter a única importadora brasileira que também produz vinhos no país. O projeto deu origem a alguns dos rótulos mais originais do Brasil: os espumantes Bossa e Lírica, e os vinhos Matiz.

A data oficial de celebração dos 29 anos do Grupo Decanter é 22 de julho, e a importadora está preparando uma série de ações e novidades para comemorar seus 30 anos, em 2027.

www.decanter.com.br | @decanter_vinhos

 

Vinhos de Portugal: Grandes vinhos com surpresas e descobertas em cada taça!

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Produtores conhecidos e vinhos emblemáticos superam todas as expectativas no evento

Não é tarefa fácil conseguir provar a totalidade dos vinhos oferecidos no evento Vinhos de Portugal. Na verdade, é algo impossível.

E como tudo o que se faz bem feito, busquei os ícones e novidades que sempre são trazidas e surpreendem.

Outro fator é o fato de querer conversar com os proprietários, enólogos e as autoridades do vinho, em cada vinícola representada na degustação, o que inviabiliza ter mais tempo para as provas, mas aumenta nosso conhecimento nas mesas de degustação.

E mais, é um evento em que todo o mercado de vinhos se faz presente e a cada passo encontramos amigos e profissionais do vinho, sempre gerando uma boa conversa e risadas, tornando ainda mais agradável a oportunidade de estar presente neste grande evento.

Mas vamos aos vinhos provados aos quais dou destaque, e me entendam, não que os que aqui não estiverem mencionados não tenho importância ou relevância, mas por uma questão de resumo, realmente fica complicado falar de 700 vinhos presentes e oferecidos no evento.

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Logo ao entrar me deparo com Dona Laura Regueiro, proprietária da Quinta da Casa Amarela @quintadacasaamarela

Ainda sinto o gosto do vinho em minha mente, provado no ano passado, neste mesmo evento. E como eu não poderia deixar de provar, provei o Casa Amarela Grande Reserva 2024, vinho da Região do Douro. O vinho é algo realmente marcante, corte das uvas Viozinho, Rabigato e Gouveio. Vinho elaborado em lagares de granito com pisa pé. Tem coloração amarelo palha com toque dourados. No aroma notas cítricas, maça, com uma intensidade aromática marcada pelo uso de madeira, concedendo notas de baunilha. Em boca revela um agradável frescor, frutas brancas como a goiaba e certa mineralidade que dá ainda mais complexidade ao vinho. O final é longo e marcante. Sem dúvida um vinho inesquecível, em qualquer degustação, que espero provar a nova safra no ano que vem.

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Caminhando um pouco mais, parei para provar os brancos da Importadora Mistral @mistralvinhos o primeiro foi do produtor Symgton Family Estates, do Douro, o vinho Pequeno Dilema 2023, corte das uvas Arinto (35%), Viosinho (20%), Códega do Larinho (20%), Rabigato (20%), Alvarinho (5%). Um vinho que eu ainda não havia provado e que me surpreendeu muito, pela delicadeza, maciez e pela complexidade envolvente em todo o vinho. No nariz flores brancas se misturam aos aromas cítricos intensos e vibrantes. Em boca é equilibrado em todo o conjunto do vinho e traz um toque defumado único e especial. Vinho imperdível! Que demonstra que realmente é possível se produzir grandes vinhos brancos no Douro!

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Logo ali, na mesma Mistral, porém de outro grande e icônico produtor, os vinhos do produtor Quinta do Soalheiro. Não vou detalhar estes três brancos, mas são vinhos que eu gostaria de ter sempre em casa. São eles três vinhos das uvas Alvarinho:  Soalheiro Granit 2024, o Soalheiro Primeiras Vinhas 2023 e o Soalheiro Reserva 2023.

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Também fico sempre “sem palavras” para descrever a regularidade e qualidade dos vinhos do gênio e grande produtor Luis Pato, com destaque ao vinho Vinha Barrosa 2014, Bairrada D.O. Um vinho 100% da uva Baga, proveniente de vinhedos com mais de 90 anos. Elegante, complexo e estruturado. Maturação em pipas usada e novas de carvalho Allier por 1 ano, vale cada gota provada!

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Da Casa Cadaval, provei os vinhos importados pela Importadora Via Vini @viavinivinhos, o Casa Cadaval Pinot Noir 2023 é um tinto da região do Tejo, bem diferenciado. Sim, é um Pinot de terras portuguesas com 12,5% de teor alcoólico. Passa por amadurecimento por 6 meses. É proveniente de vinhas de 40 anos. Vinho elegante que apresenta coloração rubi límpida e brilhante. No nariz, frutas vermelhas frescas como amora, cerejas e cassis, bem como notas florais. Em boca é macio, elegante, frutado e sedoso. Um pinot de Portugal interessante e expressivo.

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Ainda da Via Vini e da Casa Cadaval, o vinho Marquesa de Cadaval 2016 é sem dúvida um vinho de grande complexidade aromática e em boca. Um vinho de guarda, que já apresenta notas evolutivas. Vinho português clássico da região do Tejo, é um blend encorpado e estruturado de Touriga Nacional, Trincadeira e Alicante Bouschet, envelhecido por 12 meses em barricas. Nos aromas frutas negras maduras, tabaco e especiarias. Em boca tem textura sedosa e aveludada, frutas maduras negras. É equilibrado, boa estrutura e acidez. Persistência em boca. Um dos tintos mais complexos que provei no evento e que me encantou pela estrutura e pelos taninos equilibrados.

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Seguimos para o produtor Rola Wines @rola_wines, do Douro, com a querida enóloga Ana Rola a quem já conheço tem algum tempo. Dentre os vinhos degustados, destaque para o Grande Reserva Sousão 2021. Vinho coloração rubi muito intensa e profunda. Nos aromas frutas negras maduras, cereja, ameixa e toques florais delicados de violeta. Em boca é estruturado, com acidez equilibrada e taninos firmes e potentes.

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Chegando no produtor Anselmo Mendes, um mestre quando se trata de vinhos brancos diferenciados e de alta qualidade, principalmente quando se trata da uva Alvarinho. Vinhos importados pela Importadora Decanter @decanter_vinhos

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Eu não poderia deixar de mencionar dois vinhos brancos especialíssimos, da região de Monção, Melgaço e Minho, produzidos por ele: O Curtimenta Alvarinho 2023 o Parcela Ú nica Alvarinho 2022. Dois vinhos que traduzem expressões diferentes sobre a mesma uva. O primeiro com toques minerais e frutas como maça verde e toranja, o segundo com toques cítricos e florais, ervas, além da mineralidade. Vinhos que venho provando ao longo dos anos e que desejo continuar provando, sempre atualizando quanto ás novidades.

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Do grande produtor Quinta da Bacalhôa provei vários vinhos e destaco um branco da Bairrada, o Bacalhôa Bical 2022 Vinhas Velhas 1931 vinho que 60% fermentou e estagiou 12 meses em barricas novas e de 1 ano de carvalho francês e 40% em inox.

Aqui uma ressalva importante: Todos os vinhos da Bacalhôa são de uma regularidade na produção que é bem difícil encontrar defeitos ou “saltos” na qualidade e produção. São corretos e muito bem elaborados.

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Da Menin Wine Company @menindouroestates provei o vinho Menin Grande Reserva Douro 2020. Um tinto proveniente de vinhedos de vinhas velhas misturadas (Field Blend). Os solos da região são de xisto e a altitude varia entre 80 e 350 metros. Coloração vermelho profundo. Nos aromas frutas vermelhas e negras como amora, frutas do bosque, e notas balsâmicas. Em boca é intenso e estruturado, com boa acidez, equilíbrio e elegância.

Finalizando, da Importadora Adega Alentejana @adegaalentejana o vinho do produtor Lavradores de Feitoria @lavradoresdefeitoria

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Provei o branco Meruge Douro Branco 2022 elaborado principalmente com a casta Viosinho, estagia em barricas de carvalho, resultando em um vinho elegante, complexo e com excelente potencial de guarda e o Meruge Douro Tinto 2021. Corte de uvas tradicionais do Douro coma Tinta Roriz, a Touriga Franca e Touriga Nacional.Teor Alcoólico de 14% e maturação por 12 meses em barricas de carvalho francês. Vinho muito fresco e elegante.

Minha vontade seria de continuar escrevendo e descrevendo sobre os vinhos provados, tantos mais, mas não faltará ocasião já que Portugal e Vinhos de Portugal @vinhosdeportugalbr_ já fazem parte da nossa cultura do vinho, presentes em muitos eventos de parceiros, lojistas e importadoras de vinhos.

Até a próxima! Saúde!

 

 

 

 

 

 

 

 

Vinhos de baixo teor alcoólico estão mudando a forma de beber no Brasil

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Leves, refrescantes e versáteis, rótulos ganham espaço no calor e revelam uma mudança profunda no comportamento do consumidor brasileiro

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Enquanto o mundo discute saúde, bem-estar e novas formas de consumo, o Brasil começa a refletir essa transformação também na taça. Vinhos de baixo teor alcoólico, antes vistos como produtos de nicho, passam a ocupar um espaço cada vez mais relevante na rotina de consumo, especialmente em períodos de calor e em ocasiões sociais mais informais.

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A tendência acompanha um movimento global. Estudos recentes indicam que mais da metade dos consumidores reduziram a ingestão de álcool nos últimos anos, motivados por escolhas mais conscientes, qualidade de vida e busca por experiências mais equilibradas.

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Esse comportamento impulsiona a expansão da categoria conhecida como low & no alcohol, que cresce de forma consistente no mundo e começa a influenciar diretamente o mercado brasileiro de vinhos.

Segundo a consultoria internacional International Wine & Spirits Research (IWSR), o mercado global de bebidas com baixo ou nenhum teor alcoólico ultrapassou US$13 bilhões em 2023 e segue em trajetória de crescimento. No Brasil, embora o vinho tradicional ainda lidere as vendas, categorias mais leves, como espumantes suaves, vinhos adocicados e rótulos pensados para consumo refrescante ou em drinks, vêm ganhando protagonismo, sobretudo durante o verão.

Para o sommelier Tiago Locatelli da Decanter Vinhos, essa mudança vai além de uma preferência sazonal. “O calor brasileiro pede bebidas mais leves, mas o que estamos vendo é algo mais profundo. Existe uma mudança real na forma como as pessoas querem beber: com mais consciência, mais frequência e menos excesso”, afirma.

Leveza, frescor e versatilidade no copo

Na Decanter Blumenau, rótulos como Bossa Bellini e La Linda Sweets se tornaram exemplos claros dessa nova dinâmica de consumo. Ambos apresentam menor graduação alcoólica, perfil aromático e versatilidade, características que dialogam diretamente com o comportamento do consumidor atual. “O Bellini é um coquetel suave e aromático, ideal para climas quentes, brunches e drinks misturados com frutas frescas. Já o La Linda Sweet é um vinho leve, frutado e com menor graduação alcoólica, que funciona muito bem tanto puro quanto em coquetéis leves”, explica Locatelli.

Segundo Locatelli, esses vinhos não são apenas opções pontuais para o verão. “Eles representam uma mudança cultural. Durante muito tempo, o vinho esteve associado a ocasiões formais e a um teor alcoólico mais elevado. Hoje, o consumidor quer leveza, frescor e liberdade para consumir o vinho de outras formas, sem abrir mão do prazer”.

Essa nova relação com o álcool também amplia o papel do vinho em momentos sociais. “Esses rótulos se encaixam melhor no dia a dia, em encontros ao ar livre, happy hours e até como base para drinks. O vinho deixa de ser exceção e passa a integrar a rotina”, completa o sommelier.

 

Importadora Decanter e as “estrelas” do seu portfólio

Logo Decanter Wine DayDestaques em degustação realizada em seu Wine Day

Em meio a tintos, brancos, rosés e espumantes de mais de 60 produtores de diversos países, participei do Decanter Wine Day que este ano foi excepcional!

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Na oportunidade estiveram disponíveis cerca de 200 rótulos selecionados por Adolar Hermann, fundador da Decanter, e a equipe da importadora, que conta com o head sommelier Tiago Locatelli.

Presentes algumas das principais vinícolas, enólogos e representantes como: Albino Armani, Alta-Yarí, Arzuaga, Bemberg, Bouza, Colomé, El Principal, Falua, Gonzalo Guzmán, Hermann, Luigi Bosca, Paul Mas, Familia Schroeder, Sutil, TerraNoble, Vieira de Sousa e Villard.

Nos meus destaques alguns vinhos que comumente não se dá a atenção devida e são especialíssimos ou são lançamentos:

– Alta-Yarí Gran Torrontés 2020: Um excepcional vinho branco de Mendoza, Argentina com enorme complexidade em boca e 13,4 % de teor alcoólico. No nariz é contido quando se compara aos vinhos com a mesma uva, o que me agradou enormemente já que o floral da torrontés por vezes costuma me incomodar quando muito intenso.

Um vinho diferenciado por suas nuances em boca que lembram pêssego, lichia, limão e baunilha. A acidez se faz bem presente bem como o corpo cremoso e convidativo.

34% do vinho estagia por 6 meses em carvalho e o restante dos 66% em inox. Um vinho para harmonizar com ceviche, peixes brancos com molho de maracujá ou pratos com frutos do mar que levem curry. Preço sugerido de R$ 227,00.

Abaixo 3 vinhos da França e a descrição do meu preferido:

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– Château Dauzac Bordeaux Comte de Dauzac 2020: Da região de Bordeaux, este vinho dos 3 apresentados foi o que mais gostei. Corte das uvas 60% Cabernet Sauvignon e 40% Merlot, tem passagem de 9 meses em barricas e grandes tonéis de carvalho e 14,5% de álcool. Macio, integrado, aveludado e intenso. No nariz frutas negras,frescas e maduras.

– Château Dauzac Haut-Médoc Comte de Dauzac 2020: Corte de 69% Cabernet Sauvignon e 31% Merlot.

– Château Dauzac Margaux Comte de Dauzac 2020: Corte de 65% Cabernet Sauvignon e 35% Merlot.

Um vinho branco francês (Destaque entre 2 tintos do mesmo produtor):

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– Domaine de Suremain Mercurey 1er Cru en Sazenay Branco 2020: Meu destaque, esse especialíssimo vinho branco da Borgonha, uva Chardonnay 100%. Intenso no nariz com notas cítricas. Em boca um misto de frutas como maça, pêssego e pêra. Um sabor inigualável e divino que poucas vezes senti em um único vinho. Final longo e persistente. Passa 12 meses em toneis de carvalho francês.

– Domaine de Suremain Mercurey Tinto 2021: Pinot Noir da Borgonhacom 14 meses de barrica.

– Domaine de Suremain Mercurey 1er Cru en Sazenay Tinto 2020: Pinot Noir da Borgonha com 21 meses de barrica.

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A qualidade dos vinhos chilenos é meu destaque com o produtor Terranoble.

Com propriedades em regiões chilenas como Colchagua, Maule e Casablanca, este produtor apresentou 2 vinhos que para mim foram destaque:

– Terranoble Syrah Tempranillo Disidente 2018: De Casablanca, este vinho é composto de 74% Syrah e 26% Tempranillo. 14 meses para a Syrah em foudres e Tempranillo em ânforas. Coloração violeta vibrante e viva, um leve defumado no nariz, um conjunto de especiarias, azeitonas e frutas vermelhas, trazem uma intensidade única e vibrante. Em boca é elegante, muito fresco e com um final longo e persistente. 14% de teor alcoólico. Faixa de preço R$ 300,00.

– Terranoble Carignan Mouvédre Garnacha Disidente 2020: Do Maule, este vinho é composto de 56% Carignan, 28% Mouvédre e 16% Garnacha. Passagem de 15 meses em foudres de carvalho e tinajas. Coloração rubi com tons violáceos. No nariz uma explosão de frutas como cerejas, framboesas e toques minerais. Em boca mostra toda a fruta, volume e intensidade. Teor alcoólico de 13,7%. Faixa de preço R$ 300,00.

Não posso terminar sem citar os vinhos pra lá de especiais do Gonzalo Guzmán também do Chile, os Arzuaga Navarro e Família Luis Canãs da Espanha, um show!

Sobre a Decanter

Fundada em 1997, em Blumenau, por dois apaixonados por vinhos (Adolar e Edson Hermann, pai e filho), a importadora Decanter rapidamente se destacou como uma das principais referências para quem aprecia rótulos de qualidade. Oferece vinhos que são verdadeiros achados, em um catálogo com cerca de 80 produtores e 15 países, sob a curadoria de Adolar e Edson ao lado do sommelier Tiago Locatelli.