Ventisquero brilha no Relatório Tim Atkin 2026

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Vinícola chilena está entre os “First Growths” do Chile e conquista destaque com três Vinhos do Ano no aguardado relatório do crítico britânico

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O crítico britânico Tim Atkin divulgou recentemente seu aguardado relatório Chile 2026, e a Ventisquero, vinícola chilena eleita Vinícola do Ano 2026 pelo Guia Descorchados e importada com exclusividade pela Cantu Grupo Wine no Brasil, aparece mais uma vez entre os grandes destaques da publicação. Pelo décimo ano consecutivo, a vinícola integra o seleto grupo dos “First Growths”, classificação inspirada no histórico sistema de Bordeaux de 1855, mas que, segundo o próprio crítico, considera exclusivamente a qualidade dos produtores chilenos.

Além da permanência entre as 20 vinícolas mais relevantes do país, a Ventisquero também conquistou destaque com três rótulos eleitos Vinhos do Ano em suas categorias. O Tara Chardonnay 2024 foi reconhecido como o melhor Chardonnay do relatório. Produzido no Deserto do Atacama, no extremo norte do Chile, o vinho chama atenção pelo perfil mineral e pela marcante salinidade, resultado das condições extremas e da influência do Oceano Pacífico.

Já o Vértice 2023 foi eleito o melhor blend tinto da publicação. Elaborado pelos enólogos Felipe Tosso e Alejandro Galaz, o rótulo se destaca pela elegância, frescor e complexidade, refletindo uma visão contemporânea da viticultura chilena.

Outro destaque foi o Pangea Syrah 2022, eleito o melhor Syrah do relatório. Produzido no Vale do Colchagua, o vinho é considerado um dos ícones da Ventisquero e se destaca pela profundidade, notas especiadas e perfil sofisticado.

A presença da Ventisquero também foi marcante no capítulo editorial “10 Things You Need to Know About Chile”, um dos mais relevantes do relatório. Tim Atkin destacou a vinícola como pioneira na expansão dos limites da viticultura chilena, mencionando o Projeto Bagual, em Chile Chico, na região de Aysén, a 46,3° de latitude sul, o vinhedo mais austral do mundo, além do trabalho realizado no Vale do Huasco, no Deserto do Atacama, desenvolvido pela vinícola desde 2007.

Os enólogos Felipe Tosso e Alejandro Galaz também foram citados entre os nomes de destaque da nova geração da viticultura chilena.

Outro dado que chamou atenção no relatório foi a presença da linha Kosten entre os vinhos mais exclusivos do Chile. Entre os 1.232 rótulos avaliados por Tim Atkin, apenas 33 ultrapassam a faixa dos US$100 no mercado chileno, sendo três deles assinados pela Ventisquero.

Com 20 vinhos recebendo 92 pontos ou mais, a vinícola conquistou pontuações de destaque no relatório. Entre elas estão os 96 pontos do Tara Chardonnay 2024, os 95 pontos do Pangea Syrah 2022 e do Vértice 2023, além dos 94 pontos obtidos por Enclave Cabernet Sauvignon 2022, Kosten Chardonnay 2024, Obliqua Carménère 2023 e Tara Viognier 9 NV.

Sobre a Cantu Grupo Wine

A Cantu Grupo Wine, a casa das grandes marcas, possui 21 anos de operação B2B no mercado de vinhos, com presença nacional em mais de 15 mil pontos de venda e mais de 400 rótulos de vinhos renomados em seu portfólio. O propósito da Cantu Grupo Wine é trazer para o país grandes marcas de expressão mundial. Na gama de produtos, são mais de 40 produtores de 14 países diferentes, além de ser distribuidora exclusiva da vinícola Entre dois Mundos, a primeira produtora de vinhos do Grupo Wine. A Cantu Grupo Wine apresenta valores e uma filosofia que permitem à empresa trazer rótulos de vinhos de extrema qualidade, contando com sólida estrutura logística e capacidade operacional para atender todo o território nacional. A viabilidade da empresa estabeleceu-se através de fortes parcerias, firmadas com grandes vinícolas do mundo. Mais informações em https://www.cantugrupowine.com.br/. 

 

Degustação da Ventisquero na Bacco`s aguçou os sentidos pela música

Flores

Era de se esperar a harmonia entre a música os vinhos e a parte gastronômica.

Também, quando se une vinhos de qualidade e compositor famoso só poderia ser assim.

“As Quatro Estações” de Vivaldi soam ainda em minha mente, aguçadas pelo registro na memória olfativa e nas lembranças da noite quente.

Tenho sempre falado dos sentidos e do sentir ao mencionar vinhos. Sem esta nossa capacidade que une visual, olfato e paladar, tudo ficaria mais difícil.

Neste caso, além de todos estes sentidos, utilizamos também a música para penetrar nos mistérios da melodia que nos remetem momentos que vão do plantio ao líquido em nossas taças: O Vinho que tanto apreciamos.

Estes registros meio que se impregnam em nossas mentes e ao recordarmos dos sons, dos “cheiros”, aromas, e o toque no paladar, inevitavelmente nos recordamos dos nossos momentos, das passagens da vida, e nesta noite, não poderia ser diferente.

A cada nota soada, um vinho descia pelo palato, alcançando as “notas” internas das recordações vibrantes. Palato e sentidos apurados degustaram em uma só noite, os quatro vinhos determinados para a ocasião, cada um no seu movimento particular definido e ritmado, melodiosamente sonoro em nossos ouvidos.

Antonio Vivaldi, o gênio estava certo. Compôs sua obra baseada nos sons da natureza, a força da virtuosidade aparece em todos os momentos. Cada melodia nesta sinérgica degustação tocou a alma e o corpo, envolvendo o momento no que posso chamar de o “espírito do vinho”, suas sutilezas e descobertas.

Os vinhos são considerados vinhos de boutique. Assim como a música, foram escolhidos pela determinação do próprio clima do Chile, em suas estações bem marcadas, assim como a música determinada no seu compasso.

Vinho fundo

O primeiro vinho, um branco (Primavera), representa os pássaros.

O segundo vinho, já um tinto (Verão), representa a revoada dos insetos e a intensidade marcante, a fruta madura em sua plenitude.

No terceiro, também um tinto (Outono), representa o Vilarejo, a alegria da colheita e as pessoas.

O quarto e último vinho, também tinto (Inverno), mostra todo o rigor do momento, a intensidade do frio, o “ranger” de dentes, um mistério na complexidade associada ao mistério do próprio inverno, as vezes indescritível em palavras.

A programação:

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– “La Primavera” – Allegro

Ramirana Gran Reserva Sauvignon Blanc / Gewurstraminer

Harmonização: Frutas cítricas da estação

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– “L´Estate” – Presto

Ramirana Reserva Cabernet Sauvignon / Carmenérè

Harmonização: Seleção de queijos

– “Lautunno” – Allegro

Ramirana Trinidad2008

Harmonização: Seleção de embutidos

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– “L´Inverno” – Allegro non Molto

Vértice 2007 – Valle de Apalta

Harmonização: Empanadas de carne chilenas

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Fechamos a noite, caminhamos cada um no passo a passo do compasso da vida, sonoramente inspirados pela música, pelo álcool quente no sangue, pelas memórias…

Desejando que tudo continuasse neste ritmo, nesta melodia, que ainda ecoa em nossos ouvidos… suave e plena.

Quando os vinhos em um mês podem fazer toda a diferença

Sou um entusiasta do vinho e falar de vinhos para quem tem paixão por eles, soa como redundância e é o mesmo que “chover no molhado”, o que não deixa de ser interessante.

Vou publicar uma série de quatro textos relacionados á minha visita á quatro vinícolas da região de Garibaldi, no Ripo Grande do Sul, tendo iniciado este ano e finalizado o mês de janeiro, com atividade intensa e muitas degustações prazerosas e sempre de muita soma de conhecimentos novos.

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Logo no ano início do ano tive a primeira degustação no La Recoleta, do Selo 7 Sommeliers, especificamente de 13 roses (Ver postagem do Selo relacionada no link:

http://selo7s.wordpress.com/2013/01/28/primeira-avalaiacao-do-selo-7-s-de-2013/

Em seguida veio a oportunidade de visitar “in loco” e em três dias, quatro vinícolas do sul, dentre elas a Chandon, Cave Geisse, Almaúnica e Casa Valduga, acompanhando os trabalhos na elaboração do espumante nacional nesta época da colheita, degustando vários deles, bem como também degustando os chamados vinhos tranquilos (Brancos e tintos).

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Chandon / Cave Geisse / Almaúnica / Casa Valduga

E ainda, nesta última semana que terminou o mês de janeiro, participei de mais duas degustações imperdíveis, uma treinando a parte sensorial que uniu música as músicas das “Quatro estações de Vivaldi”, vinhos da Ventisquero e gastronomia. Tudo isto na Loja da Bacco´s, em Higienópolis.

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E finalizando com o lançamento para a imprensa e lojistas dos vinhos da Bodega Cuarto Domínio, trazidos pela Ravin Importadora, os na 4ª geração da família Catena, em degustação realizada no Terraço Itália no último dia 31/01.

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Assim, o que parecia ser inicialmente um mês tranquilo e de férias, passou a ser intenso e de muito, mas muito aprendizado.

Que o ano que passa rapidamente (Já estamos em fevereiro), possa trazer a todos nós, os bons vinhos, os bons momentos e o respeito a natureza e aos homens.

“A adega escura… Um lugar para os fortes” Herú Pinot Noir 2009

Os vinhos deitados na adega escura escondem as preciosidades das histórias, do passado, das conquistas e das emoções.

A adega é solitária, silenciosa, introspectiva. Na penumbra das luzes tremulantes laterais, as sombras se formam nos gargalos, as portas de entrada dos líquidos trabalhados anos a fio.

Saudosos dos anos longínquos, os rótulos não apresentam mais o colorido do passado, a jovialidade vibrante do início, da concepção. Agora eles são, vinhos de guarda…

Em constante evolução, o vinho se transforma dia a dia, numa lenta mudança de cores e aromas, perceptível somente no momento que são abertos.

As escadas conduzem ao recinto fechado, onde a temperatura é constante, onde não existem oscilações de calor. Lá o tempo parece ter parado.

E paramos para olhar atentamente cada detalhe, as inscrições como coisas do passado remoto, revelam o RG, a característica do que cada garrafa esconde, são os marcadores, os marcadores do tempo, da digital, das castas emblemáticas que só uma adega especial pode ter.

Não é comum termos esta visão ela é a vivência de poucos, de apaixonados, de privilegiados no mundo dos vinhos.

É o lugar para os fortes, os vinhos fortes, os “escolhidos” os que sobreviverão ao tempo, mais que o próprio homem.

Assim é o Herú 2009, Pinot Noir do Chile, do Vale de Casablanca.

Um vinho enigmático desde a sua concepção.  Para ser guardado e apreciado nos grandes momentos. Seu nome evoca a perfeição, que é o espírito deste vinho.

O duende é o símbolo deste vinho. Contém a magia e o encanto, traduzidos na palavra e na expressão da fruta marcante.

O aroma é refinado, com toque de frutas vermelhas frescas e especiarias.

É equilibrado, harmônico e tem um incrível potencial de guarda.

Pontuações: A safra 2009 recebeu 91 Pontos da Wine Enthusiast

A decisão de se escolher o Herú para abrir, torna o momento especial, seja hoje, ou daqui 10 anos. É um momento a ser sempre compartilhado, aos mais íntimos, aos amigos mais caros, mais presentes, mais próximos do nosso coração.

A adega escura, ainda continuará a ser paro poucos, para os poucos e fortes que atravessarão  as estações, as mudanças no tempo, nos próprios vinhos e na sociedade.

A adega escura nos trouxe hoje o Herú, um dos vinhos fortes que contará sua história no tempo.

Onde encontrar: http://www.vinnobile.com.br/produto/100/4259/ventisquero-heru-pinot-noir-2005