<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vinho dos Anjos &#187; levedura</title>
	<atom:link href="https://vinhodosanjos.com.br/tag/levedura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://vinhodosanjos.com.br</link>
	<description>&#34;Uma maneira diferente de ver e tratar os vinhos&#34;.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 17:24:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Método tradicional, ou Champenoise e o aroma de pão</title>
		<link>https://vinhodosanjos.com.br/2014/08/19/metodo-tradicional-ou-champenoise-e-o-aroma-de-pao/</link>
		<comments>https://vinhodosanjos.com.br/2014/08/19/metodo-tradicional-ou-champenoise-e-o-aroma-de-pao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2014 20:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinho dos Anjos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias em Doses]]></category>
		<category><![CDATA[Percepção]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[champagne]]></category>
		<category><![CDATA[champanhe]]></category>
		<category><![CDATA[espumantes]]></category>
		<category><![CDATA[fermentação]]></category>
		<category><![CDATA[levedura]]></category>
		<category><![CDATA[pão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vinhodosanjos.com.br/?p=4054</guid>
		<description><![CDATA[Uma vez que o vinho base, ou seja, o vinho que dará origem ao espumante está preparado ele é engarrafado em um processo chamado de &#8220;tiragem&#8221;. Basicamente, o vinho é misturado com uma cultura de fermento ativo e uma quantidade específica de açúcar, de modo que, dentro da garrafa ele começa a fermentar. O gás [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://vinhodosanjos.files.wordpress.com/2014/08/img_2550.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-4055" src="http://vinhodosanjos.files.wordpress.com/2014/08/img_2550.jpg" alt="IMG_2550" width="293" height="391" /></a></p>
<p>Uma vez que o vinho base, ou seja, o vinho que dará origem ao espumante está preparado ele é engarrafado em um processo chamado de &#8220;tiragem&#8221;.</p>
<p>Basicamente, o vinho é misturado com uma cultura de fermento ativo e uma quantidade específica de açúcar, de modo que, dentro da garrafa ele começa a fermentar.</p>
<p>O gás de dióxido de carbono é um produto gerado pela fermentação e por isso fica preso no interior da garrafa fechada, produzindo bolhas.</p>
<p>Esta fermentação secundária na garrafa (sim, porque a primeira foi para a elaboração do vinho base) se processa em poucas semanas e todo o açúcar é consumido pela levedura.</p>
<p>Quanto mais tempo as leveduras são deixadas nas garrafas, após a fermentação estar completa, mais sabor, textura e complexidade darão ao vinho.</p>
<p>A levedura é um organismo vivo, um fungo, vital para o processo de fermentação.</p>
<p>Os vinhos que foram armazenados com as borras da levedura por anos, são muito cremosos e complexos.</p>
<p>Já reparou no aroma exalado pelo espumante ou Champagne quando aberto e na taça? Sentiu aromas de pão, fermento e padaria? Então observe que o aroma exalado é fruto da fermentação e da ação das leveduras. Como no pão e do momento em que ele cresce através da fermentação!</p>
<p>Todo o sedimento da levedura que se encontra depositado na garrafa, deve ser removido antes que o vinho siga para ser consumido ou distribuído.</p>
<p>Todo este processo de remoção deve ser feito um pouco antes de o vinho seguir para o consumo, pois se for retirado antes, o vinho perderá frescor e poderá haver diminuição das bolhas.</p>
<p>Todas as leveduras e sedimentos são forçados a ficar no bico da garrafa, ou seja, no gargalo. Ficam em uma posição em que o ângulo permita esta descida de depósitos.</p>
<p>As garrafas são giradas e inclinadas de uma forma muito particular e ao longo de várias semanas. É o tal do &#8220;remuage&#8221; como se houve falar nas rodas de especialistas.</p>
<p>O &#8220;dégorgement&#8221; é o momento em que ocorre a retirada dos sedimentos. As garrafas são colocadas de cabeça para baixo e seu gargalo passa por um processo de congelamento que irá congelar os sedimentos para facilitar a remoção.</p>
<p>Apenas os gargalos das garrafas estão submersos e estes congelam em cerca de 5 minutos.</p>
<p><a href="https://vinhodosanjos.files.wordpress.com/2014/08/img_2543.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-4057" src="http://vinhodosanjos.files.wordpress.com/2014/08/img_2543.jpg" alt="IMG_2543" width="317" height="423" /></a></p>
<p>Esta parte de sedimentos congelados é então removida e rapidamente é adicionado o famoso licor de expedição feito do xarope de açúcar, ou um vinho mais velho adoçado. A garrafa é então arrolhada e é colocada a “gaiola” para conter a rolha em função da pressão que se formou. Pronto, o espumante ou Champagne está pronto para ser consumido (ou guardado).</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://vinhodosanjos.com.br/2014/08/19/metodo-tradicional-ou-champenoise-e-o-aroma-de-pao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
