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	<title>Vinho dos Anjos &#187; baccantes</title>
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	<description>&#34;Uma maneira diferente de ver e tratar os vinhos&#34;.</description>
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		<title>Um pouco sobre vinhos naturebas e a feira da Enoteca Saint Vin Saint</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2014 15:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinho dos Anjos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Degustações]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiramente, meus agradecimentos a Lis Cereja e Ramatis por abrirem as &#8220;portas&#8221; da sua casa para nos receber. Em se tratando de vinhos “naturebas” confesso que estou em um grande aprendizado. Sim porque os vinhos fogem a qualquer regra pré-estabelecidas, trazendo sabores e aromas inusitados, ou mesmo inimagináveis. Não vou discutir o gosto pessoal, mas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8806.jpg"><img class="  wp-image-4729 aligncenter" src="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8806-225x300.jpg" alt="IMG_8806" width="267" height="356" /></a></p>
<p>Primeiramente, meus agradecimentos a Lis Cereja e Ramatis por abrirem as &#8220;portas&#8221; da sua casa para nos receber.</p>
<p>Em se tratando de vinhos “naturebas” confesso que estou em um grande aprendizado. Sim porque os vinhos fogem a qualquer regra pré-estabelecidas, trazendo sabores e aromas inusitados, ou mesmo inimagináveis.</p>
<p>Não vou discutir o gosto pessoal, mas sim a oportunidade de poder estabelecer novos critérios ou observar novas (ou antigas) formas de se fazer vinhos.</p>
<p>Como citei em alguns posts passados tanto sobre a biodinâmica, como sobre o movimento Slow (Vide links no final deste post,) se busca hoje a parte natural ou a essência das coisas, de uma forma cada vez mais voltada aos nossos registros passados, de uma vida plena e cheia de referências originais.</p>
<p>Neste sentido o homem caminha para os produtos cada vez mais “originais”, ou seja, sem a adição de conservantes ou qualquer outro tipo de coisa que interfira no resultado final, mudando a essência da criação do produto.</p>
<p>É sabido que a palavra que norteia todo este processo é a busca pela saúde, pelo saudável, ou a preservação dos bons hábitos, das coisas da terra, do cuidado com o plantio minucioso e sem grandes escalas de produção, trazendo o homem para mais perto da natureza, dos sabores verdadeiros e originais, fora da industrialização.</p>
<p>Claro, como todo movimento, sempre haverá defensores de ambos os lados da mesa. O capitalismo pressupõe alta produção e lucro. Vinhos de garagem, por exemplo, pressupõem baixa produção e antes de tudo, novas experiências e anseios pessoais realizados, inclusive com o direcionamento a públicos bem específicos, e nem por isso, menos exigentes.</p>
<p>Conheço alguns profissionais do vinho que defendem estes ideais. Acho que devemos ser receptivos a tudo, principalmente quando percebemos foco, trabalho e qualidade.</p>
<p>Seja como for, em se tratando de vinhos, meu gosto vai para o que sinto que agrada. Posso dizer sem sombra de dúvidas, que consigo circular em “ambos os mundos”, ou seja, tanto nos produtores que se utilizam de recursos que o próprio homem criou, para tornar o vinho um produto agradável e inspirador, seja ele feito a “moda antiga” ou até com a mais intrincada análise físico/química que se possa observar. Ou gosto ou não gosto, mas sei observar um bom trabalho realizado e isto é o que me alegra.</p>
<p>Com relação especificamente a II Feira de Vinhos Naturebas promovida pela Enoteca Saint Vin Saint, não seria diferente. Vou falar do que me agradou e do que “mexeu” comigo, nesta que foi mais uma tarde prazerosa de vinhos.</p>
<p>Inicialmente me pergunto, se um tipo de produto é tão questionado, porque as pessoas vão a um lugar? Pela curiosidade, ou são apaixonadas pelo que é apresentado? Ou alguém vai a algum lugar para provar vinhos ruins?</p>
<p>A casa esteve lotada o tempo todo que nela permaneci, desde o início. Entre um pequeno espaço e outro, provei uma infinidade de vinhos, de brancos, espumantes, a tintos e os chamados vinhos laranjas.</p>
<p>Difícil seria poder citar todos os vinhos (agradáveis ou não), mas gosto mesmo de destacar o que me chamou a atenção, ou por ser muito bom, ou por ser no mínimo inusitado e com uma proposta bastante diferenciada e especifica.</p>
<p>A primeira questão que me vem á mente é: Vamos entender o vinho e sua proposta, bem como para quem ele se destina.</p>
<p>Esta análise demandaria tempo, mas é possível com alguma conversa se entender um pouco da dinâmica do produtor, tanto pela quantidade produzida, como pelos cortes e uvas utilizados. E mais, sua história, seu momento de vida, suas intenções futuras, seu direcionamento na produção, ou mesmo, sua busca (Ele, o produtor, pode estar tentando achar um caminho, seu norte).</p>
<p>Com estas informações e com a taça na mão (e na boca), acredito ter feito uma leitura básica, deste novo e interessantíssimo universo dos vinhos.</p>
<p>Mas vamos aos vinhos. Sem querer ser injusto, observei três produtores dos quais, por várias razões destaco os vinhos.</p>
<p>São eles: Vinha Unna, Eduardo Zenker, Era dos Ventos.</p>
<p>Infelizmente as informações sobre os vinhos não são muitas, mas na taça, foram expressivos, diferentes, inusitados e especiais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8817.jpg"><img class="  wp-image-4730 aligncenter" src="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8817-241x300.jpg" alt="IMG_8817" width="302" height="376" /></a></p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8839.jpg"><img class="  wp-image-4731 aligncenter" src="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8839-225x300.jpg" alt="IMG_8839" width="305" height="407" /></a></p>
<p>Vinha Unna: Foi a primeira vez que provei os vinhos deste produtor, fruto de uma parceria com produtores de Pinto Bandeira/RS e Caçapava do Sul/RS. Os vinhos são considerados vinhos de garagem. A produção é bem pequena (anualmente 800 garrafas) e as práticas são orgânicas e biodinâmicas.</p>
<p>Vinhos: Canto da Sereia Barbera D’alba 2014. As Baccantes Cabernet Franc 2014 e As Valquirias Cabernet Franc / Barbera D’alba 2014.</p>
<p>Destaco a coloração e os aromas do vinho Baccantes, bem como a surpresa em boca. Muita fruta madura, leveza e graça!</p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8803.jpg"><img class="  wp-image-4732 aligncenter" src="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8803-225x300.jpg" alt="IMG_8803" width="289" height="385" /></a></p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8809.jpg"><img class="  wp-image-4733 aligncenter" src="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8809-225x300.jpg" alt="IMG_8809" width="288" height="384" /></a></p>
<p>Eduardo Zenker: Já não é de hoje que admiro o Zenker e seu trabalho, tanto é que já citei seu vinho Suvaco de Anjo em um post específico no blog (<a href="http://vinhodosanjos.com.br/2014/01/21/suvaco-de-anjo-2013-vinho-de-garagem-com-nome-inusitado/">http://vinhodosanjos.com.br/2014/01/21/suvaco-de-anjo-2013-vinho-de-garagem-com-nome-inusitado/</a></p>
<p>O Zenker é atrevido! Suas “criações remetem muitas sensações e com certeza uma grande busca. Isto tenho que admirar.</p>
<p>Com seu vinho Alma Penada Ancellotta não seria diferente. O vinho é uma “cotovelada” foi esta a palavra que me veio a mente assim que degustei. É preciso entender este vinho, esta busca, esta proposta. A coisa toda é muito forte, algo que transcende e retorna, transcende e retorna. Você quer deixar de provar, mas logo em seguida quer provar mais um pouco. É quase um resgate.</p>
<p>O outro vinho apresentado foi o vinho Bruta Bestia Teroldego.</p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8810.jpg"><img class="  wp-image-4734 aligncenter" src="http://vinhodosanjos.com.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8810-225x300.jpg" alt="IMG_8810" width="320" height="427" /></a></p>
<p>Era dos Ventos: Produtor localizado na Serra Gaúcha, de propriedade de Luiz Henrique e Talise Zanini, Álvaro Escher e Pedro Hermeto. Uma vinícola experimental com a filosofia de resgatar vinhas e vinhos fora de um mundo globalizado.</p>
<p>O rótulo é muito leve, expressivo. Os vinhos são exuberantes!</p>
<p>“Beber dos ventos, confundir o tempo. Beber da era, a solitária valsa. Beber das terras, as chuvas e o sóis&#8230;”</p>
<p>Vinhos: Era dos Ventos Peverella e Era dos Ventos Marselan</p>
<p>Bem, se você perdeu esta edição da Feira de Naturebas da Saint Vin Saint. Não se preocupe, no ano que vem tem mais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Posts sobre vinhos biodinâmicos:</p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/2010/05/18/vinhos-biodinamicos-rudolf-steiner/">http://vinhodosanjos.com.br/2010/05/18/vinhos-biodinamicos-rudolf-steiner/</a></p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/2010/11/09/algo-mais-sobre-vinhos-biodinamicos/">http://vinhodosanjos.com.br/2010/11/09/algo-mais-sobre-vinhos-biodinamicos/</a></p>
<p>Movimento Slow:</p>
<p><a href="http://vinhodosanjos.com.br/2014/06/15/o-movimento-slow-os-vinhos-e-a-vida/">http://vinhodosanjos.com.br/2014/06/15/o-movimento-slow-os-vinhos-e-a-vida/</a></p>
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<p>&nbsp;</p>
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