Au Vin Cave à Manger promove seu evento com vinhos, Jazz e queijos em Sampa

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A Au Vin realiza no próximo final de semana (16/09) seu evento de vinhos, música e queijos.

A casa já é bem conhecida (e reconhecida) como um point gourmet e para quem tem bom gosto e aprecia uma comida bem cuidada, saborosa e com ótima apresentação.

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Além é claro dos vinhos disponíveis para a escolha do cliente e menu degustação em 3,5 ou 7 etapas.

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Essa é a última semana para adquirir ingresso para o evento de vinhos que promete agitar este mês de setembro em um dos bairros mais agradáveis da nossa cidade.
Um evento para clientes, amigos e para quem quer conhecer a casa e ainda não teve esta oportunidade.

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Na pauta música francesa ao vivo, Jazz, queijos e vinhos, tudo com muita descontração.

Estaremos lá prestigiando nossos amigos e abertos para batermos um papo gostoso sobre vinhos e temas variados.

Au Vin promocional

Valor: R$ 120 reais sendo R$40,00 revertidos em compras no dia do evento e você ainda leva a taça para sua casa.

Os ingressos estão disponíveis online no link abaixo (paypal)

Vendas online:
https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr…

Link para o evento:
https://www.facebook.com/events/256668864831887/?ti=as

Informações e reservas: Whatsapp (11) 98107-9662

Evento:

Dia 16/09 (Sábado) das 14 às 20 horas

Rua Diogo Jácome, 475

Ingressos limitados!

Campanha envolve a gostosa harmonização entre queijos e vinhos no verão

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Não é nada fácil aguentar este verão quente e se alimentar de forma adequada e prazerosa, ainda mais quando se é um apaixonado por vinhos e gastronomia.

A recomendação para os dias mais quentes são os vinhos mais leves e refrescantes. Brancos, rosés e espumantes são os mais indicados, pois em sua maioria oferecem maior frescor ao paladar. Outro ponto a levar em consideração na hora da compra é selecionar os vinhos mais jovens e de colheitas recentes.

E para não ficar só no vinho que tal um queijo? Os deliciosos queijos da campanha são excelentes opções para harmonizar com os vinhos “de verão”.

A harmonia é perfeita desde que observadas as características particulares que cada queijo possui. Elas podem variar não apenas dentro dos grupos, mas entre dois queijos do mesmo tipo, só que de produtores diferentes.

Os brancos de massa mole como o Brie e o Camembert, por exemplo, são o acompanhamento perfeito para os espumantes, sobretudo Champagne, seja pelo equilíbrio na acidez, seja pelo enfrentamento do sal moderado do queijo pela efervescência do vinho, mas aceitam parcerias vencedoras com Riesling.

Já o sal dos queijos azuis produzirá uma grande satisfação ao paladar quando harmonizado com vinhos doces, graças ao contraste do salgado com o doce, uma harmonização por oposição. O traço de caramelo destes queijos resulta em harmonizações clássicas e deliciosas com vinhos doces. Exemplo do Bleu d’Auvergne com o vinho branco doce Sauternes e o Maury, entre outras.

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Abaixo uma tabela prática de harmonização com oito queijos e alguns vinhos franceses. É uma harmonização perfeita para se fazer em casa.

Queijo: Bleu d’Auvergne / Grupo/família: queijo azul

Vinho: Sauternes Maury

Combinação clássica entre um queijo azul e um vinho doce natural, que suaviza o contraste do creme fermentado do queijo

 

Queijo: Brie / Grupo/família: queijo macio de mofo branco

Vinho: Rosé d’Anjou Cabernet d’Anjou

O sabor frutado do Brie, que varia de acordo com sua maturação, harmoniza perfeitamente com rosés levemente adocicados

 

Queijo: Brillat-Savarin / Grupo/família: queijo macio de mofo branco

Vinho: Champagne ou Crémant de Bourgogne

Contraste interessante entre a efervescência da Champagne ou dos Crémants com o triple creme do queijo

 

Queijo: Camembert / Grupo/família: queijo macio de mofo branco

Vinho: Sidra da Normandia *Calvados

A Sidra é companheira tradicional do Camembert: sua refrescância contribui para valorizar a intensa fermentação do queijo e seu sabor frutado. O Calvados* é outro casamento típico de seu terroir.

 

Queijo: Cantal / Grupo/família: queijo duro

Vinho: Pessac-Léognan Blanc

O Cantal é um queijo cujo sabor muda conforme a idade – quando jovem é suave, leitoso e sabor de nozes. Já quando bem curado, é mais forte. Acompanhe-o por um vinho como o Pessac-Léognan branco cujo aroma frutado e fresco é marcado pela Sauvignon e, quando aliado à Sémillon, traz aromas únicos de frutas confeitadas.

 

Queijo: Comté / Grupo/família: queijo duro

Vinho: Mersault (Borgonha) Condrieu (Rhône)

O Comté é um queijo maturado, de montanha, com sabor presente de nozes, que combina com vinhos de grande potência aromática, tais como o Mersault e o Condrieu brancos

 

Queijo: Coulommiers / Grupo/família: queijo macio de mofo branco

Vinho: Pinot Gris d’Alsace

O Coulommiers tem um sabor mais pronunciado que o Brie. Vinho redondo, suave, que alia frescura e flexibilidade, o Pinot Gris alsaciano alia-se aos sabores intensos do queijo

 

Queijo: Emmental / Grupo/família: queijo semiduro

Vinho: Riesling alsaciano / Champagne Blanc de Blancs

O Emmental, que possui um sabor de nozes e é levemente adocicado, necessita de vinhos mais encorpados.

* Calvados é uma bebida alcóolica destilada originária da Baixa-Normandia, na França, feita à base de maçã, da qual é extraída a sidra, que depois é fermentada e destilada. O Calvados é uma bebida AOC (Appellation d’Origine Contrôlée ou, em português, Denominação de Origem Controlada). Ou seja, só pode receber o nome Calvados a bebida feita em acordo com a legislação francesa e produzida naquela região específica.

Sobre a Campanha

Desde o ano passado, o CNIEL – Centre National Interprofessionnel de l’Économie Laitière ou, em português, Centro Nacional Interprofissional da Economia Leiteira – realiza a campanha “Queijos Saborosos, Momentos Prazerosos” a fim de intensificar e impulsionar o consumo de queijos da França nos hábitos alimentares dos brasileiros. Para isso foram eleitos oito tipos – Bleu d’AuvergneBrieBrillat-SavarinCamembertCantalComtéCoulommiers e Emmental – para serem consumidos em três momentos: durante a happy hour, como aperitivo e como ingredientes de entradas.

site oficial, a página Facebook o Instagram reúnem todas as informações e as atualidades da campanha.

www.queijosdafranca.com.br

www.facebook.com/queijosdafranca

instagram.com/queijos_da_franca

 

 

Parma, uma cidade de muitos queijos, presuntos e vinhos – Parte IV

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Acordei cedo neste dia, peguei um táxi e rapidamente já estava na estação de trem de Bolonha. O dia estava nublado, porém muito agradável e propício para uma boa caminhada. Esta era a intenção.

Logo ao chegar comprei meu bilhete em uma das máquinas disponíveis. Fui até a minha plataforma e aguardei meu horário e o trem.

Depois de uma hora de viagem, desembarquei em Parma e sai da estação. Lá fora perguntei em italiano onde ficava o centro da cidade. Desta vez, nada de mapas, apenas o instinto me guiava e com ele sempre o imponderável e as surpresas.

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Seguindo em direção indicada, cheguei facilmente ao centro da cidade, não muito distante da estação, acompanhando os monumentos. Mas, antes dei uma parada, quando ouvi crianças brincando e o som de cantos que enchiam a praça onde eu me encontrava. Ah, que coisa boa! Criança é igual em todo lugar e é sempre uma alegria poder ver a inocência e o contentamento.

Caminhei pelas ruas de Parma e logo avistei um café, onde me sentei e pedi um Capuccino. Deliciei-me naqueles instantes. A cabeça pensava, o coração batia, e um sentimento único me invadia correspondendo ao momento: Estou aqui, estou na Itália, minhas origens, terra dos meus avós maternos.

Apesar de sozinho, minha alma se encheu de alegria, um mistura de tudo o que eu já havia lido e meus sonhos de garoto, agora estava estampado em meus olhos. Eu via e sentia intensamente o momento.

Caminhei por várias ruas de Parma, me perdi em suas ruas.

Já havia me afastado bastante do centro da cidade e agora já retornava com fome. O tempo passava.

Avistei uma placa onde se podia ler que a casa oferecia vinhos em taças e massas. Meio hesitante entrei. A casa estava lotada. Pedi uma massa e um vinho branco e uma água gasosa e prontamente fui atendido. A massa estava saborosa, recheada de ervas e queijo, assim como o vinho e o azeite de grande qualidade, muito diferente de lugares similares que encontramos em São Paulo, onde a economia se faz até no azeite.

A refeição me trouxe o vigor e depois de andar por muitos lugares, feiras livres, feiras de antiguidades. Ver vitrines de alimentos, queijos, presuntos de Parma e tantas outras coisas, decidi voltar.

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Caminhei mais uma vez em direção a estação, gravando os detalhes das ruas em minha memória para poder recordar. As bicicletas na frente da estação me chamaram a atenção, pelo grande número, assim como também a grande quantidade de imigrantes da África, eram muitos e sempre andavam em grupos.

Percebi que as atividades exercidas por eles eram sempre de venda de objetos baratos. Pensei: Que triste realidade que traz um povo de seu país a outro, simplesmente para terem uma melhor qualidade de vida, bem diferente de onde nasceram.

Muitas divagações, muitos pensamentos cruzaram minha mente e meu lado observador não pode deixar de perceber as diferenças, bem como também o forte cheiro de maconha, na mesma praça que agrupava as crianças brincando. Eram os africanos fumando a céu aberto.

Minha observação me permitia fazer uma leitura de vestimentas de todos que cruzavam meu caminho. Fosse o tocador de gaita de fole, vestido á caráter escocês, fosse a linda moça loira que passou por mim com seu cachorro Dálmata, muito rebelde e sua touca e botas pink. Nada passava desapercebido.

Caiu uma pequena chuva, nada incomodativo, Rumei para a estação e lá comprei minha passagem de volta para Bolonha.

Ao chegar, a fome já batia novamente e decidi que iria ao supermercado mais próximo.

Lanche

Lá, peguei uma baguete, cream cheese, presunto de Parma e queijo Gouda. Além de chocolates que tanto adoro.

Minha garrafa de vinho tinto me esperava no hotel, uma das que eu havia recebido de uma importadora, presente de um produtor da feira Enológica.

Tomei meu banho quente, liguei a TV e preparei meu lanche, cortei o pão sem faca, pois o hotel não disponibilizava estes utensílios, forçando o uso do restaurante.

Na TV ainda pude ouvir a música brasileira que tocava em um comercial: Bom xibom, xibom, bombom, em português, dei risada.

Após o “banquete” adormeci pensando em como seria no dia seguinte, em Veneza.

 

Caminhando por Bolonha e descobrindo suas particularidades– Parte III

Condé

Minha primeira noite em Bolonha terminou alegre após muitas garrafas de vinhos e conversas com pessoas do mundo todo.

Voltei para o hotel Condé e no dia seguinte solicitei ficar em um hotel, próximo ao centro da cidade onde me hospedariam pelos próximos três dias.

Claro, a ideia era caminhar pelas ruas da cidade e conhecer um pouco mais de tudo, admirando as lojas e observando as pessoas, além é claro, de comer e beber aproveitando a oportunidade.

Uma das coisas que me chamou muito a atenção nesta cidade é a quantidade de cachorros. Não cachorros abandonados, pelo contrario, cachorros muito bem cuidados.

Outra coisa é a quantidade enorme de pessoas que fumantes, principalmente as mulheres. E como a fumaça é algo que me desagrada, fugi muitas vezes caminhando rapidamente.

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Por onde se passa é possível ver as vitrines de alimentos e utensílios, que são fantásticas e atraem pela beleza e cuidado, seja qual for o tamanho do comércio. Tudo é exposto valorizando os produtos e cores. Isto é assim em todas as cidades italianas que conheci, inclusive nos cafés. Uma maravilha e alegria de se ver.

Arcos

Bolonha é uma cidade antiga, cheia de arcos por onde se passa e se pode circular protegido da chuva ou do sol em qualquer percurso pelas calçadas largas.

Visitei as torres inclinadas, ou como se diz, as famosas torri pendenti (Torre degli Asinelli e a Torre Garisenda). Eram no passado 200 torres e desenhavam o horizonte da cidade. Foram construídas no século 12 (Estas torres que circundavam a cidade foram citadas por Dante, o Inferno).

Subi uma das torres (Claro, a que não tem inclinação de quase três metros). Foram quase 500 degraus de madeira, em uma subida bem cansativa onde paguei três euros para me “exercitar”. A batata da perna doía, minhas coxas queimavam, mas a insistência para poder ver tudo lá de cima me deu fôlego para continuar.

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A subida cansativa propiciou uma visão espetacular superior, de onde se pode ver toda a cidade. Detalhe, no caixa, antes de subir, um rapaz gordo de blusa verde, a quem em pensamento chamei de “Geleia”, uma referência ao filme “Ghost Busters” que tem o personagem. Sorri por dentro e isto me incentivou a subir mais animado. O rapaz era muito parecido.

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Bem perto destas torres, há universidades e muitos alunos circulando. Cafés cheios e com preços mais acessíveis, porém sem o glamour dos cafés que ficavam fora desta área.

 

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Não vou me estender muito pela descrição dos monumentos, apenas citar que a feira Enológica foi realizada no Palazzo del Podestá, em frente a Fontana de Nettuno, parte central da cidade por onde circulei várias vezes.

Vale a pena comprar embutidos e queijos na cidade. O importante é pesquisar preços, que variam bastante de lugar para lugar.

Não deixei de comprar o meu Parmigiano-Reggiano, uma delícia!

Queijos