Com o verão se aproximando, é hora dos vinhos rosés!

Família Salton e suas novidades

Hoje o vinho rosé é uma adorável realidade. Com o aumento do consumo e das vendas, principalmente nas épocas mais quentes do ano, veio para ficar e colorir nossos dias de sol, tanto na praia, como na piscina e no campo.

A Família Salton aposta nos rótulos neste estilo durante o ano inteiro e traz sempre novidades.

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Entre seus produtos estão o Salton Brut Rosé.

É leve e frutado, com notas cítricas e de frutas vermelhas. Em boca é delicado, refrescante e com alta cremosidade. Ideal para acompanhar os dias quentes e alegres com muita refrescância.

Elaborado 80% com uvas Pinot Noir e 20% Chardonnay colhidas manualmente e selecionadas no vinhedo. Passa por duas fermentações com temperatura controlada: a primeira para elaboração do vinho e a segunda para formação natural do gás carbônico nas autoclaves (método Charmat).

Para harmonizar, experimente entradas, saladas e pratos mais leves com frutos do mar ou mesmo risotos.

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Além dele, o vinho Salton Intenso Rosé também é ótimo para quem busca leveza e também para compor com entradas.

Elaborado 100% com uvas da variedade Merlot é totalmente fermentado em tanques de aço inox, com controle de temperatura. Apresenta vivaz coloração vermelho cereja e marcados aromas de frutas frescas, como morango, mirtilo, cereja e framboesa, além de notas florais de rosas. Em boca é delicado, refrescante e de sabor frutado.

A temperatura de serviço do vinho rosé gira em torno de 8ºC e o ideal é ter sempre um balde de gelo para refrescar tanto ele como o espumante.

Os alimentos que melhor combinam são queijos frescos como feta e cottage, ou saladas, risotos leves, peixes grelhados, carne branca assada e até comida japonesa.

A gama de produtos da Família Salton pode ser comprada em sua Enoteca, na cidade de São Paulo, em lojas físicas parceiras ou pelo site da própria marca.

Serviço:

Enoteca Família Salton

Endereço: Avenida Pacaembu, 1911.  Telefone: (11) 2281-3300

www.salton.com.br

 

Bazar da Cidade acontece no Museu da Casa Brasileira

FARFALLA GELATTO LEGGERO - A mexicana Julieta Pereira e o brasileiro Eduardo Borba produzem um delicioso gelato italiano. Não mais do que dez sabores. Entre eles, o de amora.

Serão 100 expositores sendo 25 de gastronomia

Em sua 13ª edição, o Bazar da Cidade ocupa pela terceira vez o privilegiado terraço e jardim do Museu da Casa Brasileira. O evento que tem entrada gratuita acontece nos dias 12 e 13 de outubro e une gastronomia, moda, decoração, produtos infantis e oficinas para os pequenos.

Na Gastronomia há dois grupos:

Mercearia, com produtos para se presentear ou serem levados para casa

Praça de Alimentação, com delícias para serem consumidas lá mesmo, no espaço amplo do Museu.

Entre os expositores da Mercearia, participam pela primeira vez do Bazar da Cidade as seguintes marcas: Delícias do Zinha, Oli Pães Artesanais & Co., Azeite de Ouro Santana, Antar Snacks.

Entre os da Praça de Alimentação, os novos são: Dona Celina Pão de Queijo Artesanal, D’Farm Artesanal, Dourado de Amendoim & Cia, Famigerada Cachaça, Do Oriente Ao Pote, Catarina Coffee and Love e Filé Cozinha.

O Bazar da Cidade reúne também expositores de Vestuários e Acessórios, Joias e Bijuterias, Casa e Decoração, Bem-Estar, Arte Indígena e Infantil.

SERVIÇO
O Bazar da Cidade acontece nos dias 12 e 13 de Outubro (sábado e domingo), das 10 às 20 horas. Entrada gratuita.

Local: Museu da Casa Brasileira – Av. Brig. Faria Lima 2705, tel. (11) 3032-3727.

Acessibilidade no local.
Bicicletário com 40 vagas.
Estacionamento pago no local.

 

A arte de harmonizar: Volparo Cabernet Sauvignon e Linguini

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Vinho italiano com uma bela “pasta” é viagem de sabores

A arte de harmonizar vinhos com alimento é complexa porém gratificante. Exige do mais experiente profissional, o conhecimento prévio dos vinhos e do prato, de forma que um não interfira no outro a não ser para acentuar sabores e texturas.

Aqui partimos do vinho que já estava conosco e compusemos a harmonização de acordo com as características próprias dele e o que gostamos de apreciar na comida.

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O prato escolhido foi uma massa Linguine. O desafio era escolher a forma de fazer e com qual molho compor. Mas neste caso foi bem fácil, já que a uva Cabernet elaborada na Itália em geral concentra algumas características próprias e por nós já conhecidas.

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Ao vislumbrarmos as características do vinho em aromas e sabores, onde neste caso o vinho tem uma boa estrutura em boca e médio corpo, trazendo uma expressão da fruta de forma a não ser extremamente aromático, o que prejudicaria os aromas provenientes do prato. Buscamos equilibrar esta fruta e estrutura com os sabores adocicados do tomate, leve creme de leite, e uma textura acentuada em um pouco de alcaparras, que deram o salgado em doses pequenas, para se contrapor na doçura (aparente) em boca no vinho, que é seco.

A cebolinha que tem sabor sutil em conjunto com as alcaparras, efetuaram tamb´me o contraste no prato entre a cebola em tiras e o tomate (Ambos com a expressão leve da doçura).

No vinho, tanto o tomate como a cebola foram compostos por aproximação em paladar, assim como cebolinha e alcaparras para dar o tom vegetal  também em sintonia com os leves herbáceos do vinho.

Creme de leite com toque do tomate, trouxe a integração no prato, e uniu a untuosidade do vinho ao conceito geral estabelecido no conjunto.

O resultado? Delicioso e harmônico em nosso paladar. Um prato que em conjunto com o vinho nos deixou em êxtase sensorial gustativo!

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RECEITA

Ingredientes:

– 300 gramas de Linguini (Usei o Barilla)

– 2 tomates médios para dissolver com o molho

– 1 tomate médio cortado em pedaços maiores

– 1 cebola grande fatiada em pedaços médios

– 2 colheres de sobremesa não muito cheias de alcaparras

– 1 caixa de creme de leite de 200 gramas

– azeite para iniciar

– sal a gosto (Umas 2 boas pitadas)

– 1 colher de café de pimenta calabresa seca

– 1 colher de sopa cebolinha picada para o molho e outra para finalizar

Modo de fazer:

Em uma panela separada, coloque azeite e a cebola picada para refogar, assim que estiver transparente, junte os 2 tomates picados e deixe em fogo brando até quase se dissolver na totalidade.

Junte o sal, a pimenta calabresa seca, a cebolinha (2 colheres de sopa) e deixa refogar por mais 5 minutos em fogo brando.

Em paralelo coloque em uma panela grande a água com um pouco de sal e óleo para cozinhar o macarrão. Assim que ferver adicione a massa (os 300 gramas da receita).

Quando a massa estiver cozida, abaixe o fogo e retorne ao molho.

No molho adicione o tomate cortado em pedaços grandes. A idéia aqui é que fiquem ainda em pedaços após um pouco cozidos. Faça isso por 10 minutos e adicione a caixa de creme de leite, abaixando o fogo á temperatura menor do fogão e mexa até o molho ficar todo integrado, sem deixar ferver.

Apague o fogo do molho e coloque a colher de cebolinha que não será dissolvida. Escorra a massa e coloque no prato que irá servir adicionando o molho por cima e parmesão.

Pronto, agora é só desfrutar do vinho e da massa! Saúde!

Vinho Volparo:

Importado pela Futura Importadora, pode ser encontrado em alguns restaurantes como a Cantina “C que Sabe” em São Paulo, o mesmo ligando diretamente para a importadora.

Nos eventos que estamos, há sempre a presença do vinho e da importadora. Acompanhem nossas postagens no instagram @vinhodosanjos e nosso site.

www.futuraimportadora.com.br

Telefone (11) 3562-6132

 

 

 

 

Monte Dictis, nova importadora apresenta seus vinhos gregos

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Entre brancos e tintos o top da Grécia na taça

A Monte Dictis surge como uma ótima opção para aqueles que amam os vinhos gregos ou mesmo para quem aprecia um vinho bem feito e quer conhecer melhor as opções que o mercado oferece.

Com 25 vinhos em seu portfólio, entre brancos, tintos e Vinsanto, a nova importadora aposta no nicho trazendo vinhos de qualidade.

Tive a oportunidade de em jantar no restaurante Mýtho, provar as harmonizações com pratos e me surpreendeu a qualidade dos vinhos brancos trazidos, principalmente quando se fala em castas autóctones, ou seja, fugindo do padrão internacional de uvas.

Um dos berços de nossa civilização, a Grécia tem sua história milenar no vinho, cravada em características e uvas bem particulares, em terroirs muito próprios, formados por montanhas e mar, em solo vulcânico arenoso e argiloso.

Todas estas características acabam marcando o vinho e neste jantar não foi diferente.

Não pretendo citar todos os vinhos, mas em particular o que me surpreendeu pela amplitude de aromas e no paladar igualmente amplo.

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Assim, a uva Assyrtiko presente em dois vinhos brancos que provei, sendo eles o Assyrtiko 2016 do produtor Alpha Estate, 100% da uva Assyrtiko.

Um vinho agradável e aromático, com notas florais e cítricas. Em boca é untuoso apresentando bom “peso” de corpo, frescor e persistência. A colheita é manual e o vinho permanece quatro meses em contato com as borras.

Mas o vinho que sem dúvida alguma me encantou tanto pela complexidade dos aromas e sua elegância e diferenciais, como em boca foi o Argyros Satorini 2017 produzido pela Estate Argyros, com DOP Santorini.

Vinho com 14% de álcool, proveniente de solos arenosos e vulcânicos, é um exemplar que mostra as características de forma bem marcante quanto ao teroir, já que mistura a mineralidade, a parte cítrica com as características da fruta em todo o seu esplendor.

Em boca é fresco e untuoso, final prolongado evidenciando sua complexidade muito após ter sido provado. Um vinho que pode ser guardado tranquilamente por cinco anos ou consumido de imediato. Fácil de harmonizar com peixes e frutos do mar e fácil de beber.

O que surpreende além de toas as características marcadas e marcantes, é que não tem passagem em madeira e nem por isso perde em complexidade em conjunto.

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Dos tintos cito dois vinhos, o Xinomavro 2016 da Alpha Estate. Vinho da uva Xinomavro 100% DOP Amyndeon. Passagem de 12 meses em carvalho francês.

Cito também o vinho Ecosystem Xinomavro Reserve 2015, mais complexo, com passagem de 24 meses em barricas novas de carvalho francês, imperceptível se for pensar em tempo de maturação, e mais 12 meses em garrafa.

Ambos os vinhos com muitas pontuações internacionais e de críticos do mundo todo.

Claro que provei vinhos das uvas mais conhecidas como a Chardonnay e também da uva Sauvignon Blanc. Somente em todos os tintos provados (Foram quatro), é que as uvas eram todas autóctones, além da Xinomavro em corte com Syrah e também com a uva Merlot.

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Mas uma das outras grandes surpresas da noite foi o Vinsanto 4 Years Barrel Aged 2011, vinho DOP Santorini de sobremesa, corte das uvas  (80%), Aidani (10%) e Athiri (10%).

Proveniente de solos vulcânicos teve sua última edição em 2011.

É um vinho de colheita tardia, cujas uvas secam naturalmente ao sol. Tendo seu envelhecimento de quatro anos em barricas de carvalho antes de ser lançado ao mercado.

Um néctar que pode ser guardado por mais de 30 anos.

Sua cor é escura, lembrando caramelo. No nariz e em boca notas de frutas secas e laranja. Em boca algo de ervas e damasco. É untuoso e tem final longo e excelente acidez.

Harmonizado com pudim de iogurte.

Para quem deseja saber mais, a importadora possui 25 vinhos em seu portfólio, onde aparecem também o vinho rose e espumante.

Serviço

Importadora Monte Dictis

Rua Emílio Blum, 131 – Florianópolis – SC

Telefone (48) 3220-0909 / (11) 99543-2087

www.montedictis.com