Viña San Vicente inicia a comercialização de vinhos no Brasil

 

Agora é uma realidade. A Viña San Vicente, desembarcou seus vinhos do Chile no Brasil.

Através da Aromas do vinho Gourmet, empresa que importa e distribui seus vinhos, inicia a distribuição, inicialmente por São Paulo e aos poucos alcançando todo o Brasil.

A linha que chega é composta de 14 vinhos (4 brancos e 10 tintos), que vão dos mais simples, da Linha Kuntur (Condor), porém com grande qualidade e na faixa de R$ 26,90. Passando pela Linha Geiser Tatio (Vulcão / R$ 38,00), Chungará Gran Reserva (Lago / R$ 67,90), Viento Terral (Vento / R$ 77,00) Cordillera Lircay (Cordilheira / R$ 171,90), e por último, seu grande ícone, o Lukay (ou Raio), na faixa de R$ 255,90.

Estes vinhos são encontrados inicialmente, apenas na Vinnobile (www.vinnobile.com.br) e aos poucos serão distribuídos para todo o Brasil.

Consulte a linha completa acessando: http://www.vinnobile.com.br/busca/100/svicente

Aromas do Vinho Gourmet e Viña San Vicente, expressão de qualidade na Expovinis

Isso mesmo, agora a Aromas do Vinho é também Gourmet e passa a ser responsável pela importação e distribuição dos vinhos San Vicente no Brasil.

Em parceria firmada entre a Daniella Romano (Aromas do Vinho) e a Viña San Vicente, representada por Dalmar Labra, a empresa foca no mercado brasileiro, com seus vinhos muito bem elaborados e um conceito único que envolve os elementos da natureza, como o os rótulos Kuntur (Condor), o Tatio Reserva (Geiser), o Chungará Gran Reserva (Lago), o Viento Terral (Vento), Cordillera Lirkay (Cordilheira) e o Lukai (Raio).

Cada um reflete o que simboliza cada elemento, na importância da região, do “Terroir” de origem e formação, bem como a força da marca, no conceito único que se expressa em cada vinho e no respeito á natureza e seus elementos.

Os vinhos têm sua característica particular e focam em níveis de público diferentes e para diferentes ocasiões.

Os vinhedos ocupam uma área de 300 hectares, e são cultivados no coração do Valle de Maule, em solo formado por sedimentos de materiais depositados pelos rios glaciais da Cordilheira dos Andes.

As condições climáticas da região são altamente favoráveis ao plantio, refletindo um clima mediterrâneo e temperado, ampla oscilação térmica com temperaturas altas de dia, e baixas ao cair da noite.

Esta característica reflete a qualidade principalmente dos vinhos tintos, que são longevos e de intensa coloração. Com aromas complexos e elegantes.

São 18 vinhos no total:

A linha Kuntur compreende cinco variedades de vinhos, três tintos e dois brancos, são eles: Cabernet Sauvignon 2010 (corte), Carmènére 2010 (corte), Merlot 2010 (corte), Sauvignon Blanc 2011 (100%) e Chardonnay 2010 (100%).

A linha Tatio Reserva e Chungará Gran reserva é composta de também cinco variedades, as mesmas citadas acima.

Viento Terral 2009 é um único vinho, corte das uvas (40%) Cabernet Sauvignon, (30%) Malbec, (20%) Carménère e (10%) Cabernet Franc, envelhecido 12 meses em barricas de carvalho francês e americano.

Cordillera Lirkay 2009 é composto de um corte (50%) Cabernet Sauvignon e (50%) Carménère, com (60%) envelhecido em barricas de carvalho francês e (40%) americano, por um período de 18 meses.

Lukay 2005, corte de (50%) Cabernet Sauvignon, (20%) Carménère, (20%) Malbec e (10%) Cabernet Franc.

Envelhecido em barricas de carvalho francês, tostado médio, por 24 meses.

Em breve poderemos encontrar estes vinhos, nos melhores pontos de venda em todo o Brasil.

Para quem não provou, vale a pena experimentar e aguardar o que sem dúvida é sinônimo de sucesso garantido.

Viña Koyle e seus vinhos biodinâmicos: Desvendando os segredos da fruta

Já faz um tempo que tenho verdadeira admiração pelos vinhos deste produtor, desenvolvidos magnificamente pelo seu enólogo e proprietário Cristóbal.

Para quem ainda não conhece, trata-se de um produtor biodinâmico localizado no Chile. A vinícola se caracteriza pela busca da fruta nos vinhos, em sua essência, seria, a meu ver, o chamado “Terroir Original”.

É admirável a paixão como Cristóbal fala de seus vinhos, de seus métodos de condução, e da sua busca incansável por produtos que caracterizem toda a sua originalidade.

Seus vinhedos têm ao longo dos anos, demonstrado cada vez mais complexidade nos vinhos, adquirida perceptivelmente pelo avanço das raízes no solo, penetrando e absorvendo elementos novos que acabam por fazer a diferença em cada safra.

Estive na Gran Cru esta última terça feira (08/11/2011) participando da degustação de dois produtores, a Koyle  do Chile e o Chateau CGR da França.

A Koyle trouxe suas novas safras. Fiquei sensivelmente impressionado pelo seu Syrah Royale. Elegante, complexo, frutado, aromático, muito, mas muito expressivo. Claro que os outros vinhos degustados também se apresentaram divinos. Mas sempre há um que se destaca dos demais, e neste caso, foi o Syrah.

 

Syrah Royale, sensacional

 

Conversando com Cristóban, acabei perguntando de seus novos projetos em relação á vinhos brancos. O que ele me respondeu que há sim um projeto em desenvolvimento em uma determinada região, passando por fazendo testes.

Tudo está ainda em fase de experimento. Revelou-me inclusive as uvas (uma tinta e uma branca), que infelizmente não posso revelar. Fiquei muito animado, porque quando há novos projetos, há novos vinhos e vindo deste produtor, serão com certeza admiráveis.

Provei também os vinhos do produtor francês que eu não conhecia. Foram seis vinhos da região de Bordeaux. Interessantes e bem elaborados, tendo um custo X benefício excepcional!

 

Chateau CGR

 

Abaixo a relação de vinhos provados de cada produtor, e claro, o Syrah da Viña Koyle:

– Koyle Reserva Cabernet Sauvignon 2009

– Koyle Reserva Carmenére 2009

– Koyle Reserva Syrah 2009

– Koyle Royal Syrah 2008

Do produtor Chateau CRG:

– Chateau Ramafort 2005

– Chateau Cardus 2007

– Chateau Grivières 2005

– Chateau Malaire 2007

– Chateau Vivier 2007

– Chateau La Cardonne 2005

Se quisersaber mais sobre biodinâmicos, consulte os links abaixo e veja matérias já publicadas:

– Degustação: Os vinhos biodinâmicos como estilo de vida: http://migre.me/67sqL

(No final do post há mais 2 links sobre vinhos biodinâmicos)

Sobre o produtor Koyle, veja matérias anteriores:

– Vinhos de expressão no 5º Encontro do Somellier da Grand Cru: http://migre.me/67ski

Em breve você encontrará os vinhos da Koyle na Loja Virtual da Vinnobile, acessando: www.vinnobile.com.br ou pelos telefones: (11) 5073-0702 e (11) 5073-0725.

Degustando O. Fournier: Grande surpresa com seus vinhos brancos chilenos

 

Tive a oportunidade de degustar seis exemplares de vinhos deste produtor O. Fournier, trazidos pela Vinci.

Alguns produzidos no Chile e outros na Argentina. A Bodega O. Fournier tem grande nome na Argentina, sendo que seus vinhedos estão localizados no Valle do Uco, na região de La Consulta, em Mendoza.  No Chile estão localizados em Leyda e Maule.

Seus fundadores são espanhóis e proprietários da Bodega O. Fournier, em Ribera Del Duero, Espanha, bodega expressiva e mundialmente reconhecida.

Mas meu destaque fica por conta de 3 vinhos brancos chilenos, inacreditavelmente frescos e com um custo X benefício excepcional.

São eles:

– Urban Sauvignon Blanc 2009: Chile, 100% Sauvignon Blanc, um vinho que recebeu 88 pontos da Wine Spectator na safra de 2008. Vinho aromático com ótima acidez e equilíbrio, muito fresco e o mais acessível de todos, por volta de R$ 28,00. Teor alcoólico de 13,5%.

 

– Centauri Sauvignon Blanc 2009: Chile, 100% Sauvignon Blanc, com aromas minerais e de mato, Igualmente fresco, sendo que 15% do vinho foi fermentado em barricas de carvalho francês, o que lhe confere uma complexidade aromática equilibrada. Bom corpo e estrutura. Por volta de R$ 65,00. Teor alcoólico de 12,5%.

 

– Alfa Centauri Sauvignon Blanc 2008: Chiel, 100% Sauvignon Blanc. Um vinho EXCEPCIONAL! Foram produzidas apenas 900 garrafas. Grande complexidade e harmonia nos aromas. Aromas doces, na boca aspargos, um vinho cremoso, balanceado e elegante. Maturado por 12 meses em barricas de carvalho francês de 500 litros. Na faixa de R$ 95,00. Teor alcoólico de 13,8% bem integrado.

 

Enfim, três vinhos brancos que vale a pena experimentar ou degustar despretensiosamente.