Grand Cru promoveu degustação da Vinícola Italiana Planeta

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A singularidade e essência dos terroirs da Sícilia apresentados por Colleen Clayton, Country Manager

Estive na semana passada na loja da Bela Cintra, nos Jardins, em São Paulo para uma especialíssima degustação de vinhos italianos, mais precisamente vinhos provenientes da Sícilia.

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Na apresentação uma velha amiga, a Colleen, que discorreu sobre as diversas propriedades da vinícola localizadas em diferentes terroirs da ilha que se caracteriza pela diversidade de paisagens, ventos, história, pessoas, hábitos e vinhos.

Cada “pedacinho de chão”, carrega suas características próprias que obviamente determinam as notas olfativas e gustativas de cada um dos cinco vinhos provados.

E tudo é conduzido por certificação orgânica, com foco na modernidade, sem perder toda a questão histórica e ritualística dos vinhos.

São cinco propriedades do grupo, localizadas nas regiões de:

Menfi: Do mar as colinas com 400 metros de altitude, com 250 hectares de plantio.

Vittoria: Região ligada a Família planeta, desde sempre. Possui solos de coloração avermelhada, onde são plantadas a casta Cerasuolo, evocando no nome, a “cereja” siciliana, pela coloração. Entre o planalto e o mar, os verões são bem quentes e a água escassa, entrelaçando os vinhedos com o ecossistema da vegetação mediterrânea.

Noto: Como característica principal, os solos são brancos e calcários, sofrendo influência que advém entre dois mares,

Etna: A emblemática região que envolve o plantio nas encostas do vulcão Etna, possui solo em degradação das rochas vulcânicas, rico em minerais, com características muito particulares.

Capo Milazo: Localizada ao norte, é uma pequena península. Solos escuros e profundos, de origem aluvial.

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Mas vamos aos vinhos degustados:

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– La Segreta IL Bianco Sicilia 224:

Vinho corte das uvas Grecânico (40%), Grillo (20%), Chardonnay (20%), e 20% de outras variedades, sem passagem em barricas. A coloração é um amarelo/palha com aromas de frutas brancas e toque floral. Em boca é equilibrado, elegante e com ótima acidez. 12,5% de teor alcoólico. Preço sugerido R$ 249,90.

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– La Segreta IL Rosso 2023:

Vinho corte das uvas Nero d’Avola (50%), Merlot (25%), Syrah (25%), Cabernet Franc (5%). Coloração vermelho rubi. No nariz notas de frutas vermelhas e pretas. Em boca é equilibrado, agradavelmente sedoso, e frutado. 13% de teor alcoólico. Preço sugerido R$ 249,90.

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– Plumbago 2022:

Vinho 100% Nero d’Avola de Menfi, com coloração vermelho intenso. No nariz notas de frutas maduras compotadas, ameixas maduras jasmim e trufa negra. Em boca é complexo, envolvente e aveludado, com final intenso e persistente. Passagem por 10 meses em barricas de carvalho francês. 14% de teor alcoólico. Preço sugerido R$ 329,90.

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– Etna Rosso Feudo di Mezzo 2020:

Vinho 100% de Nerello Mascalese, um tinto de coloração vermelho rubi translúcido. Notas olfativas de cereja negra, morango, um toque floral e de baunilha. Em boca mineralidade, especiarias e grande complexidade. Sem passagem em barrica de carvalho. 14% de teor alcoólico. Preço sugerido R$ 499,90.

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– Controdanza 2020:

Vinho corte das uvas Nero d’Avola e Merlot, da região de Noto, com coloração vermelho profundo e intenso. No nariz frutas negras, ameixa e notas balsâmicas. Em boca é elegante, equilibrado, com taninos macios e exuberantes. Passagem por 12 meses em carvalho. 13,5% de teor alcoólico. Preço sugerido R$ 399,90.

Uma degustação singular, uma viagem pelas regiões da Sicília que me fez mudar em muito a avaliação que eu fazia sobre a uva Nero d   ‘Avola. Vinhos elegantes, intensos e que demonstram verdadeiramente o terroir e suas particularidades!

Onde encontrar

Site da Grand Cru: https://www.grandcru.com.br/vinhos?name=planeta

 

Importadora Casa Mediterrânea apresenta seus vinhos em jantar no Marialva

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Vinhos brancos impressionam pela qualidade e são muito gastronômicos

Estive esta semana no restaurante Marialva, próximo a Avenida Paulista, nos Jardins. Na pauta a apresentação de cinco vinhos da Importadora Casa Mediterrânea, sendo três brancos, um rosé e um tinto.

A expectativa era a de provar pratos deste restaurante português com os vinhos italianos leves e aromáticos, ideias para a noite quente que se apresentava em São Paulo.

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Logo na entrada foi servido o vinho branco Catarrato Terre Siciliane IGT da Sicilia, um vinho da safra 2022 da Vinícola Brugnano (R$ 89,90).

Vinho muito aromático com tonalidade amarelo palha e tons esverdeados. No nariz flores brancas e frutas brancas. Em boca estrutura leve, ótima acidez e persistência.

Vinho que foi acompanhado de alheria, embutido português que leva carnes diversas, pão e é temperado com alho. Degustei descontraidamente enquanto aguardava a entradinha que veio em seguida, uma casquinha de camarões.

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Tanto este primeiro vinho como o que veio na sequência, o vinho Bianco di Toscana  Mediterraneo Notevole IGT. Igualmente leve, porém mais intenso em boca, harmonizou perfeitamente com a casquinha cremosa e o sabor crocante dos camarões.

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Para o prato principal, o Bacalhau a Gomes de Sá, o rosé da mesma linha juntamente com o branco Constanza di Mineo Doctrina, corte das uvas Viognier (50%) e Chardonnay (50%) 2023 fez a noite ficar ainda mais especial.

A qualidade deste vinho sem dúvida foi o ponto alto da noite por apresentar bastante complexidade, frescor e intensidade, untuosidade e elegância (Por volta de R$ 190,00).

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Finalizei a noite com o tinto Terno da Sícilia, corte das uvas Petit Verdot (50%) e Syrah (50%) Terre Siciliane IGP da Vinícola Gazzerosse, que passou 10 meses estagiando em barricas de carvalho. Um vinho que já demonstra notas de evolução e especiarias, com 14% de teor alcoólico (R$ 119,90).

Casa Scalecci apresenta vinhos excepcionais da Sicília

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Empresa familiar existe a mais de um século

Os vinhos da Casa Scalecci chegam ao mercado brasileiro vindos da Sicília, Sul da Itália, lugar de solo e clima favoráveis para a produção de uvas de qualidade. O sol intenso do mediterrâneo auxilia o plantio e colheita no seu ponto exato onde o solo é fertilizado e atingido pelos ventos vindos do Norte da África, na costa meridional da ilha.

A produção é controlada acima de tudo pela qualidade e não pelo volume. Uma rica combinação entre um solo calcário com a mineralidade pétrea das vinhas plantadas em solos graníticos permite que a água deslize com facilidade, alcançando resultados impressionantes na qualidade final dos vinhos. O que pode ser comprovado na taça.

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Estive na apresentação oficial dos vinhos no Banana Café em São Paulo. Mas mesmo antes disso pude provar e comprovar a qualidade dos produtos em feira realizada em São Paulo e com muitas risadas e um grande bate papo com o proprietário, pude conhecer um pouco deste produtor e seus vinhos que me agradaram de pronto!

Os vinhos realmente impressionam pela qualidade apresentada. Os brancos têm estrutura e frescor, apresentando uma exuberância em suas notas aromáticas e gustativas. São elegantes, intensos e marcantes.

Os tintos são de uma complexidade que pouco vi nos vinhos da Sicília, trazem intensidade nos aromas e nos sabores e enchem a boca em agradável sensação de fruta e vigor nos vinhos.

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A degustação se deu com frios e queijos especialíssimos do Banana Café.

HISTÓRIA

Em 1920 o avô do atual proprietário, Rosario Assennato, comprou o “Feudo Scalecci” de uma princesa siciliana junto com alguns irmãos. Desde então o solo da região vem surpreendendo, mostrando-se cada vez mais apto a cultivar uvas de qualidade. Durante a guerra, a Casa sobreviveu vendendo sua produção em forma de mosto aos franceses, que buscavam na Sicília boas uvas para seus próprios vinhos. Na época foi construído um canal para transportar o vinho diretamente ao Porto de Marzamemi, cidade costeira próxima a Pachino. O atual proprietário da Casa Scalecci, Rosario Assennato, ampliou os planos de seus antepassados e aumentou ainda mais a capacidade de produção da vinícola.

OS VINHOS

 

Rocío – Uvas Sauvignon Blanc e Grillo, cor amarela clara com reflexos verdes. Possui aroma que remete a flores como o jasmim e frutas como cerejas e castanhas. Aromático, equilibrado e consistente, ao mesmo tempo em que mantém o frescor.

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Chardonnay – Gostei muito desse vinho. Talvez por ser um amante da casta Chardonnay, mas também pelo equilíbrio apresentado na taça e em todas as suas variáveis.

Elegante e frutado mostra uma tonalidade amarelo brilhante com reflexos dourados. Seu aroma remete a frutas como pêssego e na boca traz notas de abacaxi e banana. Mostra equilíbrio entre refrescante e ácido.

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Massasaro – Uvas Nero D’Ávola e Cabernet Sauvignon. Notas de grama e groselha, frutas vermelhas e especiarias. Na boca é abundante e rico, com sabor frutado, picante e persistente. O tom vermelho rubi reflete forte característica da mineralidade do solo. Perfeito para harmonizar com carnes vermelhas.

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Cierzo – Uvas Sauvignon Blanc (50%) e Chardonnay (50%). Aroma de frutas e ervas e um sabor que remete a frutas tropicais, mel, pera e pêssego. Acompanha pratos de peixe e frutos do mar.

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Sauvignon Blanc – Monovarietal que se caracteriza por uma cor amarelo claro com reflexos verdes e dourados. Aromas herbáceos, frutas tropicais, mel, pera e nectarina. Na boca é doce e ácido, com notas cítricas e ótimo frescor.

Provei outros tintos também, mas esses ainda não estão no Brasil!

http://www.casascalecci.com