Enquanto houver sol…

Sun III

O sol é com certeza o componente principal no desenvolvimento da uva. Nele se concentra a vida e a evolução para a concentração de todas as propriedades que farão da uva, a matéria prima dos bons vinhos.

A maturação das uvas talvez seja a parte mais importante em todo o processo para a elaboração dos vinhos. Sim, porque sem o devido amadurecimento não há o açúcar e sem o açúcar não há a transformação em álcool.

Olhar o céu perto da colheita, sentir as nuvens ou a aproximação de chuvas, tudo isto poderá favorecer a que a qualidade final esteja de acordo com o teor de açúcar na uva, sem o “inchaço” causado por uma eventual precipitação de água.

Tem a questão também do açúcar residual (Pós-fermentação) que pode ao gosto do enólogo, diferenciar seu vinho, trazendo a maciez ou um sabor por ele desejado.

Outro fator é o índice de acidez desejado, também influenciado pela qualidade da uva na maturação.

Claro, o cuidado para que a uva não amadureça demais também é uma preocupação. Imagine a uva já no transporte começar seu processo de fermentação. Bagos “estourados” e calor seria uma combinação pouco desejada.

Fatores que só tendem a estragar a qualidade dos vinhos.

Sun

A exposição ao sol revela o cuidado no plantio, quando as folhas são ou não podadas para que absorvam a luz e processem seu crescimento.

Ao observarmos a luz que incide nas plantações pegadas a rios, observamos que além da incidência no próprio parreiral, há a incidência indireta proveniente da reflexão: Sol, rio, parreiral.

Há de se observar o “terroir” em cada caso e a combinação destes fatores para a obtenção de melhores e maiores resultados.

Ou seja, enquanto houver sol, teremos bons vinhos!

Sun II

 

 

 

 

 

 

 

Prêmios: Mais uma vez a Qualimpor e os vinhos portugueses se destacando

Já estamos faz algum tempo destacando os vinhos portugueses e principalmente o trabalho da Qualimpor, que vem se destacando com os vinhos do seu portfólio, em seguidas premiações e consagrações.

Portugal já se evidencia pelo que vem apresentando nos eventos e degustações, inclusive na última Expovinis, onde um dos vinhos trazidos pela Qualipor foi escolhido como o melhor tinto do velho mundo no Top Ten.

(vide post: http://vinhodosanjos.wordpress.com/2011/04/29/qualimpor-herdade-do-esporao-seus-vinhos-sempre-em-destaque/)

Neste contexto, vamos falar um pouco do Crasto Douro DOC Tinto 2009, um vinho da vinícola portuguesa Quinta do Crasto e que recebeu recentemente a Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas 2011.

Das castas Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional, é um vinho que se apresenta com tons violeta, aromas e notas de frutos silvestres com grande intensidade e frescor e suaves notas florais.
Na boca tem um inicio elegante e fresco. Estrutura compacta com taninos finos, redondos e envolventes. Final agradável, e persistente com sensações de frescas notas de frutos silvestres do Douro.

Também o O vinho Crasto Superior 2009, da mesma vinícola, recebeu o Prêmio Prestígio  no Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados 2011. O evento  aconteceu em Santarém (Portugal).

A V Edição do Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados 2011 recebeu cerca de 840 vinhos de mais de 300 produtores de todas as regiões de Portugal. O júri foi composto por 190 enólogos e especialistas em prova às cegas.
O Crasto Superior 2009 é produzido em um corte de Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Souzão e Vinha Velha. Possui aspecto violeta, com aroma de notas de frutos silvestres do Douro e suaves notas de especiaria, que proporcionam final equilibrado, agradável e de excelente persistência.

Enfim, Portugal tem sido uma das gratas surpresas nas degustações e provas, tanto é que tem merecido nossa observação e destaque em grande parte dos nosso posts, que podem ser lidos e verificados, sendo hoje uma referência de consulta.

Saiba mais sobre estes vinhos, seus preços e promoções acessando: www.vinnobile.wordpress.com